Planejamento

Previsões

Porque aprender sobre Previsões?

Seja você um dono de empresa, um representante de vendas, um gerente de projeto, ou trabalhe em qualquer outra área empresarial, fazer previsões é uma habilidade fundamental, para dar rumo às suas ações, servir de insumo para o seu planejamento e atingir seus objetivos.

O objetivo deste aprendizado é descrever conceitos básicos sobre previsões, suas relações de causa e efeito e os benefícios que ela pode trazer para você no seu dia a dia profissional. Embora não sejam apresentados detalhes sobre os métodos empregados, são dadas informações para ampliar a sua visão crítica do processo de previsão e indentificar caminhos de melhorias nas suas atividades de planejamento.

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O que é Previsão?

Previsão é determinar o que vai acontecer no futuro, considerando o que aconteceu no passado e o que está acontecendo agora. É uma ferramenta de planejamento que ajuda os empresários em suas tentativas de lidar com o risco e a incerteza do que pode e não pode ocorrer; depende do histórico de dados e da análise de tendências.

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Qual a importância das previsões?

A previsão faz parte das atividades de tomada de decisão e desempenha um papel importante em muitas áreas de uma empresa; é um componente importante para um planejamento eficaz e eficiente; são utilizadas para:

  • Dar rumo aos negócios; é a base do planejamento de produção, vendas e finanças de uma empresa; permitem que os administradores planejem adequadamente suas ações.
  • Fazer planos estratégico, planos de marketing, planos de venda, planos operacionais, definir orçamento, despesas gerais e fluxo de caixa.
  • Examinar o mercado, ajustar expectativas, avaliar níveis de estoque e impulsionar as vendas no momento certo.
  • Avaliar a conveniência de um novo produto e projetar o número de unidades que podem ser vendidas em um determinado período, planejar os esforços de marketing para o lançamento do produto.
  • Avaliar carga de trabalho, atividades futuras e recursos a serem alocados.
  • Cooperar com o planejamento eficaz e eficiente.

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Qual a relação e diferenças entre Previsão e Planejamento?

Figura. Previsão x Planejamento. Previsão é a estimativa do desempenho futuro, considerando fatos passados ​​e atuais. Planejamento é projetar o curso de ação futuro para atingir objetivos.

  • Planejamento e previsão são atividades gerenciais básicas muito importantes nas empresas e estão intimamente relacionadas.
  • Planejamento e previsão estão relacionados aos eventos futuros. No entanto, a previsão fornece uma base para o planejamento e desempenha um papel vital no processo de planejamento.
  • O planejamento é baseado em informações objetivas de desempenho e exigem a elaboração de um plano; a previsão é baseada em suposições de um evento particular.
  • O planejamento  considera fatos e expectativas;  previsão é baseada em fatos e algumas suposições com base no desempenho passado e atual.
  • O planejamento é responsabilidade dos gerentes de mais alto nível; previsão é feita por diferentes níveis de gerentes, analistas e especialistas.

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O que pode ser previsto?

A previsão é necessária em muitas situações; as vezes com vários anos de antecedência (investimento de capital) e em outras com antecedência de minutos ou segundos (roteamento em redes de computadores); seja qual for a situação de tempo, a previsão ajuda o planejamento ser eficaz e eficiente.

Algumas coisas são mais fáceis de prever do que outras; a previsibilidade de um evento ou de uma quantidade depende basicamente de 3 fatores:

  1. Quão bem entendemos os fatores que contribuem para isso;
  2. Quantos dados estão disponíveis;
  3. Se as previsões podem afetar a coisa que estamos tentando prever.

Por exemplo, as previsões de demanda de um contact center ou de um datacenter podem ser altamente precisas porque todas as três condições são geralmente satisfeitas; no entanto prever a variação de taxas de câmbio, é outra história, nestes casos , embora possam existir uma grande quantidade de dados disponíveis, são muitos fatores que contribuem para a sua variação.

Diante disso, uma questão fundamental é saber quando algo pode ser previsto com precisão e quando as previsões não serão melhores do que jogar uma moeda.

Boas previsões capturam os padrões e relacionamentos que existem nos dados históricos e a maneira como as coisas estão mudando; um ambiente altamente volátil continuará a ser altamente volátil; um negócio com vendas flutuantes continuará a ter flutuações nas vendas, e assim por diante; logo é de extrema importância distinguir entre uma flutuação aleatória nos dados passados ​​que deve ser ignorada e um padrão genuíno que deve ser modelado e extrapolado.

Um modelo de previsão destina-se a capturar a maneira como as coisas se movem, não apenas onde as coisas estão.

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Como determinar o que deve ser previsto?

Nós estágios iniciais de um projeto de previsão é necessário tomar decisões sobre o que deve ser previsto.  Num ambiente de produção é necessário perguntar se as previsões são necessárias para:

  • Um produto específico ou para um grupo de produtos? Em cada ponto de venda, ou numa região com vários pontos de venda, ou para o total de vendas? (é importante adotar um sistema de previsão em dois níveis  – de forma agregada e individual).
  • Qual o horizonte de previsão? 1 dia, 1 semana, 1 mês, 1 ano, 3 anos? (determinados modelos de previsão serão melhores do que outros).
  • Qual a frequência que as previsões devem ser feitas? (caso sejam frequentes, será necessário um sistema para fazer previsões).
  • Quais são as pessoas que usarão as previsões? (para garantir o entendimento das necessidades e como as previsões serão utilizadas).
  • Quais são os dados necessários, onde serão coletados?
  • Quais são as fontes de dados ? Onde estão armazenados? Qual a qualidade dos dados?

Uma grande parte do tempo de um previsor pode ser gasto no diagnóstico da situação corrente, na localização e agrupamento dos dados disponíveis, antes do desenvolvimento de métodos de previsão adequados.

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Quais são os métodos para fazer as previsões?

Existem muitos métodos e essa pergunta depende da disponibilidade ou não dos dados; custo da previsão, aquisição de software, tempo necessário para desenvolver a previsão, e treinamento de pessoal.

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Quando e como são aplicadas as Previsões Qualitativas?

As previsões qualitativas são utilizadas quando não existem dados disponíveis (por exemplo no lançamento de um novo produto).

  • Inclui julgamento, que traduz as opiniões dos gerentes, especialistas, pesquisas de mercado e estimativas das equipes envolvidas (marketing, vendas, operação, etc);
  • Transforma as informações qualitativas em estimativas quantitativas.
  • Reunem de maneira lógica, imparcial e sistemática todas as informações e julgamentos relacionados aos fatores que estão sendo estimados.
  • Tais técnicas são frequentemente usadas em áreas de novas tecnologias, onde o desenvolvimento de uma ideia de produto pode exigir várias “invenções”, de modo que as demandas são difíceis de estimar e onde as taxas de aceitação e penetração do mercado são altamente incertas.

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Quando e como são aplicadas as Previsões Quantitativas?

Quando existe histórico de dados e quando é razoável supor que os padrões passados continuarão no futuro; a maioria das previsões quantitativas usam dados de séries temporais, coletados em intervalos regulares de tempo.

Os métodos de previsão quantitativos podem ser simples, ou altamente complexos; alguns exemplos de métodos  aplicados são:

  • Ponto de estimativa – basear o ponto futuro num único ponto no passado.
  • Análise da média – a previsão do ponto futuro é baseada na média de um grupo de dados; essa média pode ser aritmética simples, móvel (deslocando o período de 12 meses a cada mês decorrido) ou ponderada (que incorpora as variações e as reflete por meio da ponderação).
  • Análise de regressão – utilizada quando existem dependências entre variáveis; por exemplo: influência de um tipo de campanha; se muitas variáveis são envolvidas a fórmula se torna excessivamente complexa.
  • Análise de séries temporais – identifica as tendências e sazonalidades; o fundamento deste método é que o indicador de controle sujeito à previsão pode ser influenciado por uma série de fatores que podem ser isolados e utilizados para estimar o que ocorrerá no tempo futuro abrangido pelo previsão; baseiam-se na hipótese de que o padrão anterior da variável dependente continuará no futuro; a análise das séries temporais identifica os padrões básicos que se combinam para indicar um padrão histórico da variável dependente, desenvolvendo um modelo para repeti-lo.

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Quais os fundamentos da Análise de Séries Temporais?

Estas são técnicas estatísticas usadas quando dados de vários anos para um produto ou linha de produtos estão disponíveis e quando os relacionamentos e as tendências são claras e relativamente estáveis.

Um dos princípios básicos da previsão estatística é que o previsor deve usar os dados do desempenho passado para obter uma leitura da taxa atual e de quão rápido esta taxa está aumentando ou diminuindo. A taxa atual e as mudanças na taxa – “aceleração” e “desaceleração” – constituem a base da previsão.

A questão não é tão simples quanto parece; geralmente, é difícil fazer projeções a partir de dados brutos, pois as taxas e tendências não são imediatamente óbvias; elas estão misturados com variações sazonais e talvez distorcidos por fatores como os efeitos de uma grande campanha de promoção de vendas. Os dados brutos devem ser tratados antes que sejam utilizáveis, e isso é feito com frequência quando do uso da análise de séries temporais.

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Quais são os padrões dominantes nas previsões utilizando Séries Temporais?

Um padrão é um modelo para ser reproduzido; é uma referência; os elementos em um padrão repetem-se de maneira previsível.
Descobrir padrões é uma atividade essencial na escolha do tipo de método de previsão. Os quatro padrões básicos da maioria das séries temporais são:

Há também um quinto padrão que é chamado de aleatório, que ocorre quando uma variação dos dados históricos é tão irregular que se torna muito difícil o processo de previsão de eventos futuros.

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Quais são os propósitos das Previsões de Curto, Médio e Longo Prazos?

Figura. Previsões a curto, médio e longo prazos.

  • Previsões a curto prazo – são necessários para o agendamento de pessoal, produção, transporte, roteamento em redes de comunicação, escala de agentes em contact center, etc.
  • Previsões a médio prazo – são necessários para determinar os futuros requisitos de recursos, a fim de adquirir matérias-primas, contratar pessoal ou comprar máquinas e equipamentos.
  • Previsões a longo prazo – são utilizados no planejamento estratégico; tais decisões devem levar em conta as oportunidades de mercado, fatores ambientais e recursos internos.

Todas as técnicas estatísticas são baseadas na suposição de que os padrões existentes continuarão no futuro; é mais provável que esta suposição esteja correta a curto prazo do que a longo prazo e, por essa razão, essas técnicas nos fornecem previsões razoavelmente precisas para o futuro imediato, mas não no futuro distante.

Por essa mesma razão, essas técnicas geralmente não podem prever quando a taxa de crescimento de uma tendência mudará significativamente – por exemplo, quando um período de crescimento lento nas vendas mudará repentinamente para um período de rápida decadência; esses pontos são chamados pontos de virada e  devem ser usadas ferramentas estatísticas para prever quando elas ocorrerão.

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Quais são as etapas para fazer Previsões?

Um processo de previsão geralmente envolve cinco etapas básicas:

  1. Analisar e compreender o problema. Qual é o propósito da previsão? Muitas vezes essa é a parte mais difícil da previsão. Como as previsões serão usadas?  Como a função de previsão se ajusta à organização que necessita das previsões? Quem e como é feita a coleta, tratamento de dados de dados?  A decisão de entrar em um negócio pode exigir apenas uma estimativa bruta do tamanho do mercado, enquanto uma previsão feita para fins de orçamento deve ser bastante precisa. Os método de previsão apropriados diferem de acordo.
  2. Coletar dados. Quais são os dados estatísticos? Qual o conhecimento das pessoas que que coletam e usam as previsões? Quais os dados mais antigos e mais recentes? Existem muitas mudanças estruturais no período? O histórico de dados é a melhor fonte para prever o futuro. Desta forma, a obtenção e análise de dados são fundamentais.
  3. Analisar e tratar os dados. Outro passo crítico no processo de obtenção de dados é a análise do conteúdo das informações (dados processados) para garantir que não existam aberrações de dados. Como os dados são representados graficamente? Existem padrões consistentes? Existe uma tendência significativa? A sazonalidade é importante? Existem dados discrepantes? Existem explicações para discrepâncias de dados? Quais os dados que deverão ser considerados e quais deverão ser descartados?
  4. Escolher e ajustar modelos. Qual a disponibilidade dos dados históricos? Quais as variáveis que serão utilizadas para fazer as previsões? Qual o relacionamento entre as variáveis de previsão? Quais são as suposições envolvidas? 
  5. Usar e avaliar o modelo de previsão escolhido. Qual a precisão das previsões? Quais os valores ausentes ou discrepantes? Qual o período de tempo das série temporais?

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Quais os problemas mais frequentes na elaboração de Previsões?

É importante conhecermos, nos anteciparmos aos problemas e avaliar o risco e precisão das previsões. Na sequência são apresentados problemas frequentes nas empresas que  dão indicações da qualidade das suas previsões:

  1. Ausência de um processo sistemático – isso gera falta de controle e ausência de melhorias contínuas; devem ser adotados padrões empresariais para que as informações sejam consistentes e aproveitáveis por toda a empresa.
  2. Atribuir que o software para fazer previsões é soberano – as elaborações automáticas feitas por ferramentas de softwares são baseadas em premissas, parâmetros e dados acrescentados ao sistema pelos profissionais da empresa; trata-se de um trabalho continuado que exige a interação e conhecimento dos momentos e ênfases a serem dadas aos desvios, em função do conhecimento e objetivos de negócios.
  3. Não dar a devida importância para as previsões – se as previsões têm sido imprecisas no passado ou se ninguém entende as premissas usadas no processo, as demais etapas do planejamento deverão sofrer os danos, gerando um acumulo de imprecisões.
  4. Eventos que deveriam ser exceções tornam-se parte da previsão – deve ser separado o joio do trigo; campanhas de marketing, eventos geradores de problemas em serviços para clientes, guerra de preços e uma variedade de flutuações atreladas ao produto devem ser separadas e analisadas no processo de pesquisa. As premissas de produto devem ser sempre previamente validadas.
  5. Não existem pessoas especializadas para planejamento e controle – são necessárias equipes ou pessoas que conheçam os processos, os produtos, que identifiquem os desvios, avaliem os impactos desses desvios, sinalizem para a empresa de forma pró-ativa ações corretivas, para que a inteligência de cogestão possa ser aplicada na sua plenitude.

  • Previsão é determinar o que vai acontecer no futuro.
  • A previsão é um componente importante para um planejamento eficaz e eficiente, pois as premissas de planejamento dependem de previsões.
  • Planejamento e previsão exigem habilidades como pensamento reflexivo, clarividência (capacidade de ver as coisas que estão escondidas), tomada de decisão, experiência e imaginação, para realizar a tarefa difícil de forma eficaz e eficiente.
  • Um modelo de previsão destina-se a capturar a maneira como as coisas se movem, não apenas onde as coisas estão.
  • Os projetos de previsão devem prever quantidades em dois níveis, agregado e individual.
  • Os métodos de previsão podem ser qualitativos e quantitivos. O primeiro é usado quando não existem dados históricos, o segundo aplicam formulações matemáticas e estatísticas aos dados históricos existentes.
  • Séries temporais é um método muito utilizado para fazer previsões quantitativas; identifica padrões que são projetados para o futuro.
  • As previsões são aplicadas para horizontes de curto, médio e longo prazos, quanto mais próximo for esse futuro, mais precisas serão as previsões; os métodos de previsão serão escolhidos baseados também esses horizontes de pesquisa.
  • Para fazer previsões podemos destacar cinco etapas fundamentais: entender o problema, coletar de dados, tratar dados, escolher e ajustar modelo de previsão e usar e monitorar o modelo.
  • Precisamos evitar erros frequentes na elaboração das previsões que as tornam imprecisas, tais como: ausência de um processo sistemático, usar ferramentas sem interação e conhecimento, não dar a devida importãncia para as previsões, não separar anomalias das previsões, não contar com pessoas especializadas para fazer as previsões.

Palavras Chaves – previsão, ferramenta, planejamento, risco, incerteza, fatos, dados, análise, tomada de decisão, plano estratégico, plano de marketing, plano de venda, plano operacionais, mercado, expectativas, nível de estoque, esforço de venda, lançamento de produto, carga de trabalho, recurso, atividade gerencial, padrão mensal, padrão semanal, padrão diário, analisar problema,  coletar dados, tratar dados, selecionar modelo.


Teste seu Conhecimento sobre Previsões.

  1. Use as palavras chaves acima para relembrar e descrever principais conceitos sobre previsões.
  2. O que é previsão?
  3. Qual a importância das previsões?
  4. Qual a relação e diferença entre previsão e planejamento?
  5. Quais são os padrões dominantes de previsão?
  6. Cite exemplos de previsão de curto, médio e longo prazos.
  7. O que caracteriza um bom modelo de previsão?
  8. Cite perguntas frequentes para determinar o que e como deve ser feito um projeto de previsão.
  9. O que é um método de previsão qualitativo e quando deve ser utilizado?
  10. O que é um método de previsão quantitativo e quando deve ser utilizado?
  11. Como é o método de previsão baseado em séries temporais?
  12. Qual o princípio fundamental do método de séries temporais?
  13. Cite as cinco etapas básicas para gerar previsões?
  14. Cite 3 problemas frequentes na elaboração de previsões.

 

Planejamento Empresarial

Qual a importância do Planejamento no Gerenciamento de Negócios?

Figura. Método PDCA  de 4 passos para gerenciar processos de negócios. 

A figura resume o método PDCA  de 4 passos “muito utilizado” para gestão continuada de processos empresariais – Planejar, Desempenhar, Checar e Ajustar.

  • Dá uma “visão de helicóptero” das etapas do processos de negócios para atingir objetivos, destaca o planejamento, seu posicionamento e como influencia todas as  outras 3 etapas (desempenhar, checar e ajustar).
  • Destaca principais componentes da etapa de planejamento: objetivosmetasindicadores de controle, processos, recursos, riscos,  habilidadesestratégia e plano.
  • Quando definimos o planejamento como um processo, isso significa que ele pode ser dividido em etapas bem determinadas e sujeito a constantes melhorias ao longo de seu ciclo de vida.
  • O planejamento gera planos de forma interativa, ou seja, participativa, comunicativa, conversacional; um plano é uma lista de etapas com detalhes de tempo e recursos, usados ​​para atingir os objetivos e metas.

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Qual o Propósito do Planejamento?

O planejamento é uma jornada, bem estruturada, para reduzir riscos e incertezas, gerar informação , aumentar a confiança e suportar a tomada de decisão.

Figura. O Propósito do Planejamento. Gerar Informações e Confiança, Reduzir Incertezas e Riscos , ajudar a tomar decisões e atingir objetivos, de forma eficaz e eficiente.

  • Planejar no ambiente empresarial significa buscar o constante alinhamento entre as expectativas dos clientes e da empresa; conhecer quais as necessidades de clientes e dos recursos que serão necessários – quanto, quando, perfil e período.
  • Os planos gerados pelo planejamento, direcionam nossas decisões de investimentos; com eles, podemos aceitar ou rejeitar um projeto; se um projeto está na trilha de entrega dos resultados que o cliente espera; sem planos nossos projetos e empreendimentos ficam vulneráveis a um grande número de problemas.
  • Planos permitem responder perguntas do tipo: poderemos entregar esse projeto em junho? Poderemos atender com os níveis de serviços exigidos em contrato? Quais são as etapas mais críticas que podem dar errado? Que variáveis ou situações podem ter maior impacto nos resultados?

  • O planejamento é um processo para atingir objetivos de forma eficiente.
  • O planejamento avalia a situação corrente, pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças (ver SWOT), desdobra objetivos em metas, define e monitora indicadores de controle (KPIs) para identificar desvios, métricas para monitorar as metas), desafios (objetivo – situação atual), os recursos disponíveis (materiais, energia, serviços, pessoal, conhecimento ou outros ativos),;
  • O planejamento faz previsões e avalia riscos e incertezasestratégiashabilidades e gera planos ao longo dos seus ciclos.
  • O planejamento, ao longo dos seus ciclos, gera informação, desenvolve a inteligência emocional e confiança, reduz a incerteza e risco e suporta as decisões.
  • É frequente encontrar dúvidas sobre o planejamento e suas relações de causa e efeito.
  • A falta de planejamento é umas das principais causas  causa de problemas no gerenciamento  e insucesso das empresas.
  • Quando a sua empresa (e você) tem um plano, ela fica mais bem preparada para o futuro, cria foco, une as pessoas em direção aos objetivos comuns, facilita o trabalho cooperado, a administração e economia de tempo e recursos.
  • O planejamento é um processo interativo, gera aprendizado e refina estimativas ao longo dos seus ciclos.
  • Um erro grave e muito frequente é tratar o planejamento como um evento pontual, estático e inalterado.
  • Pensar que um projeto de sucesso é caracterizado por atendimento ao prazo; atendimento ao orçamento  e atendimento a todas as funcionalidades, como inicialmente especificadas, é uma definição perigosa e incompleta; essa definição, ou forma de pensar, falha em não reconhecer que investimentos, prazos e decisões, devem ser periodicamente revisitados, avaliados, ajustados e comunicados.
  • Um projeto bem definido numa versão inicial não será necessariamente um sucesso; isto não é suficiente; clientes provavelmente não ficarão satisfeitos se novas e melhores funcionalidades forem rejeitadas em favor de outras medíocres, simplesmente por causa dessas últimas terem sido apresentadas no plano inicial.

Palavras chaves – planejamento, processoprocesso de negóciogestão de negóciosPDCAobjetivometaindicadores de controleKPIsituaçãoestratégiahabilidaderiscoameaçavulnerabilidadeincerteza,  informaçãoconhecimentoconfiançadecisão, decisão racional. decisão intuitiva, plano.


Teste seu Conhecimento sobre Planejamento

  1. O que é planejamento?
  2. Qual a utilidade da  ferramenta PDCA?
  3. Cite 3 atividades de cada etapa do PDCA.
  4. O que significa conceber o planejamento como um processo?
  5. Como o planejamento reduz o risco?
  6. Quais são os principais passos para reduzir riscos?
  7. Qual a relação entre risco, ameaça e vulnerabilidade?
  8. Quais são as estratégias mais frequentes para reduzir os riscos?
  9. Por que o planejamento reduz incertezas?
  10. Qual a diferença entre risco e incerteza?
  11. Qual a importância das informações no planejamento?
  12. Quais os cuidados que devemos tomar na emissão de relatórios para informar todos os envolvidos no planejamento e execução de processos de negócios?
  13. Por que o planejamento ajuda a estabelecer confiança?
  14. Quais as atitudes de confiança desenvolvidas pelo planejamento?
  15. Como o planejamento ajuda na tomada de decisão?
  16. Por que o planejamento aumenta a eficiência para atingir objetivos?
  17. Qual o efeito do planejamento no risco, incerteza, confiança, informação e tomada de decisão?
  18. O que é planejar no ambiente empresarial?
  19. Qual a relação entre planejamento e gerenciamento das empresas?
  20. Quais as habilidades técnicas e emocionais que são desenvolvidas quando planejamos?

Saiba mais. Processo de PlanejamentoPlanejamento e Inteligência EmocionalPlanejamento e ConfiançaPlanejamento e InformaçõesPlanejamento, Risco e IncertezaTipos de RiscoRecursoPlanejamento e Tomada de DecisãoObjetivos e MetasObjetivos e Metas SMARTMetas e AlinhamentoObjetivos EmpresariaisEstratégiaPlanejamento e RecomendaçõesPlanejamento e Boas PráticasPlanos EmpresariaisPlanos de NegóciosPlanos EstratégicosPlanos OperacionaisPlano de MarketingPlanos de Venda.



Para você realmente ganhar conhecimento e habilidade em qualquer atividade é necessário usar métodos e ferramentas para relembrar e exercitar, caso contrário elas serão rapidamente esquecidas ou não acessáveis no enorme banco de dados que você tem na sua mente.

Invista um pouco do seu tempo para desenhar e redesenhar o “SEU” mapa mental; esse processo de aprendizado  permite você refletir de forma organizada; ter uma boa visão de helicóptero; conectar  conceitospalavras chaves e relacionamentos; desenvolver “blocos de conhecimento” memoráveis, para você acessar essas informações na sua memória de longo prazo toda a vez que for necessária no seu dia a dia de atividades de planejamento.

Relembrar de forma espaçada é uma das melhores técnicas de aprendizado e resolução de problemas!

O desenho do mapa mental é individual e muda de pessoa para pessoa; cada vez que você desenha e redesenha  um mapa aparecerão diferenças que retratam mudanças e evoluções na forma de  você perceber uma determinada coisa.


Relembrando o que aprendeu

Faça essa experiência agora: 1) pegue uma folha de papel e invista 15 minutos para desenhar o seu mapa mental do que é planejamento; 2) Use outros 15 minutos para fazer uma outra coisa (tomar um café, dar uma caminhada ou fazer outra atividade); 3) Pegue outra folha de papel em branco e redesenhe o mapa mental do planejamento sem olhar para o mapa anterior,

mesmo que mudanças de na suas perspectivas, relações de importância, urgência, prioridade, conhecimento.

Processo de Planejamento

O que é Planejamento?

 

Figura. Diagrama de Fluxo de Dados do Processo de Planejamento, com suas entradas, sistemas de informação, recursose planos.

 

Qual o Mapa Mental do Planejamento Empresarial?

Figura. Mapa Mental para representar o Planejamento Empresarial; são usados 7 conceitos primários para descrever o que é o planejamento: processoobjetivosinformaçãoplanorecursos, previsões e inteligência emocional; e cada conceito primário é desdobrado em mais 5 conceitos secundários; ao todo o mapa ilustra 35 conceitos e suas relações.

O planejamento é um PROCESSO DE GERENCIAMENTO preocupado com a definição de METAS e a determinação dos RECURSOS necessários para atingir diferentes OBJETIVOS através de uma variedade de PLANOS (plano de negócios, plano estratégico, plano de marketing, plano operacional, plano de venda, etc.), para atender NECESSIDADES empresariais.

PLANEJAMENTO = PROCESSO DE GERENCIAMENTO + METAS + RECURSOS + OBJETIVOS + PLANOS + NECESSIDADES

O planejamento é também uma abordagem para a SOLUÇÃO DE PROBLEMAS; uma maneira sistemática de visualizar PROBLEMAS e NECESSIDADES,  TOMAR DECISÕES e desenvolver SOLUÇÕES de CURTO e LONGO PRAZOS.

PLANEJAMENTO = PROBLEMAS + NECESSIDADES + SOLUÇÃO + CURTO PRAZO + LONGO PRAZO + TOMADA DE DECISÃO

O planejamento é um PROCESSO para desenvolver METAS, ESTRATÉGIAS, ATIVIDADES e CRONOGRAMAS necessários para atingir os OBJETIVOS, com os RECURSOS disponíveis; é uma função fundamental do GERENCIAMENTO ORGANIZACIONAL  / NEGÓCIOS; deve resultar no melhor grau possível de SATISFAÇÃO de NECESSIDADES.

PLANEJAMENTO = OBJETIVOS + METAS + ESTRATÉGIAS + ATIVIDADES + CRONOGRAMA + NECESSIDADES + SATISFAÇÃO + RECURSOS

O planejamento é o PROCESSO de PENSAR sobre as ATIVIDADES necessárias para atingir um OBJETIVO desejado. Envolve a criação e manutenção de um PLANO, como aspectos psicológicos que exigem HABILIDADES EMOCIONAIS  e TÉCNICAS; é uma propriedade fundamental do COMPORTAMENTO INTELIGENTE

PLANEJAMENTO = PROCESSO DE PENSAR + ATIVIDADES + OBJETIVO + PLANO + HABILIDADES EMOCIONAIS + HABILIDADES TÉCNICAS

O planejamento pode ser de vários tipos e gera diferentes tipos de PLANOS que ajudam as empresas a alcançar EFICIÊNCIA e EFICÁCIA; gerar PREVISÃO de CENÁRIOS e REAÇÕES; é uma das técnicas mais importantes de GERENCIAMENTO de PROJETOS e GERENCIAMENTO de TEMPO; prepara uma SEQUÊNCIA de ETAPAS de AÇÃO para atingir algum OBJETIVO ESPECÍFICO.

PLANEJAMENTO = PLANOS + EFICIÊNCIA + EFICÁCIA + PREVISÃO + CENÁRIOS + REAÇÕES + GERENCIAMENTO DE PROJETO + GERENCIAMENTO DE TEMPO + AÇÕES + OBJETIVO ESPECÍFICO

O planejamento é uma jornada, bem estruturada, para reduzir riscos e incertezas, gerar informação , aumentar a confiança e suportar a tomada de decisão.

PLANEJAMENTO = RISCOS + INCERTEZA + INFORMAÇÃO + CONFIANÇA + TOMADA de DECISÃO

mapa mental da figura ajuda aprender, relembrar e expandir os principais conceitos do planejamento empresarial.

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Quais são as “fórmulas” do Planejamento Empresarial

As fórmulas a seguir descrevem o mapa mental do planejamento apresentado anteriormente; funcionam como uma ferramenta complementar para reflexão e memorização.

Planejamento =  Processo + Objetivo + Informação + Previsões + Recurso + Plano + Inteligência Emocional
Processo = Atividades + Sequência + Repetição + Controle + Decisão
Objetivos = Negócio + Estratégico + Operacional + Marketing + Venda + Contato
Informações = Experiência + Histórico + Relatórios + Publicidade + Conteúdos digitais
Recursos = Pessoas + Dinheiro + Serviços + Materiais + Ativos
Previsões = Pesquisas + Cenários + Tendências + Risco + Incerteza
Planos = Metas + Ações + Cronograma + Responsáveis + Controle
Inteligência Emocional = Autoconsciência + Autocontrole + Automotivação + Empatia + Sociabilidade

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Como interpretar o mapa mental e as fórmulas do planejamento?

Quando combinamos o desenho do  mapa mental com as fórmulas, criamos um ” bloco de conhecimento do planejamento” que nos facilita entender, memorizar e comunicar os conceitos que achamos mais importantes:

Os 7 conceitos primários do mapa e das fórmulas podem ser assim resumidos:

Os demais conceitos podem ser conectados da seguinte forma:

  • As empresas têm vários tipos de objetivos e planos atrelados, que formam uma hierarquia: PLANOS EMPRESARIAIS objetivos interrelacionados que seguem uma hierarquia, por exemplo: Objetivos de Negócios, Objetivos Objetivos Estratégicos, Objetivos Operacionais, Objetivos de Marketing, Objetivos de Venda, Objetivos de Contatos e Visitas, e assim por diante.
  • As INFORMAÇÕES têm um papel importante no planejamento; estão conectadas com conhecimento e inteligência; podem ser de vários tipos de fontes;  podem ser fontes internas (experiência, histórico de dados, relatórios, funcionários, … ) e fontes externas (parceiros de negócios, publicidade, mídias digitais, mídias sociais, TV, rádio, internet, profissionais de vendas, …).
  • O planejamento busca a eficiência no uso de RECURSOS, redução de desperdícios e de custos; recursos podem ser de vários tipos, como pessoas, dinheiro, materiais, serviço e ativos de uma forma geral.
  • Qualquer planejamento trabalha com PREVISÕES, que dependem de avaliações de riscos e incertezas; muitas previsões contam com pesquisas, análise de cenários e tendências.
  • Os PLANOS são gerados pelo planejamento de forma interativa e contínua; contém o objetivo a ser alcançado, metas, ações, cronograma, responsáveis e como deverá ser controlado.
  • O planejamento seus métodos e ferramentas desenvolvem a inteligência emocional, ou seja a autoconsciência, autocontrole, motivação, empatia e sociabilidade.

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Qual a importância do Planejamento no Gerenciamento de Negócios?

Figura. Método PDCA  de 4 passos para gerenciar processos de negócios. 

A figura resume o método PDCA  de 4 passos “muito utilizado” para gestão continuada de processos empresariais – Planejar, Desempenhar, Checar e Ajustar.

A figura dá uma “visão de helicóptero” das etapas do processos de negócios para atingir objetivos, destaca o planejamento, seu posicionamento e como influencia todas as  outras 3 etapas (desempenhar, checar e ajustar); observe os principais componentes da etapa de planejamento: objetivosmetasindicadores de controle, processos, recursos, riscos,  habilidadesestratégia e plano.

  • Quando definimos o planejamento como um processo, isso significa que ele pode ser dividido em etapas bem determinadas e sujeito a constantes melhorias ao longo de seu ciclo de vida.
  • O planejamento gera planos de forma interativa, ou seja, participativa, comunicativa, conversacional; um plano é uma lista de etapas com detalhes de tempo e recursos, usados ​​para atingir os objetivos e metas.

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Qual o Propósito do Planejamento?

O planejamento é uma jornada, bem estruturada, para reduzir riscos e incertezas, gerar informação , aumentar a confiança e suportar a tomada de decisão.

Figura. O Propósito do Planejamento. Gerar Informações e Confiança, Reduzir Incertezas e Riscos , ajudar a tomar decisões e atingir objetivos, de forma eficaz e eficiente.

  • Planejar no ambiente empresarial significa buscar o constante alinhamento entre as expectativas dos clientes e da empresa; conhecer quais as necessidades de clientes e dos recursos que serão necessários – quanto, quando, perfil e período.
  • Os planos gerados pelo planejamento, direcionam nossas decisões de investimentos; com eles, podemos aceitar ou rejeitar um projeto; se um projeto está na trilha de entrega dos resultados que o cliente espera; sem planos nossos projetos e empreendimentos ficam vulneráveis a um grande número de problemas.
  • Planos permitem responder perguntas do tipo: poderemos entregar esse projeto em junho? Poderemos atender com os níveis de serviços exigidos em contrato? Quais são as etapas mais críticas que podem dar errado? Que variáveis ou situações podem ter maior impacto nos resultados?

  • O planejamento é um processo para atingir objetivos de forma eficiente.
  • O planejamento avalia a situação corrente, pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças (ver SWOT), desdobra objetivos em metas, define e monitora indicadores de controle (KPIs) para identificar desvios, métricas para monitorar as metas), desafios (objetivo – situação atual), os recursos disponíveis (materiais, energia, serviços, pessoal, conhecimento ou outros ativos),;
  • O planejamento faz previsões e avalia riscos e incertezasestratégiashabilidades e gera planos ao longo dos seus ciclos.
  • O planejamento, ao longo dos seus ciclos, gera informação, desenvolve a inteligência emocional e confiança, reduz a incerteza e risco e suporta as decisões.
  • É frequente encontrar dúvidas sobre o planejamento e suas relações de causa e efeito.
  • A falta de planejamento é umas das principais causas  causa de problemas no gerenciamento  e insucesso das empresas.
  • Quando a sua empresa (e você) tem um plano, ela fica mais bem preparada para o futuro, cria foco, une as pessoas em direção aos objetivos comuns, facilita o trabalho cooperado, a administração e economia de tempo e recursos.
  • O planejamento é um processo interativo, gera aprendizado e refina estimativas ao longo dos seus ciclos.
  • Um erro grave e muito frequente é tratar o planejamento como um evento pontual, estático e inalterado.
  • Pensar que um projeto de sucesso é caracterizado por atendimento ao prazo; atendimento ao orçamento  e atendimento a todas as funcionalidades, como inicialmente especificadas, é uma definição perigosa e incompleta; essa definição, ou forma de pensar, falha em não reconhecer que investimentos, prazos e decisões, devem ser periodicamente revisitados, avaliados, ajustados e comunicados.
  • Um projeto bem definido numa versão inicial não será necessariamente um sucesso; isto não é suficiente; clientes provavelmente não ficarão satisfeitos se novas e melhores funcionalidades forem rejeitadas em favor de outras medíocres, simplesmente por causa dessas últimas terem sido apresentadas no plano inicial.

Palavras chaves – planejamento, processoprocesso de negóciogestão de negóciosPDCAobjetivometaindicadores de controleKPIsituaçãoestratégiahabilidaderiscoameaçavulnerabilidadeincerteza,  informaçãoconhecimentoconfiançadecisão, decisão racional. decisão intuitiva, plano.


Teste seu Conhecimento sobre Planejamento

  1. O que é planejamento?
  2. Qual a utilidade da  ferramenta PDCA?
  3. Cite 3 atividades de cada etapa do PDCA.
  4. O que significa conceber o planejamento como um processo?
  5. Como o planejamento reduz o risco?
  6. Quais são os principais passos para reduzir riscos?
  7. Qual a relação entre risco, ameaça e vulnerabilidade?
  8. Quais são as estratégias mais frequentes para reduzir os riscos?
  9. Por que o planejamento reduz incertezas?
  10. Qual a diferença entre risco e incerteza?
  11. Qual a importância das informações no planejamento?
  12. Quais os cuidados que devemos tomar na emissão de relatórios para informar todos os envolvidos no planejamento e execução de processos de negócios?
  13. Por que o planejamento ajuda a estabelecer confiança?
  14. Quais as atitudes de confiança desenvolvidas pelo planejamento?
  15. Como o planejamento ajuda na tomada de decisão?
  16. Por que o planejamento aumenta a eficiência para atingir objetivos?
  17. Qual o efeito do planejamento no risco, incerteza, confiança, informação e tomada de decisão?
  18. O que é planejar no ambiente empresarial?
  19. Qual a relação entre planejamento e gerenciamento das empresas?
  20. Quais as habilidades técnicas e emocionais que são desenvolvidas quando planejamos?

Saiba mais. Processo de PlanejamentoPlanejamento e Inteligência EmocionalPlanejamento e ConfiançaPlanejamento e InformaçõesPlanejamento, Risco e IncertezaTipos de RiscoRecursoPlanejamento e Tomada de DecisãoObjetivos e MetasObjetivos e Metas SMARTMetas e AlinhamentoObjetivos EmpresariaisEstratégiaPlanejamento e RecomendaçõesPlanejamento e Boas PráticasPlanos EmpresariaisPlanos de NegóciosPlanos EstratégicosPlanos OperacionaisPlano de MarketingPlanos de Venda.


 


Para você realmente ganhar conhecimento e habilidade em qualquer atividade é necessário usar métodos e ferramentas para relembrar e exercitar, caso contrário elas serão rapidamente esquecidas ou não acessáveis no enorme banco de dados que você tem na sua mente.

Invista um pouco do seu tempo para desenhar e redesenhar o “SEU” mapa mental; esse processo de aprendizado  permite você refletir de forma organizada; ter uma boa visão de helicóptero; conectar  conceitospalavras chaves e relacionamentos; desenvolver “blocos de conhecimento” memoráveis, para você acessar essas informações na sua memória de longo prazo toda a vez que for necessária no seu dia a dia de atividades de planejamento.

Relembrar de forma espaçada é uma das melhores técnicas de aprendizado e resolução de problemas!

O desenho do mapa mental é individual e muda de pessoa para pessoa; cada vez que você desenha e redesenha  um mapa aparecerão diferenças que retratam mudanças e evoluções na forma de  você perceber uma determinada coisa.


Relembrando o que aprendeu

Faça essa experiência agora: 1) pegue uma folha de papel e invista 15 minutos para desenhar o seu mapa mental do que é planejamento; 2) Use outros 15 minutos para fazer uma outra coisa (tomar um café, dar uma caminhada ou fazer outra atividade); 3) Pegue outra folha de papel em branco e redesenhe o mapa mental do planejamento sem olhar para o mapa anterior,

mesmo que mudanças de na suas perspectivas, relações de importância, urgência, prioridade, conhecimento.

 

 

Planejamento e Inteligência Emocional

 Como o planejamento desenvolve a Inteligência Emocional?

Figura. Planejamento e Inteligência Emocional. 

O planejamento gera planos desenvolve a sua inteligência emocional. Qual a razão disso?

  • O planejamento torna você mais eficaz (atingir o objetivo) e eficiente (fazer bem, mais rápido, chegar na frente, gastar menos energia e custo, etc);
  • Exercita o pensamento estratégico, ou a capacidade de olhar para o horizonte e identificar os melhores caminhos.
  • Aumenta a atenção e torna você mais consciente daquilo que você irá fazer ou que está fazendo; perceber pensamentos e emoções; fazer autoavaliações realistas; ser uma pessoa mais mais honesta consigo mesma sem ser demasiadamente crítica ou esperançosa.
  • Gera autocontrole , capacidade mental de uma pessoa para controlar a si mesma, comportamentos e desejos; aumenta a precisão dos resultados, permite simular e analisar situações, necessidades, problemas e desvios prováveis antes de que aconteçam; ajuda a prevenir e resolver conflitos, torna você e a sua empresa proativos e mais confiantes.
  • Pelo fato de desdobrar objetivos em metas, desenvolver estratégias, gerar informações, criar planos, avaliar resultados, o planejamento alimenta a vontade e  “motiva a ação” das equipes e empresas; gera motivação.
  • O planejamento desenvolve a sua empatia pelo fato de fazer você avaliar várias perspectivas e se colocar no lugar da empresa, das pessoas e clientes;
  • Permite você ser mais sociável, pelo fato de gerar planos para ajudar a se posicionar, ser amigável com o propósito de mover pessoas na direção que você deseja: o obetivo do planejamento.

Figura. Inteligência Emocional

Saiba mais. Processo de PlanejamentoInteligência EmocionalPlanejamento e ConfiançaPlanejamento e InformaçõesPlanejamento, Risco e IncertezaTipos de RiscoRecursoPlanejamento e Tomada de DecisãoObjetivos e MetasObjetivos e Metas SMARTMetas e AlinhamentoObjetivos EmpresariaisEstratégiaPlanejamento e RecomendaçõesPlanejamento e Boas PráticasPlanos EmpresariaisPlanos de NegóciosPlanos EstratégicosPlanos OperacionaisPlano de MarketingPlanos de Venda.

 

Planejamento e Confiança

Por que o planejamento ajuda a estabelecer confiança?

Figura. O planejamento gera confiança. Gera estimativas, informações, transparência  e entregas, que aumentam a confiança nos relacionamentos.

O costume de entregar serviços tal como prometido desenvolve a confiança:

  • Estimativas confiáveis geram entregas confiáveis e relacionamentos confiáveis. Muitas decisões que necessitam ser feitas pelos clientes, que interferem diretamente nos resultados, são difíceis de serem tomadas por eles, principalmente, na contratação ou no início de projetos, a menos que apresentamos alternativas de soluções.
  • Nossas opiniões, só serão levadas em conta se provadas confiáveis ao longo do histórico do relacionamento.
  • Estimativas confiáveis beneficiam os prestadores de serviço, já que permitem trabalhar num ritmo sustentável; isto leva a prestar serviços de alta qualidade, que propiciam melhores estimativas devido à economia de tempo do não tratamento de situações não previstas.

Quais as atitudes de confiança desenvolvidas pelo planejamento?

  • Força interior – firmeza, segurança, determinação, certeza, assertividade, convicção, esforço,
  • Esperança – otimismo, persuasão, naturalidade, simplicidade, descontração, fluência.
  • Familiaridade – proximidade, contato, prática, experiência, intimidade.
  • Crédito: boa fama, boa reputação, confiabilidade, credibilidade.

Planejamento e Informações

Qual a importância das informações no planejamento?

Figura. Planejamento e Informação.

Um plano deve identificar as expectativas e descrever o que pode acontecer ao longo do projeto:

  • O plano não garante um conjunto exato de resultados numa data, com um determinado custo. No entanto, ele comunica, gera informações e estabelece um conjunto de expectativas.
  • Informações realimentam clientes, usuários e equipes sobre objetivos, processos, projetosprodutos, serviços e soluções.
  • Informações facilitam o entendimento, auxiliam na validação de etapas, ajudam a avaliar riscos e incertezas, reduzem inseguranças e aumentam a confiança na tomada de decisão, estimulam o trabalho em equipe; por exemplo, se você me pergunta quanto tempo será gasto num projeto e eu lhe informo que ele durará 8 meses e não informo como cheguei a essa previsão, naturalmente você ficará desconfiado, não é mesmo? Isto porque falta informação!
  • Por outro lado, se apresento um plano bem documentado, dividido em etapas, com fatores críticos de sucesso, KPIs para dar visibilidade e controle, com recomendações para um trabalho cooperativo, a chance de você acreditar e ajudar que outros acreditem e cooperem aumentará muito.

Como gerar relatórios?

Figura. Planejamento, Informações e Relatórios. Para gerar relatórios você deve seguir 3 passos: 1) Avaliar a necessidade do relatório; 2) Identificar as áreas e pessoas de interesse e 3) Organizar informações para fácil compreensão

A emissão de informações em formato de relatórios é uma atividade de comunicação, que consome tempo de quem o faz e de quem o analisa; não é pouco frequente, nos depararmos com relatórios não  efetivos; para a emissão de relatórios efetivos são recomendados 3 passos:

  • 1º Passo: Identificar necessidades. A geração de um relatório está diretamente associada à resposta das seguintes perguntas: é necessário? quais questões são respondidas? quais prioridades estão sendo atendidas? o relatório é direcionado para resultados? gera mudança? Você só deve gerar um relatório se as respostas a essas perguntas forem convincentes;
  • 2º Passo: Identificar áreas de Interesse. Embora todo o time tenha o objetivo em comum de atender os SLAs contratados, cada  destinatário  geralmente atua em atividades e níveis distintos; portanto, têm interesses distintos; usar relatórios distintos para públicos distintos aumenta a efetividade dos relatórios. No entanto, não é produtivo encaminhar um relatório para cada área, mas deve ser analisado e destacado ações e responsabilidades; é importante ressaltar aspectos de relevância, de acordo com as responsabilidades de cada um.
  • 3º Passo: Geração do Relatório. A geração de relatórios é um processo passível de melhorias sucessivas; muitas vezes, a emissão do relatório deverá ser acompanhada por uma reunião, de acordo com a importância e urgência da mudança. Use a sequência descrita na figura, para gerar relatórios efetivos e de alto desempenho.

Palavras chave: informação, planejamento, projetosprodutos, serviços e soluções, tomada de decisão, indicadores de desempenho, SLAanalisenecessidadesmudança

Teste seu conhecimento

  1. Use as palavras chaves listadas anteriormente para descrever qual a importância da informação no planejamento.
  2. Quais são os tipos de informações que são frequentemente utilizadas no planejamento?
  3. Por que as informações ajudam o processo de decisão?
  4. Quais são os passos para a geração de relatórios?
  5. Quais são exemplos de perguntas que devemos nos fazer para avaliarmos a necessidade de emissão de um relatório?
  6. Qual a importância de identificar as áreas ou pessoas que irão receber os relatórios e informações do planejamento?
  7. Quais são os componentes de um bom relatório?

Saiba mais. Processo de PlanejamentoPlanejamento e Inteligência EmocionalPlanejamento e ConfiançaDados, Informação e ConhecimentoPlanejamento, Risco e IncertezaTipos de RiscoRecursoPlanejamento e Tomada de DecisãoObjetivos e MetasObjetivos e Metas SMARTMetas e AlinhamentoObjetivos EmpresariaisEstratégiaPlanejamento e RecomendaçõesPlanejamento e Boas PráticasPlanos EmpresariaisPlanos de NegóciosPlanos EstratégicosPlanos OperacionaisPlano de MarketingPlanos de Venda.

Planejamento, Risco e Incerteza


Como o planejamento reduz o Risco?

Figura. Planejamento e Risco

  • Risco é a probabilidade de acontecer um evento e o impacto desse evento no ambiente e resultados esperados, tal como explicitado na fórmula abaixo:
RISCO = PROBABILIDADE DE ACONTECER UM EVENTO x IMPACTO DO EVENTO NOS RESULTADOS
  • De uma forma geral o risco é descrito como uma situação que redunda numa consequência negativa (mas, não necessariamente, precisa ser negativa); o importante é entender que, embora o risco esteja presente em todas as situações, ele pode ser anulado ou mitigado (reduzido) pelo processo de planejamento.
  • O planejamento aumenta a chance de sucesso de projetos fornecendo compreensão dos seus riscos; alguns projetos são tão arriscados que você pode resolver não iniciar uma vez que não conhece os seus riscos; outros podem conter fatores cujos riscos podem ser contidos ou mitigados, se direcionada atenção prévia.
  • Risco podem advir de várias naturezas – do ambiente, do processo, do produto que estamos nos comprometendo a entregar, do conhecimento da equipe e do setor financeiro (exceder os custos previstos e dilacerar as margens), entre outros.

Como mitigar riscos?

Figura. Planejamento e Gerência de Risco.

Resposta: gerenciar os vários tipos de riscos, rodar o processo de planejamento, gerar planos sucessivos e refinados, aumentar e melhor base de conhecimentos, explicitar incertezas e informar o andamento para todos os envolvidos:

  • O processo de planejamento  desenvolve a habilidade para identificar riscos, quando podem acontecer, quais os seus impactos, formas de anular e reduz.
  • planejamento aumenta a probabilidade de sucesso nos projetos fornecendo compreensão dos vários tipos de riscos.
  • Alguns projetos são tão arriscados que você pode resolver não iniciar, uma vez que não conhece os seus riscos; outros podem conter fatores cujos riscos podem ser contidos ou mitigados se você direcionar atenção prévia.
    Em alguns casos a aceitação do risco pode chegar a muito próximo de zero.

A Gerência de risco e sua redução seguem os seguintes passos:

  • Identificar os ativos (SLAsinformação, materiais, sistemas, propriedades etc.) que são mais críticos e importantes na organização ou projeto.
  • Monitorar, identificar e avaliar vulnerabilidades ameaças.
  • Determinar o riscos, ou seja a consequência esperada de um tipo de ameaça, em cada ativo específico.
  • Identificar estratégias para reduzir os riscos.
  • Priorizar as ações de redução de riscos baseado nas estratégias.

Quais são exemplos de estratégias para reduzir riscos?

  • Transferir o risco para outra parte.
  • Anular o risco.
  • Reduzir o efeito negativo do risco.
  • Aceitar toda ou alguma parte das consequências do risco.

Por que o planejamento reduz incertezas?

Figura. Planejamento e Incerteza.

Incerteza é um termo usado, com diversos significados, em muitos campos; pode referir-se a uma situação em que não se pode prever exatamente o resultado de uma ação ou o efeito de uma condição; ou referir-se ao grau de imprecisão de medidas físicas ou, simplesmente, ao desconhecido.

  • Incerteza e Riscos são conceitos fortemente relacionados, mas diferentes.
  • O risco ocorre quando conhecemos os possíveis cenários e conseguimos atribuir probabilidade a cada um deles.
  • Incerteza é falta de certeza, um estado de conhecimento limitado onde é impossível descrever exatamente o estado existente, um resultado futuro ou mais do que um resultado possível.
  • O risco é a interação intencional com a incerteza; é uma consequência da ação tomada, apesar da incerteza.
  • Incerteza se refere a situações nas quais muitos resultados são possíveis, mas a probabilidade de cada um ocorrer é desconhecida. É um resultado potencial, imprevisível e incontrolável.
  • Lidar com risco não é o maior problema; a situação se complica quando ao invés do risco, temos que lidar com a incerteza.
  • Um bom processo de planejamento refina as estimativas ao longo do tempo e reduz os riscos e as incertezas.

O Cone de Incerteza

Figura. Planejamento e o Cone de Incerteza. O planejamento reduz incertezas ao lono dos seus vários ciclos.

Uma teoria bem conhecida, mostra que na fase inicial de um projeto a estimativa de tempo para a execução do empreendimento pode variar de 60% a 160%. Isto é, um projeto com expectativa de durar 20 semanas, pode durar de 12 a 32 semanas! Essa é uma variância grande que representa um alto nível de incerteza. No entanto, numa fase mais avançada do projeto, após a especificação de requisitos, as estimativas de duração do projeto variam entre +- 15%; desta forma, uma estimativa de 20 semanas poderá se concretizar entre 17 a 23 semanas; isto é, o processo de planejamento gera planos com maior precisão, sucessivamente, ao longo do tempo.

Tipos de Risco

O que é Risco ?

RISCO = PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE UM EVENTO x IMPACTO DO EVENTO NO AMBIENTE (1)
Muitas vezes o risco é descrito como uma situação que redunda numa consequência negativa, mas não necessariamente precisa ser negativa; o importante é entender que, embora o risco esteja presente em todas as situações, ele pode ser anulado ou mitigado (reduzido) pelo processo de planejamento.

Quais são os tipos de Riscos Empresariais?

Um risco no negócio é uma possibilidade futura que pode impedi-lo de alcançar uma meta de negócio; são de vários tipos e incluem coisas que você pode controlar (riscos internos), como sua estratégia e outras coisas além de seu controle (riscos externos), como a economia e política, por exemplo.

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O que é Risco Estratégico?

O Risco Estratégico é o potencial da sua empresa se apoiar num conjunto de estratégias, se tornar menos eficiente e não alcançar seus objetivos de negócio; pode ser devido a mudanças tecnológicas, um novo concorrente entrando no mercado, mudanças na demanda do cliente, picos nos custos de matérias-primas ou qualquer número de outras mudanças; risco estratégico está associado a capacidade da empresas se adaptar às mudanças; a história está repleta de exemplos de empresas que enfrentaram riscos estratégicos; alguns conseguem se adaptar com sucesso, outras não; um exemplo clássico é a Kodak, que se tivesse analisado o risco estratégico com mais cuidado, concluiria que outra pessoa começaria a produzir câmeras digitais e seria melhor para ela canibalizar seu próprio negócio do que deixar outra empresa fazer isso.

Não importa em qual indústria você esteja, sua reputação é tudo; se a sua reputação for prejudicada, você verá uma perda imediata de receita, pois os clientes se tornam cautelosos ao fazer negócios com você, mas há outros efeitos também – seus funcionários podem se desmoralizar e até decidir sair; você pode achar difícil contratar bons substitutos, já que candidatos em potencial ouviram falar da sua má reputação e podem não querer se juntar à sua empresa; os fornecedores podem começar a oferecer termos menos favoráveis; anunciantes, patrocinadores ou outros parceiros podem decidir que não querem mais serem associados a você.

O que é Risco em Segurança da Informação?

Risco na perspectiva da segurança da informação refere-se ao potencial de perda ou dano quando uma ameaça explora uma vulnerabilidade; exemplos de risco incluem perdas financeiras como resultado de interrupção de negócios, perda de privacidade, danos à reputação, implicações legais e podem até incluir a perda de vidas; riscos de segurança podem ser segmentados em riscos à confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade e legalidade dos ativos de uma organização.

RISCO = AMEAÇAS X VULNERABILIDADES (2)

O que é Risco Político?

Risco político é quando que os retornos de um investimento podem sofrer como resultado de mudanças políticas ou instabilidade em um país. A instabilidade que afeta os retornos de investimento pode resultar de uma mudança no governo, nos órgãos legislativos, em outros responsáveis ​​pela política externa ou no controle militar. O risco político também é conhecido como “risco geopolítico” e se torna mais crítico à medida que o horizonte de tempo de um investimento se torna mais longo.

O que é Risco Competitivo?

Risco competitivo é o potencial de ações de um concorrente para impactar negativamente o seu negócio. Em um mercado competitivo saudável, o risco competitivo gera melhorias, como redução de custos e melhorias de qualidade. Exemplos comuns de risco competitivo são: preços ou descontos do concorrente, novos modelos de negócio, localização de um concorrente próximo ao seu negócio, recursos – quando um concorrente é visto como um empregador mais atraente pode resultar na perda de recursos humanos qualificados, promoção de um concorrente que atraia seus clientes e em alguns casos podem afetar a percepção da sua marca ou ofertas de forma negativa, distribuição – quando um concorrente pode alcançar uma posição preferencial com seus parceiros de distribuição, e assim por diante.

O que é Risco de Pessoal?

Riscos de pessoal referem-se aos custos que irão surgir em consequência de doenças e incidentes que acontecem ao pessoal da empresa; as pessoas são o ativo mais importante em qualquer negócio e também são o ativo mais vulnerável; podem sofrer acidentes de trabalho com máquinas e bens; riscos de pessoal podem ser mais difíceis para reparar e as consequências podem ser muito sérias, principalmente por causa de conexões emocionais que podem gerar; empregados geralmente têm famílias e dependentes que dependem financeiramente dos seus empregos; exemplos deste tipo de risco: um empregado chave fica seriamente doente e pode ficar meses sem trabalhar; um diretor pode morrer após um ataque cardíaco, e assim por diante.

 O que é Risco no Ambiente de Trabalho?

Os riscos ambientais de trabalho podem ser de várias naturezas, tais como, agentes físicos (ruídos, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações, …), químicos (poeiras, gases, vapores que podem ser absorvidos por via respiratória ou através da pele, …), biológicos (bactérias, fungos, parasitas, vírus, …), riscos de acidentes (arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas, iluminação inadequada, instalação elétricas inadequada, probabilidade de incêndio ou explosão, …), ergonômicos (esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, postura inadequada, controle rígido de produtividade, jornadas de trabalho prolongadas, monotonia e repetitividade, …); todos esses tipos de riscos podem causar danos à saúde do profissional em função da intensidade, tempo de exposição ou falta de equipamentos de proteção apropriados.

O que é Risco Climático?

Estratégias para reduzir a exposição e a vulnerabilidade a riscos climáticos como ciclones, enchentes, incêndios florestais, inundações, temperaturas extremas, aumentam a incerteza sobre onde os riscos climáticos ocorrem, quando, por quanto tempo e em que nível de intensidade; combinado com outros processos de mudança, como a urbanização e o desmatamento, a forma como os sistemas socioeconômicos e ecológicos são afetados pelo clima também está mudando, forçando-nos a reavaliar as práticas convencionais de gerenciamento de riscos climáticos; no Brasil, por exemplo,é requente  tempestades e enchentes danificarem edifícios e infra-estruturas; adicionalmente, as empresas que são publicamente criticadas por sua política ambiental podem perder clientes devido à sua reputação negativa.

Os vários tipos de riscos ( a lista e descrição de riscos apresentados não são exaustivos) estão interrelacionados; é um sistema de tradeoff, ou seja, ações para mitigar um tipo de risco podem aumentar outros tipos de riscos;

Uma vez 1) entendidos os vários tipos de riscos, o próximo passo é 2) olhar mais profundamente para cada tipo de risco, 3) identificar coisas específicas que poderiam dar errado, 4) o impacto que podem gerar e 5) criar estratégias para lidar com esses riscos.

Como o Risco afeta a “Percepção de Valor”?

Podemos relacionar valor, benefício, custo e risco pela fórmula de valor:

FÓRMULA DE VALOR: VALOR = BENEFÍCIO / (CUSTOS x RISCOS) (3)
  • Ao observar a fórmula de valor, você constata que o valor da empresa, negócio ou projeto pode ser aumentado ou diminuído em função da percepção dos riscos decorrente de uma determinada ação ou inatividade, prevista ou imprevista
  • A percepção do risco é um julgamento subjetivo que as pessoas fazem sobre as características e a gravidade do risco, tal como descrito na fórmula de valor; cada pessoa racionaliza o valor e o risco de acordo com suas habilidades, crenças e valores.
  • Se a percepção do risco for maior e a percepção de benefícios e custos for mantida, o valor percebido será menor; em contrapartida se reduzirmos a percepção do risco, o valor percebido será maior (se mantidos os custos e benefícios);
  • Quando tratamos com projetos ou empreendimentos de maior valor ou custo, a percepção do risco tende a aumentar; em contrapartida, num mesmo contexto, quando aumentamos a percepção de benefícios, a percepção de custos e riscos tendem a diminuir.

  • O risco é a principal causa de incerteza das pessoas e empresas.
  • As empresas cada vez mais se concentram em identificar e gerenciar os riscos antes que afetem seus negócios.
  • A habilidade de avaliar riscos é muito valorizada no mercado de trabalho; porque sem ela é provável que os objetivos não sejam atingidos.
  • A capacidade de gerenciar riscos aumenta a confiança para futuras decisões de negócios, já que o conhecimento dos riscos ajuda a lidar com problemas potenciais.
  • Um dos papéis dos gerentes é identificar os riscos, elaborar estratégias para proteção contra esses riscos, executar essas estratégias e motivar todos os membros da empresa a cooperar nessas estratégias.
  • A análise de SWOT é uma ferramenta de análise de riscos, já que analisa pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças
  • O planejamento identifica quando os riscos podem acontecer, quais os impactos, formas de anular e reduzir; aumenta a probabilidade de sucesso de projetos e melhor compreensão dos seus riscos.
  • Embora o risco esteja presente em todas as situações, ele pode ser anulado ou mitigado (reduzido) pelo processo de planejamento
  • Alguns projetos são tão arriscados que poderemos não iniciar se não conhecermos em detalhes os seus riscos; outros podem conter fatores cujos riscos podem ser contidos ou mitigados, se direcionada a atenção prévia.
  • Quanto maior for o risco, mais valorizado é o pensamento estratégico.
  • As empresas não devem esperar eliminar todos os riscos; isso seria muito custoso; em vez disso, devem procurar identificar e alcançar um nível de risco aceitável para gerar o maior valor.

Palavras chaves – risco,  ativo, ameaça, vulnerabilidaeestratégia, fórmula de valor,  habilidades, meta, mudança, planejamentovalor, valores, vulnerabilidade.


Teste seu Conhecimento

  1. O que é Risco?
  2. Quais são os tipos de riscos empresariais?
  3. Dê exemplos de riscos internos e externos.
  4. Qual o risco associado a incapacidade da empresa de se adaptar às mudanças?
  5. Qual o tipo de risco associado a regulamentação, regras e leis, requerimentos, padrões, transparência e políticas?
  6. Falhas do dia a dia da empresa podem ser enquadradas em qual tipo de risco?
  7. Qual a categoria de risco associada à geração de custos extras e receitas perdidas?
  8. Quais os problemas gerados pelo risco de reputação?
  9. Podemos dizer que o risco de segurança da informação pode ser desdobrado em 5 componentes. Quais são?
  10. Existe um tipo de risco quando que os retornos de um investimento podem sofrer como resultado de mudanças políticas ou instabilidade em um país.
  11. Qual a categoria de risco associado à instabilidade em um país?
  12. Em um mercado saudável existe um tipo risco empresarial que gera melhorias de custos e qualidade para os potenciais compradores. Qual é?
  13. Por que o risco de pessoal geralmente é mais difícil de reparar?
  14. Cite exemplos das várias naturezas dos riscos no ambiente de trabalho.
  15. Como as condições climáticas podem afetar o risco empresarial?
  16. Podemos definir RISCO = AMEAÇAS x VULNERABILIDADES. Explique a fórmula.
  17. VALOR = BENEFÍCIOS / (CUSTOS x RISCOS). Explique a fórmula.
  18. A habilidade de identificar e avaliar o Risco aumenta o desempenho do processo de venda e de compra. Explique essa afirmativa?

Saiba mais.


 

 

 

Gerenciamento de Recursos nas Empresas


Qual a importância desse aprendizado para você?

Figura. Importância do Gerenciamento de Recursos. 

Está cada vez mais difícil operar com lucratividade e a gestão de recursos é um determinante de sucesso para as organizações de serviços onde o recurso  principal são as pessoas.

  • Se você vende um serviço, ele precisa ser lucrativo; para tal, você precisa estimar corretamente o tempo e os recursos necessários para entregar o serviço e garantir que ele atenda ou exceda as expectativas do cliente durante todo o ciclo de vida do projeto.
  • A falta de conhecimento sobre gerenciamento de recursos é um problema frequente; neste particular destaca-se a “visão curta” do ciclo de vida dos projetos, ou visão imediatista, que não considera as constantes mudanças das necessidades de recursos ao longo do ciclo de vida do negócio.
  • O gerenciamento de recursos não se resume numa única etapa, nem mesmo numa série de etapas, é um processo contínuo e dinâmico; você precisa ter uma visão holística (abrangente e integral) para gerar benefícios, retorno do investimento, satisfação, fidelidade e compra de novos serviços.
  • O sucesso do seu projeto corrente é fruto de um bom trabalho no projeto passado; da sua capacidade de ajudar o cliente no horizonte de curto, médio e longo prazos; identificar quais os métodos que serão empregados ao longo de toda a vida útil do projeto e como será essa interação.

 

O que é um Recurso?

Figura. Mapa Mental da Gerência de Recursos

Recursos são ativos que são transformados para produzir benefícios, tais como aumento de riqueza, bom funcionamento de um sistema ou aumento do bem-estar. 

  • Os recursos de uma organização podem ser pessoas, materiais, equipamentos, conhecimento, tempo.
  • Um recurso é tudo o que é necessário para executar uma tarefa ou projeto.
  • Por exemplo, se você estiver planejando um evento, alguns recursos incluem: a equipe para o evento, fornecedores, materiais promocionais, software que permita que os participantes se registrem,  brindes, buffet e assim por diante.
  • As organizações possuem recursos limitados, portanto, é necessário mapear quais e quando os recursos são gastos no dia a dia das organizações; isso pode e deve ser determinado dentro dos cronogramas dos projetos.
  • Um plano de recursos é essencial para o gerenciamento eficaz de recursos; à medida que o cronograma do projeto muda, o plano de recursos também deve ser flexível o suficiente para se ajustar à essas mudanças.

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O que é Gerenciamento de Recursos?

Figura. Ciclo de Gerenciamento de Recursos.

gerenciamento de recursos é o desenvolvimento eficiente (fazer certo uma coisa) e eficaz (fazer a coisa certa) dos recursos de uma organização; é um elemento-chave para a estimativa de recursos humanos e não humanos para as  atividades de um projeto.

Uma das razões pelas quais as empresas acabam comprometendo seus lucros é devido ao uso ineficiente dos recursos disponíveis; você não será capaz de obter qualquer valor de seus investimentos, a menos que você saiba como tirar o máximo proveito dos recursos.

De uma forma geral, a gerência de recursos é composta de cinco etapas:

  • Estimativa. Qual o projeto e quais são os recursos que serão necessários para que um projeto seja bem sucedido? Quais as taxas para garantir a rentabilidade? Quais são os requisitos importantes para a aprovação do projeto? (antes do início do projeto).
  • Planejamento. Quais são as fases do projeto? Qual a demanda de recursos a ser reservada para o projeto? Quais as estimativas de tempo? Quais as limitações de recursos vigentes? (imediatamente antes do início do projeto).
  • Execução. Como os recursos serão agendados? Como o projeto será colocado em movimento? Como detalhar a estrutura, subtarefas e cronogramas de tarefas? Como será o acompanhamento do projeto em termos de desempenho e cronograma? (imediatamente após o projeto ser ganho).
  • Análise. Quais são os dados, informações, uso e lucratividade do projeto? os recursos do projeto estão alocados corretamente para melhorar o desempenho do projeto? Quais são as medidas utilizadas? (durante o projeto)
  • Otimização. Quais são as mudanças? Quais as técnicas de redução de custos? Qual o nível de satisfação do clientes? Quais as decisões a serem tomadas? O processo de contratação, taxas de faturamento, ou alocação de recursos deve ser ajustado? (durante o projeto)

Observe que cada etapa é insumo para a etapa posterior, um ciclo de feedback; por exemplo, a última fase (otimização) ajudará a informar melhorias na primeira fase (estimativas); ao conceber o gerenciamento de recursos como um ciclo interativo, você pode se preparar para os conflitos e fazer mudanças proativas no seu projeto, na sua equipe e plano para executar e aumentar a lucratividade.

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Quais são as vantagens do gerenciamento de recursos?

Figura. Vantagens do Gerenciamento de Recursos.

Veja algumas vantagens do Gerenciamento de Recursos:

  1. Evitar imprevistos:  ao entender seus recursos antecipadamente e planejar como usá-los, você pode solucionar falhas ou problemas antes que eles aconteçam.
  2. Evitar sobrecargas: o  gerenciamento eficaz de recursos permite que você evite a sobrecarga ou a “dependência” de recursos e obtenha informações sobre a carga de trabalho de sua equipe.
  3. Facilitar a gestão de resultados:  digamos que o projeto não foi bem-sucedido devido à falta de recursos (isso acontece); o planejamento e o gerenciamento de recursos estabelecem que você fez tudo o que podia com o que tinha.
  4. Prover transparência:  obter visibilidade das equipe e avaliar capacidade máxima ou disponibilidade para assumir novos projetos.
  5. Avaliar a eficiência:  Com uma compreensão de alto nível do que é necessário para gerenciar e executar um próximo projeto, você pode planejar e medir efetivamente o ROI.

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Quais as vantagens de uma abordagem sistemática?

Uma das maneiras mais eficazes de usar recursos e obter maior valor no seu uso na empresa é adotar uma abordagem sistemática. Isso pode ser alcançado por:

  • Definir uma linha de referência  – usar o desempenho de experiências anteriores, como base para melhorias, ajudar a preparar o caminho para a produtividade.
  • Comparar o desempenho  – comparar o desempenho  da empresa com o de empresas similares (de preferência seus concorrentes).
  • Elaborar uma estratégia de ação  – uma vez que as melhorias potenciais foram destacadas,  desenvolver um plano de ação para realizá-las.
  • Fixar metas e responsabilidades  – definir metas e assegurar de que elas sejam atingíveis no tempo alocado pelos funcionários.
  • Observar e relatar  –  monitorar e gerar relatórios em intervalos regulares para garantir que você esteja no caminho certo.

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Quais os benefícios da tecnologia para melhor uso dos Recursos?

O uso da tecnologia ajuda muito no processo de acelerar e facilitar processos de maneira significativa; qualquer recurso do projeto que possa ser concluído usando a tecnologia deve ser automatizado; isso, por sua vez, minimizará o risco de erros e liberará mão de obra que poderá ser realocada para outras atividades e projetos.

A utilização da tecnologia garante uma alocação eficiente de recursos; há menos desperdício e uso mais eficaz dos recursos.

A implementação de procedimentos automatizados revoluciona a execução de projetos e fornece uma abordagem mais simplificada para o planejamento e gerenciamento de recursos; para garantir isso, quaisquer processos automatizados devem ser testados  inicialmente para garantir que não haja falhas para não aumentar o custo.

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Como são as ferramentas de gerenciamento de recursos?

Para gerenciar vários projetos e equipes espalhadas por diferentes locais, planilhas simples não são suficientes; as ferramentas de gerenciamento de recursos e controle de tempo proporcionam uma melhor visibilidade dos funcionários que você gerencia, dos projetos aos quais são atribuídos, da disponibilidade e dos horários. Com atualizações e acesso ao vivo para muitos usuários, você e outros gerentes de projeto em sua organização podem ter uma visão geral mais clara do pipeline da empresa, tomar decisões mais inteligentes e planejar projetos com confiança.

Necessidades e benefícios típicos atendidos por esses tipos de ferramentas são:

  • Visualizar todos os recursos e todos os projetos no sistema a partir de um único relatório.
  • Prover imagem precisa das cargas de trabalho dos recursos.
  • Gerenciar tarefas, projetos e funcionários em uma única ferramenta
  • Planejar e gerenciar o trabalho de sua equipe, tomando decisões baseadas em dados com base em relatórios personalizáveis ​​que podem ser compartilhados com a equipe ou clientes.
  • Controlar a carga de trabalho dos recursos e da equipe onde quer que esteja via celular
  • Planejar seus projetos com mais confiança e alinhar os planos com o pipeline de sua organização.
  • Combinar gerenciamento de projetos e recursos, via uma visão completa e dinâmica de suas operações e funcionários.
  • Obter diferentes maneiras de controlar o tempo da sua equipe.
  • Ver a alocação de recursos no trabalho agendado em todos os projetos.
  • Troque recursos em tarefas com apenas alguns cliques.

Palavras chaves – recursos, materiais, energia, serviços, pessoas, conhecimento, benefícios, gerenciamento de recursos, etaoa de estimativa, etapa de planejamento, etapa de execução, etapa de análise, etapa de otimização,  lucratividade, projeto, tarefas, gerenciamento de projeto, eficiência, eficácia, satisfação do cliente, planejamento, especialização, velocidade, transparência, conhecimento, ciclo de vida de projetos, etapas, mudanças, necessidades, expectativas do cliente, estimativas, processo, visão holística, visão de curto, médio e longo prazos, 

  • Recursos são ativos da empresa que são transformados em benefícios;
  • Conhecimento e habilidades são recursos importantes para ganhar vantagem competitiva.
  • gerenciamento de recursos é um elemento-chave para aumentar os lucros e retorno dos investimentos, já que busca tirar o máximo de proveito dos recursos para fazer mais com menos.
  • Precisamos ajudar os nossos clientes no planejamento, uso e gestão dos seus serviços e recursos, para evitar imprevistos e sobrecargas, facilitar a gestão de resultados, prover transparência e avaliar a eficiência, durante todo o ciclo de projetos e serviços.
  • De uma forma geral, a gerência de recursos é composta de cinco etapas: Estimativa, Planejamento, Execução, Análise e Otimização dos recursos.
  • Uma boa prática é usar uma abordagem sistemática –  avaliar o desempenho estimado do uso de serviços e recursos, dar referência de uso dos serviços, comparar desempenhos, elaborar planos de implantação, fixar metas e responsabilidades, monitorar a implantação, uso e e gerar relatório.
  • Outra questão importante é lançar mão da tecnologia e buscar usar procedimentos automatizados que minimizem erros de implantação e operação dos recursos e serviços e ajudem a prover uma visão geral e instantânea do uso de serviços e recursos.
  • O ciclo de vida do gerenciamento de recursos é constante, interativo, podem ser feitas alterações que aumentem o sucesso e a lucratividade,  é dinâmico, exige flexibilidade, tal como uma dança, você dá dois passos para frente e depois um passo para trás.

Teste seu Conhecimento sobre Gerenciamento de Recursos

  1. Qual a importância do aprendizado sobre Gerência de Recursos para você?
  2. Use as palavras chaves descritas anteriormente para descrever o que é gerência de recurso e seus benefícios.
  3. O que é um Recurso?
  4. Quais são as etapas do Gerenciamento de Recursos?
  5. Antes de iniciar um projeto, quais são as perguntas que devemos saber responder para clientes e membros do projeto?
  6. Quais são as perguntas mais frequentes sobre recursos na etapa de planejamento de projeto?
  7. Na etapa de execução do projeto, quais são as principais perguntas sobre gestão de recursos?
  8. Quais são as perguntas com foco em recursos que devemos tradicionalmente fazer quando estamos analisando o desempenho do projeto?
  9. Quais são exemplos de perguntas que devemos fazer para otimizar os recursos de projeto?
  10. Quais são as vantagens do gerenciamento de recursos?
  11. Quais as vantagens de uma abordagem sistemática?
  12. Quais os benefícios da tecnologia para melhor uso dos recursos?
  13. Como são as ferramentas de gerenciamento de recursos?

Planejamento e Tomada de Decisão

Como o planejamento ajuda na tomada de decisão?

Planejamento e Decisões Racionais e Intuitivas.

  • Planejamento e a tomada de decisões estão inter-relacionados.
  • Planejamento e Tomada de Decisão são os componentes mais importante da gestão de negócios.
  • O planejamento significa decidir com antecedência o que deve ser feito e a tomada de decisão é o processo de identificar um conjunto de alternativas viáveis ​​e escolher um curso de ação a partir delas.
  • O planejamento e a tomada de decisão têm como “referência principal” os objetivos de negócios.
  • A tomada de decisão racional faz parte do planejamento e pode ser resumida em 5 passos:
    • Primeiro passo: identificar a situação específica, as ameaças e oportunidades que ela oferece aos objetivos e metas empresariais.
    • Segundo passo: analisar informações de fontes internas e externas.
    • Terceiro passo: encontrar alternativas disponíveis para lidar com a situação; avaliar a eficácia dessas alternativas.
    • Quarto passo: usar as habilidades de tomada de decisão (suas, da equipe e da empresa) para selecionar o melhor caminho de ação.
    • Quinto passo: avaliar a decisão tomada durante  asoutras etapas que sucedem o planejamento no ciclo de PDCA –  desempenhar, checar e ajustar.
  • Um plano de ação só pode ser implementado no campo após uma decisão tomada.
  • As decisões podem ser tomadas sem planejamento, mas o planejamento não pode ser feito sem tomar decisões.
  • A tomada de decisão sempre é dependente de fatores emocionais, como valores, preferências e crenças do tomador de decisão; além de ajudar a decidir o início ou não de um projeto, ajuda a avaliar o valor do projeto num rol de vários outros projetos.

Tomada de Decisão Intuitiva

Por outro lado, é comprovado em pesquisas que em situações com maior pressão de tempo ou ambiguidades aumentadas, especialistas “podem usar” a tomada de decisão intuitiva, em vez das abordagens racionais; adicionalmente, o “ambiente” de decisão pode desempenhar um papel importante no processo de tomada de decisão; por exemplo, o fator tempo, a complexidade ambiental, organização, limpeza, ruído,  são alguns exemplos de fatores que influenciam.

Em seu livro The Power of Intuition , Gary Klein sugere que 90% das decisões críticas são tomadas usando nossa intuição; mesmo que seja apenas parcialmente verdade, isso sugere que qualquer abordagem para melhorar a tomada de decisões deve abordar esse estilo de tomada de decisão.

Quando falamos de intuição, estamos descrevendo algo que é conhecido, percebido, entendido ou acreditado por instinto, sentimentos ou natureza sem evidências reais, e não pelo uso de pensamento consciente, razão ou processos racionais . Isso não implica que a tomada de decisão intuitiva seja irracional; em vez disso, que a explicação para uma escolha não está diretamente disponível através do pensamento consciente ou lógico.

A decisão racional é considerada por muitos, como limitada para a escolha da melhor solução; o que se deve procurar não é a solução ideal, mas a solução mais satisfatória, o que enfatiza, de certo modo, a necessidade de levar em conta o aspecto emocional na tomada de decisão organizacional.

Planejamento Índice

Quais os Conceitos e Contextos do Planejamento?

  1. O que é PLANEJAMENTO?
  2. Como é o PROCESSO de PLANEJAMENTO?
  3. Qual o PROPÓSITO do PLANEJAMENTO?
  4. Por que o PLANEJAMENTO ajuda à REDUÇÃO de RISCOS?
  5. Por que o PLANEJAMENTO reduz INCERTEZAS?
  6. Como o PLANEJAMENTO gera INFORMAÇÕES?
  7. Por que o PLANEJAMENTO ajuda a estabelecer CONFIANÇA?
  8. Como o PLANEJAMENTO ajuda a TOMADA de DECISÕES?
  9. Quais são as RECOMENDAÇÕES para o PLANEJAMENTO?
  10. Quais os benefícios de OBJETIVOS e METAS?
  11. Como estabelecer OBJETIVOS SMART?
  12. Qual a importância do ALINHAMENTO de METAS?
  13. Como elaborar ESTRATÉGIAS?
  14. Como elaborar PLANOS  de AÇÃO?

O PLANEJAMENTO É UM PROCESSO PARA REDUZIR RISCOS, TEMPO, ESFORÇO, INCERTEZAS, PROVER CONFIANÇA, INFORMAR, COMPROMISSAR E SUPORTAR DECISÕES, PARA ATINGIR UM OBJETIVO.


Palavras Chaves: PLANEJAMENTO, PROCESSO, RISCO, INCERTEZA, INFORMAÇÃO, CONFIANÇA, TOMADA de DECISÃO, OBJETIVOS, METAS, DESAFIO, SMART, ALINHAMENTO, ESTRATÉGIA, PLANO de AÇÃO.


Objetivos e Metas

O que são objetivo, meta e desafio?

Figura. Conceitos e Relações entre Relação Objetivo, Metas, Pessoas, Situação  Atual e Tempo.

O que é Objetivo?

  • É algo ou fim que você deseja atingir.
  • Objeto de uma ação; (objeto = motivo, causa, agente, motor) 
  • O que motiva ações de pessoas e empresas.
OBJETIVO = SITUAÇÃO + METAS + PESSOAS + EMPRESA + AÇÕES + DESAFIO + TEMPO

SITUAÇÃO = AMBIENTE INTERNO + AMBIENTE EXTERNO
         = [PONTOS FORTES + PONTOS FRACOS] + [OPORTUNIDADES + AMEAÇAS]
METAS    = ESPECÍFICA + MENSURÁVEL + ACESSÍVEL + RELEVANTE + TEMPORAL
PESSOAS  = MISSÃO + VISÃO + VALORES + OBJETIVOS
EMPRESAS = MISSÃO + VISÃO + VALORES + OBJETIVOS
AÇÕES    = FEITO + CONHECIMENTO + HABILIDADE + COMPORTAMENTO + TEMPO + RESPONSÁVEL
DESAFIO  = OBJETIVO - SITUAÇÃO ATUAL


Através de um conjunto de objetivos uma  pessoa ou uma empresa delineia o seu perfil de valores.

VALORES = OBJETIVO 1 + OBJETIVO 2 + ...
Ditado; Diga os seus objetivos que eu te direi quem és!

 

Exemplo de Objetivos Pessoais:

  1. Ser o 1o lugar de faturamento de vendas da minha empresa neste ano.
  2. Comprar um imóvel de R$ X no 1o trimestre do ano que vem.
  3. Tirar férias numa praia paradisíaca com a minha família.

Exemplo de Objetivos de uma empresa:

  1. Atingir um faturamento de R$ X em dezembro deste ano.
  2. Atingir um lucro de R$ Y em dezembro deste ano.
  3. Lançar o produto OMEGA no mês K desse ano.

 

  • A definição clara de objetivos é de extrema importância em várias áreas de atuação humana.
  • É fundamental para ser eficaz (fazer o que deve ser fito).
  • É a referência principal para se auto guiar, guiar grupos, empresas e multidões. 
  • Os dois exemplos acima mostram isso de uma forma bem clara …
  • Suponha que você tenha as 3 alternativas de objetivos pessoal, acima.

Existem objetivos que necessitam de planejamento e outros não. 

O planejamento sempre visa o alcance de objetivos.

“O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis”.
José de Alencar

 

 

O que Meta?

É um objetivo desdobrado e quantificado. Normalmente  metas são atreladas à indicadores de controle e conectadas com tarefas específicas. O conjunto das metas visa o alcance da meta total que é o objetivo.

Por exemplo:

“Um sonho é apenas um desejo, até o momento em que você começa a atuar sobre ele, e propõe-se a transformá-lo em uma meta”.
Mary Kay Ash

O que é Desafio?

DESAFIO = OBJETIVO - SITUAÇÃO ATUAL 

Desafio significa a jornada, competições, disputas, obstáculos a serem ultrapassados, como também motivações  para uma pessoa ou organização sair da situação atual e atingir um objetivo, normalmente, além de suas competências ou habilidades.

Importância dos Objetivos e Metas

Para exemplificar a importância de objetivos e metas, veja um trecho do livro “Poder sem limites”, de Anthony Robbins, escritor americano, palestrante motivacional e coach.

Em 1953, foi feito uma pesquisa com estudantes de uma universidade americana a respeito de metas. Perguntou-se quantos tinham metas claras claramente definidas, e o resultado foi o seguinte: 87% não sabiam o que fariam após terminar a faculdade. 10% tinham uma ideia do que queriam fazer, como montar o próprio negócio, trabalhar em uma grande corporação, voltar para a cidade em que nasceram, trabalhar com o pai, prestar um concurso, etc., e apenas 3% tinham metas claras e definidas por escrito.

Passados 20 anos, os pesquisadores procuraram os entrevistados para saber como estavam as suas vidas. E constataram que a soma da renda daqueles 3% que definiram suas metas era maior que a soma da renda dos 97% restantes.

Coincidências? Pode apostar que não! Os estudantes que haviam escrito suas metas sabiam muito bem para onde estavam indo. As pessoas não planejam fracassar, mas fracassam por falta de planejamento!


É comum as pessoas terem dificuldades em estabelecer objetivos; essa inabilidade gera impactos negativos no nível profissional e pessoal. Ser altamente eficiente – realizar bem um processo ou uma tarefa – não atrelado à um objetivo bem definido previamente, não é eficaz (daí o conceito de efetividade = eficácia + eficiência). É como agir sem pensar!

Todos nós precisamos estabelecer metas e objetivos, seja na vida pessoal ou na vida profissional; eles que fazem com que tenhamos motivação diária para atingir nossas metas e objetivos.


Saiba mais. Objetivos e MetasObjetivos e Metas SMARTMetas e AlinhamentoEstratégia e SWOT,


Saiba mais. Objetivos e MetasAlinhamento de MetasPlano de ContatoDefinir Compromissos, Ferramenta Check List.


 

 

 

Objetivos e Metas SMART

Como funciona o método SMART para definir “objetivos e metas”?

Estabelecer objetivos não é uma tarefa tão trivial como muitos pensam – depende do  “conhecimento do estado atual”,  da “expectativa do estado futuro” e da  “jornada entre o estado atual e futuro”.

Na declaração do objetivo deverão constar elementos que motivem e facilitem o seu alcance. 


Check List SMART

S.M.A.R.T. é um mnemônico (= acrônimo, conjunto de letras, que ajudam a lembrar alguma coisa) utilizado como check list para facilitar e estruturar o desenvolvimento de objetivos e metas.


Exemplo de objetivo S.M.A.R.T

Para você entender como essa ferramenta ajuda a definir objetivos e metas vamos trabalhar de forma simplificada na definição de um objetivo hipotético; suponha o seguinte objetivo:

  • Ser a maior empresa de Contact Center “.

  • Esse objetivo é S.M.A.R.T?

Use a tabela abaixo para fazer esse exercício, antes de ver a resposta na sequência.

A tabela a seguir descreve um exemplo de uso da ferramenta SMART para a avaliação e definição do objetivo do exemplo.

Conclusão: O objetivo original é relevante, mas não é específico, nem mensurável, falta elementos para avaliar se é acessível e não é temporal; fazendo ajustes no objetivo original podemos redefinir um objetivo mais SMART:

  • Ser a maior empresa de Contact Center, em faturamento, da América Latina em 2025!


Outros exemplos de Objetivos SMART

Objetivo NÃO SMART (amplo): “quero crescer meu negócio”

  • Específico: adquirirei três novos clientes para o meu negócio.
  • Mensurável: vou medir o meu progresso com quantos novos clientes eu trago enquanto mantenho minha base atual de clientes.
  • Alcançável: pedirei aos clientes atuais referências, farei uma campanha de marketing digital.
  • Relevante: novos clientes me permitirá aumentar meu negócio e aumentar a minha receita.
  • Prazo: terei três novos clientes dentro de dois meses.

Objetivo SMART: Adquirirei três novos clientes para o meu negócio dentro de dois meses, pedindo referências, lançando uma campanha de marketing digital; isso permitirá que eu aumente meu negócio e minha receita.

Objetivo NÃO SMART (amplo): “quero escrever um livro sobre negócios”.

  • Específico: vou escrever um livro sobre marketing digital com um mínimo de 200 páginas.
  • Mensurável: vou escrever um capítulo por mês ou cinco páginas por semana.
  • Atingível: vou trabalhar no manuscrito primeiro, e uma vez que for concluído, vou começar a procurar um editor ou explorar a auto-publicação.
  • Relevante: Escrever um livro sobre marketing digital me ajudará a me estabelecer como especialista.
  • Prazo: Meu manuscrito estará completo e pronto para ser publicado em 10 meses.

Objetivo SMART: Para me estabelecer como especialista, vou escrever um livro com 200 páginas sobre marketing digital, escreverei um capítulo por mês (ou três a cinco páginas por semana); o  livro será concluído em 10 meses e, em seguida, procurarei um editor ou farei uma autopublicação.

Objetivo Não SMART (amplo): “quero me tornar um especialista bem conhecido em técnicas de aprendizado para empresas”

  • Específico: vou me tornar um especialista bem conhecido sobre “técnicas de aprendizado, utilizando ferramentas mentais, que ajudem as pessoas a “aprender a aprender”
  • Mensurável: falarei publicamente sobre o assunto e escreverei um artigo uma vez por mês.
  • Atingível: Eu conseguirei isso via marketing digital, utilizando meu site, encaminhando malas diretas, fazendo propaganda no Google e utizando SEO (Search Engine Otimization).
  • Relevante: Estabelecer-me como um especialista em “técnicas de aprender a aprender” para empresas reforçará os meus mais de 30 anos de experiência que tenho nas áreas de marketing, vendass e tecnologias de comunicação e informação.
  • Prazo: Eu quero ser considerado um especialista em “técnicas de aprendizado” para empresas em 1 ano.

Objetivo SMART: Vou me tornar um conhecido especialista em técnicas de aprendizado para empresas, com o uso de ferramentas mentais para ajudar os profissionais a aprenderem a aprender; para isso falarei publicamente sobre o assunto e escreverei um artigo pelo menos uma vez por mês; isso reforçará meus mais de 30 anos de experiência em marketing de serviços com tecnologias de comunicação  e permitirá que eu alcance mais clientes e os ajudem a desenvolver  sua inteligência competitiva de forma mais autônoma.


Criado por Peter Drucker, o check list SMART ajuda a estabelecer objetivos e metas conscientes e motivadoras, de maneira rápida, organizada, eficaz; o princípio SMART é universal.

  • Atitude é um hábito de pensamento; expressa quem você é; é função de escolhas que você faz; você não é o que é em função de onde você mora ou quem eram seus pais; você está onde está por causa dos pensamentos dominantes que ocupam sua mente; você tem o poder de mudar, de ser e de fazer qualquer coisa … então use esse poder! O primeiro passo para mudar atitudes é estabelecer objetivos e metas.
  • Definir metas SMART significa que você pode esclarecer suas ideias, concentrar seus esforços, usar seu tempo e recursos de forma produtiva e aumentar suas probabilidades de alcançar o que deseja na vida.
  • Ao usar o SMART, você pode criar metas claras, atingíveis e significativas e desenvolver a motivação, o plano de ação e o suporte necessários para alcançá-los.
  • Uma razão provável pela qual você não atinge objetivos é porque seus planos foram vagos ou irrealistas; pense em como você pode ajustar sua visão e reformulá-la como uma “meta inteligente”, para que você possa realizar seu sonho.
  • Quando você estabelece objetivos em várias perspectivas, como sugerido pela ferramenta SMART, você concentra sua atenção e seus esforços e isso faz você se sentir realmente motivado para alcançá-los.
  • No que tange a ser específico para estabelecer objetivos, uma outra ferramenta mental que complementa a ferramenta SMART e ajuda você a ser mais específico é o check list 5W1H;
  • Metas mensuráveis são especialmente importantes para ajudar você a acompanhar seu progresso e permanecer motivado, manter o foco, cumprir seus prazos e sentir a empolgação de se aproximar da meta; a vontade é a realização antecipada!
  • Um ponto chave para você avaliar se a sua meta é acessível, é que seja controlada por você; um erro frequente é definir metas que fogem do seu controle e dependam mais de outras pessoas ao invés de você.
  • Quando você avalia a temporalidade e estabelece prazo para o alcance das metas, um benefício importante é ajudar que tarefas diárias não tenham prioridade sobre suas metas de longo prazo; evita a procrastinação, ou seja,  prolongar uma situação para ser resolvida depois, que tarefas diárias tenham prioridade sobre suas metas de longo prazo.

 

Palavras Chave.

SMART, objetivo, meta, consciência, específico, mensurável, acessível, relevante, temporal, check list, 5W1H, motivação, ferrramenta mental.


Teste seu Conhecimento

  1. Qual a utilidade da ferramenta SMART?
  2. O que significa uma “meta inteligente”
  3. Qual a importância de estabelecer objetivos e metas para desenvolver atitudes e ter sucesso na nossa vida?
  4. Qual uma razão provável de você não alcançar objetivos?
  5. Qual o benefício de definir metas específicas?
  6. Qual o benefício de definir metas mensuráveis?
  7. Quais são os cuidados que você  deve tomar para tornar as suas metas acessíveis?
  8. O que significa uma meta relevante?
  9. Qual o aspecto analisado na ferramenta SMART para evitar que atividades diárias prejudiquem as suas metas de longo prazo?

 


Saiba mais. Objetivos e MetasAlinhamento de MetasPlano de ContatoDefinir Compromissos, Ferramenta Check List.


 

Metas e Alinhamento

Porque estabelecer metas pessoais é importante ?

Se desejarmos participar da vida com deliberação (chegar a decisões após a nossa reflexão), a primeira ação deve ser estabelecer uma meta.

As metas podem ser:

  • Herdadas – não estabelecidas por nós (metas empresariais, metas de vendas, e assim por diante).
  • Pessoais de curto prazo  – estabelecidas por nós, para nos motivar num horizonte de curto prazo (comprar um carro, viajar, etc).
  • Pessoais de longo prazo – estabelecidas por nós, mas de longo alcance, que transcende a uma vantagem própria imediata.

Quando recebemos uma meta empresarial (herdada) precisamos nos alinhar à essa meta.

Alinhar a meta significa trabalhar em direção a ela. Se tivermos dúvida em relação a uma meta, tenderemos  a agir de maneira desalinhada e não atingiremos a meta. Desalinhamento significa alimentar metas conflitantes, gera confusão, limita a realização e o sucesso.

Uma vez que uma meta é herdada, uma boa prática de alinhamento é conectá- la ou transformá-la numa meta pessoal de curto prazo, que deverá estar associada à uma outra meta pessoal de longo prazo.

 

Uma vez estabelecida a conexão entre a meta herdada e a meta pessoal,  há várias combinações de técnicas que você pode empregar para alcançá-las: aumentar a atenção na meta, planejar em retrospectiva a partir da meta, identificar indicadores e submetas, utilizar a energia de outras pessoas, contratar bons gerentes e colaboradores, trabalhar muito.

 

Quando estabelecemos metas certas para nós mesmos, quando pensamos nelas ficamos fortalecidos e com energia criadora (motivação) para atingi-las e superar qualquer obstáculo.

 

Para saber se estabelecemos uma boa meta precisamos observar como nos sentimos quando vamos atrás delas.

  • As atividades em busca das metas são agradáveis?
  • Se a resposta for sim, temos uma boa meta.
  • Ao contrário, se as atividades para seu alcance forem desagradáveis, estafantes e estressantes, precisaremos alterar essas metas.

  • Se não existem metas, a primeira coisa a ser feita é estabelecer a meta.
  • Estratégias são ações planejadas para atingir a meta com recursos atuais.
  • Não existe estratégias sem metas; metas são absolutamente necessárias.
  • A ferramenta SMART nos ajuda a desenvolver objetivos e metas que nos motivam a atingi-los.

 

Estratégia

O que é Estratégia ?

“Estratégia é uma arte simples; é apenas uma questão de execução” – (Napoleão).

Estratégia é receber um objetivo, analisar onde nos encontramos, identificar pontos fortes e fracos e traçar um conjunto de ações para alcançá-lo, considerando os recursos existentes.

Qual a relação entre Planejamento, Objetivo e Estratégia?

processo de planejamento gera planos de forma interativa e continuada para atingir objetivos segundo estratégias e desenvolve o “pensamento estratégico”.

Pensamento estratégico é a capacidade de olhar para o agora e pensar no futuro e antever os efeitos das nossas ações; um bom pensamento estratégico é fundamentalmente apoiado em pontos fortes; ponto forte em marketing é qualquer recurso ou atributo de valor seu e da sua empresa que gera vantagem competitiva numa dada situação.

Qual a importância do pensamento estratégico?

Estratégias não estão restritas aos generais estrategistas, nem aos altos escalões empresariais; todos nós devemos saber formular estratégias; por exemplo, um plano de contato de vendas é uma “ferramenta estratégica”; é composto do objetivo do contato e estratégias que utilizam os vários recursos existentes, tais como, informações, abordagens de vendaperguntas socráticashistórias de sucessoroteiros de venda, para despertar a atenção, interesse, desejo e ação desejada (efeito ACIDA).

A palavra chave para formular estratégias é informação; tanto as que possuímos e as que ainda não possuímos. Informações que possuímos são pontos forte, informações que não possuímos são pontos fracos.

 O que é análise de SWOT?

A análise SWOT é uma ferramenta que pode ser descrita como um brainstorming estruturado útil para entender pontos fortes e fracos e oportunidades e ameaças que você enfrenta;  é utilizada para fazer análise de ambiente; posicionar ou verificar a sua (ou  da sua empresa) posição estratégica neste ambiente. O termo SWOT é um acrônimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

Formulário SWOTPassos: 1) Entender os objetivos do SWOT, 2) Analisar o ambiente interno, 3) Analisar o ambiente externo e 4) Definir estratégias resultantes (plano de ação).


Quais são os passos para fazer a análise de SWOT?

Passo 1 – Identificar seus pontos fortes e fracos (fatores internos dentro de uma organização ambiente interno)

  • Recursos humanos – funcionários, voluntários, membros do conselho, população-alvo.
  • Recursos físicos – sua localização, construção, equipamentos.
  • Financeiro – subsídios, agências de financiamento, outras fontes de renda.
  • Atividades e processos – programas que você executa, sistemas que você emprega.
  • Experiências passadas – blocos de aprendizagem e sucesso, sua reputação na comunidade.

Essas são forças controláveis; toda boa estratégia deve estar baseadas em pontos fortes e também preservar os pontos fracos, sem ficar presa a eles (identificá-los irá, na verdade, aperfeiçoá-la).

Passo 2 – Identificar oportunidades e ameaças (ambiente externo)

  • Tendências futuras em seu campo ou na cultura.
  • A economia – local, nacional ou internacional.
  • Fontes de financiamento – fundações, doadores, legislaturas.
  • Informações demográficas – alterações na idade, raça, sexo, cultura das pessoas que você atende ou na sua região.
  • Ambiente físico – localização e instalações da empresa e relações de causa e efeito com os processos de negócios
  • Legislação – leis e regulamentações vigentes e emergentes.
  • Eventos locais, nacionais ou internacionais previstos.
  • Outros.

Não existe controle sobre essas forças; elas podem ocorrer de diversas formas, porém, devem ser previstas.

Passo 3 – Definir as estratégias, baseadas nos passos 1, 2 e 3:

As estratégias resultantes da análise de SWOT são obtidas pela correlação do ambiente interno com o externo, ou seja, as forças e fraquezas versus as  oportunidades e ameaças; para isso, você deve responder a 4 perguntas (vide figura)

  1. Como minhas forças podem me defender das ameaças?
  2. Como minhas forças podem potencializar as oportunidades?
  3. Como minhas fraquezas podem atrapalhar minhas oportunidades?
  4. Como minhas fraquezas podem tornar as ameças ainda maiores?

Isso ajuda você a fazer conexões entre os 4 quadrantes de sua análise e obter uma visão mais apurada do seu negócio, acompanhada por uma lista de estratégias que você pode implementar para melhorar sua empresa ou desdobrar os seus objetivos de negócios.

Como aplicar a análise de SWOT?

  • Estruturar sessões de brainstorming para resolução de um problema, plano estratégico, análise competitiva, e assim por diante.
  • Usar como ferramenta reutilizável para obter uma coleção de ideias sobre um problema.

Quais são as vantagens da análise de SWOT?

  • Flexibilidade. Pode ser aplicada a uma organização, unidade organizacional, indivíduo ou equipe; para avaliar um produto, marca, aquisição, parceria ou terceirização de uma função de negócios; pode ser benéfica na avaliação de uma fonte de suprimento específica, um processo de negócios, um mercado de produtos ou a implementação de uma tecnologia específica.
  • Neutralidade. A abordagem permanece a mesma para qialquer aplicação.
  • Análise multinível. Você pode obter informações valiosas sobre as chances do seu objetivo visualizando cada um dos quatro elementos da análise SWOT – pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças – independentemente ou em combinação. Por exemplo, ameaças identificadas no ambiente de negócios, como novas regulamentações governamentais relacionadas ao design de um produto ou à introdução de produtos concorrentes, podem alertar o proprietário da empresa de que um investimento proposto em uma nova linha de produção deve ser avaliado com mais cuidado.
  • Integração de Dados. A análise SWOT requer a combinação de informações quantitativas e qualitativas de várias fontes; o acesso a uma variedade de dados de várias fontes aprimora o planejamento e a formulação de políticas, aprimora a tomada de decisões, melhora a comunicação e ajuda a coordenar as operações.
  • Simplicidade. Não requer habilidades técnicas nem treinamento; pode ser realizado por qualquer pessoa com conhecimento sobre o negócio ou setor em que opera; envolve uma sessão de brainstorming facilitada, durante a qual as quatro dimensões da análise SWOT são discutidas; os julgamentos dos participantes individuais são agregados em julgamentos coletivos endossados ​​pelo grupo como um todo. Desta forma, o conhecimento de cada indivíduo torna-se o conhecimento do grupo.
  • Custo. Como a análise SWOT não requer habilidades técnicas nem treinamento, uma empresa pode selecionar um membro da equipe para conduzir a análise, em vez de contratar um consultor externo. Além disso, o SWOT é um método simples que pode ser executado em um tempo razoavelmente curto.

Quais são as Desvantagens?

  • Sem fatores de ponderação. A análise SWOT leva a quatro listas individuais de pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças. No entanto, a ferramenta não fornece nenhum mecanismo para classificar a importância de um fator em relação a outro dentro de qualquer lista; como resultado, é difícil determinar o impacto real de qualquer fator no objetivo.
  • Ambiguidade. A análise SWOT categoriza cada atributo do problema como força, fraqueza, oportunidade ou ameaça; como resultado, cada atributo parece ter apenas uma influência no problema sendo analisado; mas um fator pode ser tanto uma força quanto uma fraqueza. Por exemplo, localizar uma cadeia de lojas em ruas bem movimentadas que concedam acesso fácil aos clientes pode se refletir no aumento das vendas. No entanto, os custos de operação de instalações de alta visibilidade podem dificultar a concorrência de preço sem um grande volume de vendas.
  • Análise Subjetiva. Para impactar significativamente o desempenho da empresa, as decisões de negócios devem ser baseadas em dados confiáveis, relevantes e comparáveis. No entanto, a coleta e análise de dados SWOT envolvem um processo subjetivo que reflete o viés dos indivíduos que coletam os dados e participam da sessão de brainstorming; além disso, a entrada de dados para a análise SWOT pode ficar desatualizada rapidamente.

Quais são as principais observações sobre a análise de SWOT?

  • A análise de SWOT divide um problema em problemas menores; essa estratégia é muito utilizada, onde o todo é dividido em partes mais fáceis de serem entendidas, analisadas e executadas.
  • O que torna o SWOT particularmente poderoso é que, com um pouco de reflexão, ele pode ajudá-lo a descobrir oportunidades que você está bem posicionado para explorar; e ao entender as fraquezas do seu negócio, você pode gerenciar e eliminar ameaças que, de outra forma, o surpreenderiam.
  • Olhando para você e seus concorrentes usando a estrutura SWOT, você pode começar a criar uma estratégia que o ajude a se diferenciar de seus concorrentes, para que você possa competir com sucesso em seu mercado.
  • Ao avaliar seus pontos fortes e fracos, pense neles em comparação com seus concorrentes; por exemplo, se todos os seus concorrentes fornecem produtos de alta qualidade, isto não é uma força, é uma necessidade.
  • Se você tiver alguma dificuldade em identificar os pontos fortes e fracos, tente escrever uma lista das características de sua organização, baseado nas ferramentas mix de marketing 7P (ver um resumo abaixo)

  • Usar a ferramenta SWOT para conhecer o posicionamento da empresa e suas ofertas frente as alternativas concorrentes é uma informação fundamental para desenvolver estratégias, explorar pontos fortes e fracos;
  • Avaliar a concorrência é analisar qualquer alternativa de solução que não seja a sua: (1) comprar de outra empresa,  (2) resolver a situação por conta própria; (3) usar os recursos para outro projeto com maior retorno e prioridade ou menor risco, (4) resolver não fazer nada, e assim por diante.
  • Ao definir estratégia, cheque a sua efetividade – toda boa estratégia deve ter foco, singularidade e mensagem consistente; onde foco significa a seleção de poucos atributos de valor; singularidade, significa destacar o atributo de valor mais importante para o potencial comprador e a mensagem significa como serão comunicados o foco e singularidade, para conscientizar motivar o potencial comprador a comprar.
  • O plano de ação resultante deverá conter pelo menos uma ação para capitalizar os pontos fortes e eliminar ou minimizar os pontos fracos.

Conclusão:

Diante de uma oportunidade considerada estratégica, seja pelo montante envolvido na compra, pelo produto ou serviço, pelo cliente, mercado almejado ou por qualquer outro critério, você precisa reservar um tempo para formatar um pensamento estratégico antes de agir.

A análise SWOT ajuda a formular esse pensamento estratégico; é a ferramenta mais famosa para auditoria e análise da posição estratégica geral do negócio e seu ambiente;  busca alinhar os recursos e as capacidades de uma organização aos requisitos do ambiente em que a empresa opera.

Tem as seguintes principais vantagens: flexibilidade, neutralidade, simplicidade e baixo custo; mas tem desvantagens: não prioriza fatores e ações; pode gerar ambiguidades e é subjetiva; mas as vantagens superar as desvantagens.

A análise de SWOT permite que com um pouco de reflexão, você descubra pontos fortes e oportunidades a serem exploradas, entenda as suas forças e gerencie. minimize ou elimine ameaças.

Para  facilitar identificar os pontos fortes e fracos, use, adicionalmente, a ferramenta Mix de Marketing 7P.


 

Saiba mais. Objetivos SMARTPlanos de ContatoPlanejar Compromissos, Metas e Alinhamento Atingir MetasPlanejamentoMétodo PDCA,

Planejamento e Recomendações

Quais são exemplos de Boas Práticas para o planejamento?

1. Envolver todo o time

Responsabilidades importantes podem falhar para uma pessoa ou um grupo de pessoas. No entanto, o time como um todo deve estar envolvido e comprometido para atingir o melhor resultado possível e ser “resiliente”, ou seja, ter habilidade para recuperar e ajustar desvios. Times, quando trabalham com alta visibilidade de objetivos, conhecimentos e informações, refinam estimativas, através de contribuições e novas perspectivas.

2. Planejar em diferentes níveis ou perspectivas

Não cometa o erro de pensar que uma nova versão de plano seja autossuficiente. Um plano de comunicação, um plano diário, semanal e mensal tem objetivos diferentes e se complementam.

3. Explicitar as incertezas

Nenhum plano é 100% correto. Garanta explicitar incertezas nas versões de planos produzidas por você. Se estimativas estão com alto nível de incerteza, explicite-as. Se prazos estão com alto grau de incerteza, explicite-os também. As incertezas fazem parte da natureza do planejamento. Um dos fatores que explica a razão de ser do planejamento é a incerteza.

4. Replanejar constantemente

Sempre identifique e valorize o benefício de uma nova versão de planejamento. Atualize as incertezas. Se uma nova versão identifica premissas falsas, atualize-as. Use a oportunidade de replanejamento para garantir que o projeto esteja direcionado para gerar o maior valor para a empresa.

5. Manter todos informados do progresso do projeto

Manter uma regularidade no encaminhamento de relatórios simples, de fácil leitura, e com indicadores de progresso é primordial para gerar comprometimento e um ritmo de gestão.

6. Reconhecer a importância do aprendizado

Em virtude de um projeto gerar novos conhecimentos sobre um produto, os planos devem ser atualizados para inserir esses novos conhecimentos, novas necessidades de clientes, novas configurações de atendimento, novas funcionalidades, novas práticas em trabalho em time, e assim por diante. Esse procedimento ajusta expectativas sobre o nosso progresso e sobre a nossa abordagem.

7. Fazer estimativas e planos baseados em fatos e dados

Sempre associe estimativa e prazos com a realidade, baseados em valores observados.


 

Planejamento e Boas Práticas

Por que os planos falham?

O Planejamento é o processo de pensar e organizar as atividades e recursos necessários para alcançar um objetivo desejado.

O planejamento alcançará isto, reduzindo riscos e incertezas, suportando melhores decisões, estabelecendo confiança e provendo informações. Infelizmente, a forma tradicional de conduzir o planejamento e execução de projetos muita vezes falha.


 

Check List Planejamento

Use este check list simples que checa 5 boas práticas utilizadas no processo de planejamento para evitar erros frequentes e aumentar a probabilidade de sucesso.


1. Focar em resultados ao invés de atividades

Um problema crítico com abordagens tradicionais de planejamento é que elas focam em completar atividades em vez de entregar resultados. Um primeiro problema desta abordagem é que os clientes não dão valor para isso. Resultado é o que interessa para clientes. O planejamento deve estar focado em resultados em vez de atividades.

2. Evitar Multitarefas

Multitarefas (trabalho simultâneo em várias atividades) é uma segunda razão para erros no planejamento. Pesquisas indicam que o desempenho de um indivíduo cai rapidamente quando ele trabalha simultaneamente em mais de duas tarefas. O desempenho normalmente cai quando você interrompe uma atividade para reiniciar mais tarde. É claro que multitarefas ajudam quando temos apenas duas coisas a serem feitas. Se algo bloqueia uma delas, podemos permutar para a outra. No entanto, quando o número é maior do que dois, a queda de desempenho é significante. Em muitos ambientes, é normal uma grande variedade de atividades.

3. Distinguir Estimativas de Compromissos

Dentro de qualquer estimativa existe a probabilidade de um trabalho ser completado, num determinado nível de serviço, num tempo estimado. Problemas podem ocorrer se as estimativas forem igualadas à comprometimentos:

  • Estimativas são avaliações preliminares com chances de acontecer

  • Compromissos são obrigações ou promessas

Quando estes dois itens são confundidos, geram quebra de confiança e desvios de expectativas, que geram desvalorização do serviço que entregamos (esperava algo e veio outra coisa). Essa questão é de extrema importância e fonte de muitos problemas na entrega e qualidade de serviços.

4. Interagir para reduzir Incertezas

Outra razão de falhas no planejamento é não reconhecer as incertezas ou assumir que as análises de requerimentos e previsões estabelecidas no início de um projeto garantam uma especificação completa e perfeita de um produto. Isto é assumir que clientes e usuários não mudam suas ideias, refinam suas opiniões, ou se deparam com novas necessidades ao longo do período coberto pelo plano.

A melhor forma de tratar com incertezas é interagir. Trabalhar com interações curtas com clientes (internos e externos). A partir daí atividades ausentes podem ser adicionadas ao plano, estimativas incorretas podem ser corrigidas e assim por diante. O foco se desloca do plano para o planejamento.

5. Alinhar prioridades com clientes

Uma outra razão para falhas no planejamento é que muitos planos são criados considerando que todas as atividades identificadas serão completadas. Isto significa que o trabalho é tipicamente priorizado e sequenciado para a conveniência da equipe responsável. Um pensamento tradicional é que se o trabalho for completado, o cliente não irá se preocupar com a sequência do processo de trabalho. No entanto, para o cliente isso poderá parecer como uma sequência inapropriada de eventos. Como o mundo é real, tarefas podem atrasar. Não é pouco frequente que nesses casos resultados ou produtos mais importantes para o cliente sejam desconsiderados ou não entregues, frente a outros menos importantes na sua perspectiva. Não entregar o prometido para o cliente gera desconfiança. Desconfiança gera vários efeitos, principalmente: insatisfação e desgastes na relação.


 

O planejamento é um processo que deve ser feito de forma interativa (troca de informações) e iterativa (repetitivo).


 

Plano de Ação

Um plano de ação é um plano detalhado que descreve uma sequência de etapas que devem ser tomadas, ou atividades que devem ser bem executadas, para que uma estratégia tenha sucesso e atinja um objetivo;  é uma ferramenta de planejamento para considerar detalhes, ser eficiente e  economizar recursos por tentativa e erro.

Metas

Uma meta é o objetivo principal de um plano de ação; definir metas cria motivação e dá a certeza de que o resultado final valerá a pena, evitando desperdício de tempo e esforço;

Criação

Ao criar planos de ação, em primeiro lugar, você precisará delinear o que deseja alcançar com o projeto, para tal você define metas; depois disso, as funções específicas precisarão ser alocadas, como treinamento, recursos e questões para garantir a solução de qualquer problema que possa ocorrer. O próximo estágio permite que os membros do grupo analisem o progresso delineando os marcos, resolvendo quaisquer problemas e fazendo as alterações necessárias. Por fim, uma vez que o projeto chegou ao fim, o estágio final pode ser examinado para garantir o sucesso futuro. [5]

Execução do Plano

  • Clareza: o plano deve conter etapas e ações claros; não podem ser vagos.
  • Gerência: uma pessoa deve ser  responsável por rastrear o progresso, manter a equipe informada, garantir que as as etapas e ações ocorram e fazer ajustes nas ações ou no plano.
  • Responsabilidade: cada passo de ação precisa ter uma pessoa responsável.
  • Suporte: para cada etapa de ação, determine a pessoas de suporte; pode ser várias pessoas, mas não podem ser os responsáveis ​​pela ação ou pelo resultado.
  • Informado: a comunicação para cada ação é extremamente importante para entender o estado do progresso em torno das ações para ver como elas afetam outras ações e objetivos.
  • Métricas e orçamento: cada etapa da ação deve ter uma métrica para informar que a ação foi concluída.
  • Data de marco: data em que a etapa de ação precisa começar.
  • Data de conclusão da ação.

Contexto

Vantagens 

Um plano de ação deve beneficiar não apenas um indivíduo, e sim um grupo ou a empresa; dá visibilidade, permite monitorar o  seu progresso. executar a tarefa passo a passo, lidar com o projeto com eficiência; atingindo metas intermediárias até a meta final; fornece à equipe fundamentos adequados, priorizações e quantidade de tempo a serem gastos gasta em cada tarefa. Isso evita desvios, cria um vínculo dentro da equipe, pois cada membro está ciente de sua função individual e do todo e garante o sucesso do projeto.

Questões edit ]

Ao usar planos de ação, as limitações precisarão ser consideradas. Em primeiro lugar, cada membro da equipe precisará receber funções e tarefas individuais que exigirão a conclusão em uma data definida. Isso pode ser difícil para alguns, devido ao enfrentamento do estresse e das distrações que podem ocorrer. Outra questão não está sendo guiada de forma completa e eficaz, levando à falta de esforço e paixão que um membro tem pelo projeto. Além disso, se a comunicação em toda a equipe for inexistente, as informações importantes não chegarão aos membros do grupo, causando falta de confiança. Por fim, não obter o objetivo que você pretende atingir pode levar à frustração e, por sua vez, o planejamento teria sido uma perda de tempo. Pode haver mais adição a este artigo. [10] [11]

Gerenciamento de risco editar ]

Para se beneficiar dos planos de ação de gerenciamento de riscos, você precisa examinar algumas possibilidades que podem afetar o processo, como observar quaisquer ameaças e corrigi-las. Por exemplo, os principais aspectos do gerenciamento de riscos são garantir que você aloque funções específicas dos membros e monitore os riscos, para garantir que as tarefas sejam concluídas com eficiência. Esse é um fator importante, pois avaliar o que acontece durante e após o projeto permitirá encontrar os elementos positivos e negativos de cada etapa do planejamento, fornecendo a você a capacidade de desenvolver os riscos ainda mais. [12] [13]

Planos Empresariais

O que é um Plano?

Figura. Plano de Ação = metas + recursos + ações + cronograma + responsáveis + KPIs.

  • O planejamento gera PLANOS de forma interativa, participativa, comunicativa e conversacional.
  • Um PLANO é o caminho proposto para o futuro.
  • Um PLANO é uma lista de ações com detalhes de tempo , recursos e responsáveis ​​para atingir objetivos e metas; é um documento “vivo”, que deve ser “revisado continuamente”.
  • O PDCA é um método que ajudar a gerar, executar, checar e ajustar PLANOS continuamente.
  • Um PLANO pode ser formal (criado por  empresas) ou informal (criado por indivíduos para um propósito específico).
  • Um bom PLANO gera informações, confiança, reduz riscos e incertezas e suporta decisões.
  • PLANOS permitem responder perguntas do tipo: esse negócio é viável? Quando e como poderei atingir esse objetivo de negócio? Como entregar esse projeto em junho? Como atender com os SLAs exigidos em contrato? Quais os KPIs a serem utilizardos para suportar os SLAs? Quais são as etapas mais críticas que podem dar errado? Que variáveis ou situações podem ter maior impacto nos resultados?
  • Um PLANO prepara  você e a empresa para o futuro, cria foco, une as pessoas em direção aos objetivos comuns, facilita o trabalho cooperado, administração e economia de tempo e recursos.

Quais as características de um bom Plano?

Figura. Qualidades do plano = claro + quantificado + focado + realista + acordado.

Quais as “qualidades fundamentais” de um Plano, seja ele qual for?

  • Claro – declaração inequívoca de “exatamente” o que deve ser feito.
  • Quantificado – o resultado previsto de cada atividade deve ser quantificado, para que seu desempenho possa ser monitorado.
  • Focado – seleciona as questões principais – vide regra 80:20 (Pareto) – “20% do esforço gera 80% dos resultados”.
  • Realista – o desafio é percebido como alcançável.
  • Acordado – ou ecológico; o objetivo interessa à todos.

Reflita sobre eses critérios …compare com os critérios SMART e 5 W2H …

Quais são os planos mais frequentes nas empresas?

Figura. Planos empresariais = negócio + estratégia + operação + marketing + vendas + …

No ambiente empresarial existem vários tipos de PLANOS para diferentes propósitos: criar a empresa, estabelecer o futuro e posicionamento no mercado, planejar o dia a dia; identificar e atrair o mercado alvo, suportar as operações da empresa, prospectar clientes. promover e vender, e assim por diante.

  • PLANOS DE NEGÓCIO para avaliar a viabilidade de negócios e obter financiamento de bancos e investidores.
  • PLANOS ESTRATÉGICOS desenvolvidos pelos líderes da empresa; envolvem missão, visão, valores, objetivos e estratégias de longo prazo; são referências para os demais planos empresariais.
  • PLANOS OPERACIONAIS são de curto prazo, tipicamente de até 1 ano, são alinhados e desdobrados dos planos estratégicos; estão relacionados aos departamentos ou áreas da empresa.
  • PLANOS DE MARKETING descrevem as estratégias do mix de marketing 7Ps – produto, preço, promoção, praça, processos, pessoas e evidências  – para atingir as metas de negócio no mercado alvo.
  • PLANOS DE VENDA  são desdobramentos do plano de marketing e focam em transformar cliente potenciais em clientes.
  • PLANOS FINANCEIROS, PLANOS de TI, são outros exemplos e a lista não para por aqui.

 

Planos de Negócios

O que é um Plano de Negócio

Figura. Plano de Negocio. O modelo de negócio é viável e atrativo? Vale investir?

O Plano de Negócio é um documento formal; um roteiro para orientar um negócio; contém metas de negócios e quando serão atingidas; descreve o modelo de negócio, informações básicas sobre a empresa, projeções financeiras (receitas, investimentos, custos, lucros) e estratégias para alcançar as metas estabelecidas;é usado para obter um empréstimo bancário ou outro tipo de financiamento; é uma ferramentas de tomada de decisão.

Quais são os componentes de um Plano de Negócio?

Figura. Plano de negócios = objetivos + modelo de negócio + SWOT + mercado alvo + concorrência + plano  financeiro. + plano de marketing + plano de operações.

Um modelo simples e completo para um plano de negócio pode ser:

  • SUMÁRIO EXECUTIVO – resumo para rápido entendimento; com objetivos e informações básicas; análise concisa e principais conclusões; aproximadamente 10% do tamanho do plano de negócio.
  • DECLARAÇÃO DE MISSÃO, VISÃO  e VALORES – qual a razão da empresa existir, onde quer chegar no futuro e quais são os comportamentos e habilidades esperados.
  • DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO – nome do seu negócio; quem é você (para os credores e investidores saberem quem você é); cliente-alvo (informar o foco e facilitar a avaliação da viabilidade do negócio); quais os produtos e serviços a serem comercializados; onde está localizada a empresa; quem opera a empresa; quando o plano de negócio será implementado e quando os resultados acontecerão; por quê os potenciais clientes comprarão da sua empresa (proposta de valor); como será o modelo de negócio.
  • SWOT – Análise dos ambientes interno e externo – pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças.
  • ANÁLISE DE MERCADO – avaliação da atratividade do mercado alvo (quantitativa e qualitativa); necessidades, atributos de valor, tamanho do mercado (volume e valor); segmentos de clientes; padrões de compra, barreiras à entrada e regulamentação.
  • ANÁLISE DA CONCORRÊNCIA – avaliação do posicionamento dos concorrentes, seus pontos fortes e fracos, curvas de valor que comparam as estratégias das empresas concorrentes.
  • PLANO de MARKETING – Estratégias 7P (Produto, Preço, Promoção, Praça, Pessoas, Processos e Evidências Físicas).
  • PLANO de OPERAÇÕES – situação atual, objetivo, desafios, acões, responsáveis, cronogramas, recursos (humanos, financeiros, e físicos).
  • PLANO FINANCEIRO – receitas, investimentos, custos e lucros ao longo do tempo.
  • Anexos.

 

Teste seu Conhecimento sobre Planos Empresariais

  1. O que é um Plano e quais seus principais componentes?
  2. Quais as características de um bom Plano?
  3. Quais são os planos mais frequentes nas empresas?
  4. O que é um Plano de Negócio?
  5. Quais são os componentes de um Plano de Negócio?
  6. O que é um Plano Estratégico?
  7. Quais são as  3 perguntas principais tratadas no plano estratégico?
  8. Quais os componentes do Plano Estratégico?
  9. Qual a diferença entre Plano de Negócios e Plano Estratégico?
  10. Qual o propósito dos Planos Operacionais?
  11.  Como gerenciar planos operacionais?
  12. Qual a diferença entre Plano Estratégico e Plano Operacional?
  13. O que é um Plano de Marketing?
  14. Quais são os componentes de um Plano de Marketing?
  15. Qual a diferença entre um Plano de Negócio e um Plano de Marketing?
  16. O que é um Plano de Vendas?
  17. Qual a diferença entre um Plano de Marketing e um Plano de Vendas?

Planos Estratégicos

O que é um Plano Estratégico?

Figura. Plano estratégico = missão + visão + valores + objetivos  de 3 a 5 anos + objetivos SMART anuais + planos de ação.

  • O plano estratégico é um documento resultante do planejamento estratégico usado para comunicar os objetivos da organização, as ações necessárias para alcançar esses objetivos e todos os outros elementos críticos desenvolvidos durante o exercício do planejamento estratégico.
  • O planejamento estratégico é um processo anual, no qual os líderes da empresa determinam onde se quer chegar no futuro, num horizonte de 3 a 5 anos; é
  • Esta inserido nas atividades de gerenciamento organizacional, para definir prioridades, concentrar energia e recursos, fortalecer as operações, garantir que os funcionários e outras partes interessadas trabalhem em direção aos objetivos comuns; ajustar a direção da organização às mudanças no ambiente; produzir decisões e ações fundamentais que moldam e orientam a empresa.

O planejamento estratégico lida com 3 perguntas principais:

  1. “O que nós fazemos?”
  2. “Para quem nós fazemos isso?”
  3. “Como podemos nos sobressair?”

Quais os componentes do Plano Estratégico?

  • SUMÁRIO EXECUTIVO
  • DECLARAÇÃO DA MISSÃO, VISÃO  e VALORES
  • SWOT – pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças.
  • METAS de LONGO PRAZO – detalham o alcance da visão.
  • METAS ANUAIS SMART – que detalham as metas de longo prazo.
  • PLANOS de OPERACIONAIS – documentos que detalham como o as metas SMART serão alcançadas.
“Uma visão sem um plano é apenas um sonho. Um plano sem visão é apenas trabalho penoso. Uma visão com um plano pode mudar o mundo”.
Palavras chave do Plano Estratégico - longo prazo, missão, visão, valores, SWOT, estratégias, objetivos anuais, plano de ação, referência para outros planos empresariais, alto escalão da empresa.

Qual a diferença entre Plano de Negócios e Plano Estratégico?

Figura Plano de Negócios x Plano Estratégico. Qual o negócio x Como será sustentado no longo prazo.

Enquanto um plano estratégico é um tipo de plano de negócios, existem várias distinções importantes entre os dois que vale a pena notar:

  • O plano estratégico é usado para implementar e gerenciar a direção estratégica de uma organização que já existe; o plano de negócios é usado para iniciar um negócio e obter financiamento.
  • Os dois planos cobrem diferentes prazos; o plano estratégico cobre de 3 a 5 anos; o plano de negócio geralmente cobre 1 ano.
  • O plano estratégico define foco, direção e ação para mover a empresa do “agora” para o “futuro”; o plano de negócios define o negócio.
  • O plano estratégico se concentra na construção de uma vantagem competitiva sustentável – é de natureza futurista; o plano de negócios é usado para avaliar a viabilidade de uma oportunidade de negócio – é de natureza tática.

 

Teste seu Conhecimento sobre Planos Estratégicos

  1. O que é um Plano Estratégico?
  2. Quais são as  3 perguntas principais tratadas no plano estratégico?
  3. Quais os componentes do Plano Estratégico?
  4. Qual a diferença entre Plano de Negócios e Plano Estratégico?
  5. Qual a diferença

Planos Operacionais

O que é um Plano Operacional?

Figura. Plano Operacional. Quais serão as metas, atividades, cronogramas, responsáveis e recursos.

O planejamento operacional desdobra metas e objetivos estratégicos (longo prazos) para metas e objetivos táticos (curto prazos); descreve como um plano estratégico será colocado em operação durante um determinado período operacional, por exemplo 1 ano; é a base e justificativa do orçamento operacional anual; o plano operacional é altamente detalhado e fornece uma visão clara de como uma equipe ou departamento contribuirá para a realização dos objetivos da organização; mapeia as tarefas do dia-a-dia necessárias para administrar um negócio; aborda as seguintes questões:

  • Onde estamos agora e onde queremos estar?
  • O que devemos fazer?
  • Quem são os responsáveis pelas estratégias / atividades?
  • Quando as atividades acontecem e devem ser concluídas?
  • Quanto de recursos (recursos humanos, financeiros e físicos) estão disponíveis para concluir as atividades?

Quais as melhores práticas para gerenciar planos operacionais?

Figura. Fatores chaves para o planejamento operacional. 

  • Alinhamento com o plano estratégico; o plano operacional é uma ferramenta para realizar o plano estratégico; este deve ser forte e todos os envolvidos no plano operacional precisam compreendê-lo; certifique-se que todos os componentes do plano operacional estejam conectados e ajudem a atingir os objetivos estratégicos.
  • Foco nos objetivos mais importantes; quanto mais complexo o plano operacional, menos provável é que uma equipe o siga com sucesso;  divida seu plano estratégico em objetivos de um ano.
  • Use KPIs corretos; eles têm um papel importante no sucesso do seu plano operacional; os KPIs escolhidos orientarão o trabalho de todos os envolvidos no período; as métricas mais eficazes são preditivas que mostram o que se deve esperar para o futuro e permitam ajustar os desvios e orientar comportamentos e ações proativas.
  • A comunicação é fundamental; reserve um tempo para compartilhar e discutir seus KPIs; é essencial que todos entendam a escolha das métricas específicas, por que elas são importantes, como elas ajudarão sa empresa ou a equipe a atingir suas metas e qual o papel de cada indivíduo ao trabalhar para alcançar o sucesso.
  • Realize reuniões regulares – idealmente semanais – para comunicar o progresso organizacional em seus KPIs e discutir quaisquer questões que possam ter surgido.
Com um sólido plano de operações, sua organização deve ter tudo que você precisa para lidar com suas prioridades com sucesso e alcançar as metas que impulsionarão a sua visão estratégica.
Palavras chaves do Plano Operacional. curto prazo, missão, metas, indicadores de controle, estratégias, atividades, responsáveis, cronograma,

Qual a diferença entre Plano Estratégico e Plano Operacional?

Figura. Plano de Negócios x Plano Operacional.

  • O plano estratégico é um guia geral e amplo – descreve missão, visão e metas de alto nível para os próximos três a cinco anos; como serão medidos e os principais projetos assumidos para atingi-los; o plano operacional (também conhecido como plano de trabalho ) descreve o foco de uma área específica da empresa para o próximo ano.
  • O plano estratégico compartilha sua visão para o futuro; o plano operacional estabelece as atividades diárias e semanais para alcançar a visão
  • O plano estratégico define metas de longo prazo; o plano operacional define metas de curto prazo (geralmente o próximo ano fiscal)
  • O plano estratégico é centrado na empresa (como todos os departamentos devem trabalhar juntos para alcançar as metas); o plano operacional não é centrado na empresa – é focado no departamento.
  • O plano estratégico é gerado pelo alto escalão da empresa; os planos operacionais são gerados pelas médias gerências e todos os planos influenciam uns nos outros e são desdobrados e alinhados pelo plano estratégico.
  • A avaliação do plano estratégico (trimestral ou anual) observa como a sua empresa está se saindo nas medidas escolhidas; essas discussões devem permanecer num nível razoavelmente alto para não ficarem atoladas em detalhes; as avaliações dos planos operacionais descrevem os  status de cada projetos ou tarefas em que as pessoas do departamento estão trabalhando.
Para ser uma empresa focada em estratégia, você precisa de um plano estratégico e planos operacionais.

 

Teste seu Conhecimento sobre Planos Empresariais

  1. Qual o propósito dos Planos Operacionais?
  2.  Como gerenciar planos operacionais?
  3. Qual a diferença entre Plano Estratégico e Plano Operacional?
  4. O que é um Plano de Marketing?
  5. Quais são os componentes de um Plano de Marketing?
  6. Qual a diferença entre um Plano de Negócio e um Plano de Marketing?
  7. O que é um Plano de Vendas?
  8. Qual a diferença entre um Plano de Marketing e um Plano de Vendas?

Plano de Marketing

O que é um Plano de Marketing?

Figura. Plano de Marketing = Parte Estratégica + Mix de Marketing
Para crescer o seu negócio, você precisa de um plano de marketing. O plano de marketing identifica tudo, desde 1) quem são seus clientes-alvo 2) como você os alcançará, 3) como você irá reter seus clientes para que eles comprem repetidamente de você.

O plano de marketing é um plano abrangente que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing para o próximo ano; pode ser para um produto, serviço, marca ou linha de produtos; pode fazer parte de um plano geral de negócios;

O plano de marketing deve ser desdobrado do plano estratégico (que provê a visão corporativa) que o contextualiza; o processo, deve ser “top-down”, do geral para o específico e como qualquer plano, deve ser interativo.

  • Definir os objetivos de marketing é o fator chave para todo o processo de marketing, para definir onde exatamente a empresa deseja estar em algum momento do futuro; devem basear-se nos objetivos financeiros da organização; devem ser SMART para serem eficazes, por exemplo, “entrar no mercado com o peoduto X e ganhar 15% do mercado,  em valor e em 1 ano.
  • Após definir os objetivos de marketing, você precisa definir a estratégia 7P ou o mix de marketing; ou seja, os meios pelos quais os objetivos de marketing serão alcançados (o foco do plano de marketing é definir uma estratégia sólida); um aspecto muitas vezes negligenciado e de extrema importância é o “timing”; tomar a ação certa na hora errada é tão ruim quanto tomar a ação errada no momento certo;  um cronograma de atividades planejadas é um componente crucial.
  • Tendo concluído esta fase núcleo, definição de objetivos e estratégias, você precisará verificar a viabilidade de seus objetivos e estratégias em termos de participação de mercado, vendas, custos, lucros e assim por diante, que serão exigidos na prática; você precisará empregar julgamento, experiência, pesquisa de mercado ou qualquer outra coisa para tal.
  • O desenvolvimento de planos detalhados vem na sequência; são eles que constituirão o marketing na sua empresa no futuro; embora esses planos detalhados possam abranger cada um dos 7 P’s, o foco varia, em função de estratégias específicas; se a empresa está voltada para o produto focará seus planos para os 7 P’s em torno de cada um de seus produtos; se orientada para o mercado ou geograficamente concentrará-se em cada mercado ou área geográfica. No entanto,  os planos deverão estar focados nas necessidades detalhadas de seus clientes e nas estratégias escolhidas para satisfazer essas necessidades.

Quais são os componentes de um Plano de Marketing?

  • SUMÁRIO EXECUTIVO – apresenta uma visão geral do plano proposto; facilita a comunicação e entendimento do plano.
  • SITUAÇÃO ATUAL DE MARKETING – apresenta antecedentes relevantes sobre venda, custos, lucros, mercados, concorrentes, distribuição e macroambiente.
  • CLIENTES ALVOdescreve a “persona” ou “avatar”, perfil demográfico ( idade, sexo), perfil psicográfico (interesses), desejos e necessidades relacionados aos produtos e / ou serviços que você oferece.; tipo de publicidade, proposta de valor,
  • ANÁLISE DE SWOT – identifica principais oportunidades, ameaças, forças e fraquezas da linha de produtos.
  • OBJETIVOS DE MARKETING – define metas financeiras (exemplo: taxa anual de retorno do investimento, lucros líquidos anual, fluxo de caixa,etc) e de marketing do plano de em relação a volume de vendas, participação de mercado e lucros.
  • ESTRATÉGIA  de MARKETING – apresenta a abordagem geral de marketing que será utilizada para alcançar os objetivos do plano; considerações sobre compras, produção para atender o volume de vendas, força de vendas, recursos financeiros para propaganda e promoção.
  • PLANO  de AÇÃO 7Ps – apresenta os programas específicos de marketing projetados para atingir os objetivos de negócio. O que será feito? Quando será feito? Quem o fará? Quanto custará?
  • PLANO FINANCEIRO – projeta os resultados financeiros esperados do plano.
  • CONTROLES – descreve como o plano será monitorado em base mensal ou trimestral;

Qual a diferença entre um Plano de Negócio e um Plano de Marketing

  • Um plano de negócios abrange todo o negócio, incluindo estratégia geral, planos financeiros, mercados-alvo, vendas, produtos e serviços, operações e como todos eles se relacionam entre si. Um plano de marketing, por outro lado, foca no marketing: estratégia de marketing, mercados-alvo, mix de marketing, mensagens, programas, etc.
  • O fluxo de caixa é vital para um plano de negócios, mas geralmente não está incluído em um plano de marketing.
  • Um plano de negócios quase sempre inclui um plano de marketing, mas a ênfase varia.
  • Muitas pessoas fazem planos de marketing em vez de planos de negócios porque seu trabalho ou sua atenção ou seu foco está no marketing, não no negócio como um todo.

 

Teste seu Conhecimento sobre Planos Empresariais

  1. O que é um Plano de Marketing?
  2. Quais são os componentes de um Plano de Marketing?
  3. Qual a diferença entre um Plano de Negócio e um Plano de Marketing?
  4. Qual a diferença entre um Plano de Marketing e um Plano de Vendas?

Plano de marketing complemento

Propósito do Plano de Marketing

  • Definir metas de marketing para o próximo ano, alinhados com os objetivos estratégicos da empresa.
  • Descrever a situação atual de marketing da empresa, mercado-alvo e estratégia 7P (mix de marketing) para atingir as  metas de marketing.
  • Dados históricos, pesquisa
  • e análise da situação do mercado (clientes e volume de vendas), concorrência, orçamentos, previsões de vendas e  financeiras. 
  • Analisar o ambiente externo e interno – SWOT.
  • Analisar os mercados (segmentos, posicionamento, tamanho).
  • Definir recursos e orçamentos necessários.
  • Avaliar o retorno potencial dos investimentos em marketing.
  • Planos de Ação – Planos de ações das várias áreas para monitoramento e comunicação e alinhamento organizacional; planos de incentivos de venda para motivar e recompensar; alinhar as atividades de marketing com a missão da empresa.
  • Cooperar com a “visão corporativa”

 

Conteúdo do plano de marketing editar ]

Um plano de marketing para uma pequena empresa normalmente inclui a descrição dos concorrentes, incluindo o nível de demanda pelo produto ou serviço e os pontos fortes e fracos dos concorrentes.

  1. Descrição do produto ou serviço, incluindo características especiais
  2. Orçamento de marketing , incluindo o plano de publicidade e promocional
  3. Descrição do local da empresa, incluindo vantagens e desvantagens para o marketing
  4. Estratégia de preços
  5. Segmentação de mercado

Organizações de médio e grande porte editar ]

Os principais conteúdos de um plano de marketing são: [9]

  1. Sumário executivo
  2. Análise Situacional
  3. Análise SWOT
  4. Objetivos
  5. Estratégia de marketing
  6. Programa de Ação (o plano de marketing operacional para o período em análise)
  7. Previsão financeira
  8. Controles

Em detalhes, um plano de marketing completo normalmente inclui: [9]

  1. Sumário executivo
  2. Situação atual
    • Ambiente Externo – econômico, jurídico, governamental, tecnológico, ecológico, sociocultural, fornecedores.
    • Mercado – definição, tamanho, segmentação, grupos estratégicos, análise das 5 forças de Porter, participação, pontos fortes e fracos da concorrência, tendências.
    • Consumidor – processo de decisão de compra, participantes, demografia, psicografia (personalidade, valores, opiniões , atitudes , interesses e estilos de vida), motivação e expectativas.
    •  Ambiente Interno – recursos (finanças, pessoas, tempo, habilidades), objetivos (empresariais, financeiro, marketing, longo prazo), modelo de negócio, missão, visão, cultura organizacional)
  3. Análise de SWOT.
  4. Pesquisa de marketing – mix de marketing x comportamento do consumidor.
  5. Estratégia de marketing – mix de marketing e segmentações (produto, segmento de cliente, geografia, canal de distribuição.
  6. Implementação
    • pessoal (responsabilidades, incentivos, treinamento de vendas)
    • financeiro
    • sistemas de informação de gerenciamento (coordenação, controle, análise e visualização de informações)
  7. Resumo financeiro – previsões e suposições
  8. Análise de Cenários – cenários futuros x plano de ação para cada cenário)
  9. Controles – indicador de desempenho e mecanismos de feedback

Medição do progresso editar ]

O estágio final de qualquer processo de planejamento de marketing é estabelecer metas (ou padrões) para que o progresso possa ser monitorado. Consequentemente, é importante colocar tanto quantidades quanto prazos nos objetivos de marketing (por exemplo, capturar 20% do valor do mercado dentro de dois anos) e nas estratégias correspondentes. Os profissionais de marketing devem estar prontos para atualizar e adaptar os planos de marketing a qualquer momento. O plano de marketing deve definir como o progresso em direção aos objetivos será medido. Os gerentes geralmente usam orçamentos, cronogramas e métricas de marketing para monitorar e avaliar os resultados. Com o orçamento, eles podem comparar as despesas planejadas com as despesas reais para determinado período. As agendas permitem que o gerenciamento veja quando as tarefas deveriam ser concluídas e quando elas realmente estavam.

Mudanças no ambiente significam que as previsões geralmente precisam ser alteradas. Juntamente com estes, os planos relacionados também podem precisar ser alterados. O monitoramento contínuo do desempenho, em comparação com metas predeterminadas, representa um aspecto importante disso. No entanto, talvez ainda mais importante seja a disciplina forçada de uma revisão formal regular. Novamente, como nas previsões, em muitos casos, o melhor (mais realista) ciclo de planejamento girará em torno de uma revisão trimestral. O melhor de tudo, pelo menos em termos dos aspectos quantificáveis ​​dos planos, se não a riqueza de detalhes de apoio, é provavelmente uma revisão trimestral – planejando um ano à frente de cada novo trimestre. Claro, isso absorve mais recursos de planejamento; mas também garante que os planos incorporem as informações mais recentes,

Os planos só têm validade se forem realmente usados ​​para controlar o progresso de uma empresa: seu sucesso está na sua implementação, não na escrita ”.

 

  • Concorrência : O plano de marketing deve identificar a concorrência da organização. O plano deve descrever como a organização se destacará de sua concorrência e o que fará para se tornar um líder de mercado.
  • Estratégias de plano de mercado : Desenvolver as estratégias de marketing e promoção que a organização usará. Tais estratégias podem incluir publicidade, marketing direto, programas de treinamento, feiras, website, etc. [3]
  • Orçamento do plano de marketing : as estratégias identificadas no plano de marketing devem estar dentro do orçamento. Os gerentes de alto escalão precisam revisar o que esperam realizar com o plano de marketing, rever sua situação financeira atual e depois alocar fundos para o plano de marketing. [3]
  • Metas de marketing : o plano de marketing deve incluir metas de marketing atingíveis. Por exemplo, um objetivo pode ser aumentar a base atual de clientes em 100 em um período de três meses. [3]
  • Mix de Marketing: O plano de marketing deve avaliar o mix de marketing apropriado. Isso inclui configurar o marketing do produto, preço, local e promoção. Esses quatro elementos são modificados até que a melhor combinação tenha sido encontrada para atender às necessidades do cliente do produto, o que resultaria na máxima lucratividade da empresa.
  • Monitoramento dos resultados do plano de marketing : O plano de marketing deve incluir o processo de análise da posição atual da organização. A organização precisa identificar as estratégias que estão funcionando e as que não estão funcionando. [3]

 

Planos de Venda

O que é um Plano de Vendas?

Figura. Principais componentes do Plano de Vendas

 Plano de Vendas = Metas + Estratégias + Campanhas + Orçamento + Comunicação + Controle

O plano de vendas é um documento que descreve os objetivos do seu negócio em relação à venda de produtos, serviços ou soluções; é organizado em torno de metas financeiras (receita, custo, lucro, ROI, giro, margem de lucro) e metas de produtos que devem ser SMART;

Componentes do Plano de Vendas

o plano de vendas está conectado com o plano de marketing; deve ser atualizado periodicamente a cada 6 ou 12 meses e irá ajudá-lo:

  • Metas – definir um conjunto de metas de vendas para o seu negócio; por exemplo: – resultado, velocidade da venda, quantidade de contatos, taxa de conversão, tamanho da venda, ciclo da venda, precisão das previsões de venda.
  • Estratégias – Aplicar estratégias de vendas adequadas ao seu mercado alvo.
  • Campanhas ou Táticas. Identificar táticas de vendas para sua equipe de vendas, alinhadas às estratégias.
  • Planos de Ação e Programas. Ativar, motivar e focar sua equipe de vendas
  • Orçamento. Orçar e clarificar os recursos que você vai tomar para suportar os planos, estratégias, campanhas e atingir as metas.
  • Controle. Revisar seus objetivos periodicamente e melhore suas abordagens de vendas.

Quais são as boas práticas para elaborar Planos de Venda?

  • Conexão com o plano de marketing para identificar e atuar no mercado-alvo estratégico,
  • Focar na persona do cliente e analisar as atitudes e comportamentos de compra.
  • Considerar os detalhes das estratégias de publicidade (mix de promoção) que serão usadas;
  • tipicamente inclui as seguintes seções: clientes alvosmetas de receita, estratégias e táticas para cada produto/serviço, estratégia de prospecção, (preços e promoções, prazos e pessoas diretamente responsáveis, estrutura da equipe, recursos (ferramenta CRM, orçamento para campanhas, treinamento, documentações, etc), posicionamento de mercado (concorrentes, posicionamento das ofertas,  tendências de mercado, previsão da influência dos vários fatores no negócio).

Qual a diferença entre um Plano de Marketing e um Plano de Vendas?

Veja na figura a seguir a sinergia entre as áreas de vendas e marketing.

Figura. Sinergia Marketing e Vendas. Marketing identifica potenciais compradores e como atraí-los; Vendas transforma potenciais compradores em clientes e dá feeddback, para marketing para jazer ajustes. Vide PDCA.

  • Os planos de marketing visam identificar o mercado- alvo da sua empresa e criar estratégias para alcançar esses clientes; os planos de vendas detalham as estratégias que a empresa usará para vender produtos e serviços e aumentar a receita.
  • O plano de marketing é o plano estratégico macro, enquanto o plano de vendas é um documento tático mais direcionado.
  • Planejar suas vendas sem ter um plano de marketing em primeiro plano pode levar a ganhos de curto prazo, mas com grande probabilidade de problemas no longo prazo.
  • O plano de marketing ajuda a orientar o departamento de vendas a gerar o plano de vendas, define o que você vai vender e para quais clientes; o plano de vendas começa depois que você sabe quem são seus clientes, quais benefícios que eles desejam, a mensagem que você precisa enviar e onde você precisa vender.
  • O marketing atrai clientes em potencial e cria uma consciência para sua marca, enquanto as vendas convencem os clientes em potencial a comprar o produto.
  • O plano de vendas se concentra em lidar e nutrir clientes, enquanto o plano de marketing se concentra em como tornar a marca interessante e importante.
  • O plano de marketing foca  em atrair grupos de pessoas para sua empresa (visão coletiva); o plano de vendas foca em ajudar as pessoas face a face ou por telefone a comprar seus produtos e serviços (visão individual).

O plano de negócios inclui estratégia, principais táticas (marketing, produtos e planos financeiros são táticas essenciais), marcos específicos, métricas, suposições, responsabilidades e projeções essenciais, incluindo vendas, gastos e fluxo de caixa.

O plano estratégico é o pensamento de alto nível, sem detalhes, define a estratégia que fará as suas ofertas (produtos, serviços ou soluções) diferentes e como esses três elementos trabalharão juntos. Em muitos aspectos, é como definir atributos, metas e direções.

O plano de marketing geralmente (mas não necessariamente) inclui uma análise de mercado. Ele define mercados-alvo, mensagens, mídia, promoção, preços, canais de distribuição, embalagem, relações públicas, o composto de marketing apropriado para suportar a proposta de valor da empresa;


 

Teste seu Conhecimento sobre Planos Empresariais

  1. O que é um Plano e quais seus principais componentes?
  2. Quais as características de um bom Plano?
  3. Quais são os planos mais frequentes nas empresas?
  4. O que é um Plano de Negócio?
  5. Quais são os componentes de um Plano de Negócio?
  6. O que é um Plano Estratégico?
  7. Quais são as  3 perguntas principais tratadas no plano estratégico?
  8. Quais os componentes do Plano Estratégico?
  9. Qual a diferença entre Plano de Negócios e Plano Estratégico?
  10. Qual o propósito dos Planos Operacionais?
  11.  Como gerenciar planos operacionais?
  12. Qual a diferença entre Plano Estratégico e Plano Operacional?
  13. O que é um Plano de Marketing?
  14. Quais são os componentes de um Plano de Marketing?
  15. Qual a diferença entre um Plano de Negócio e um Plano de Marketing?
  16. O que é um Plano de Vendas?
  17. Qual a diferença entre um Plano de Marketing e um Plano de Vendas?

Objetivos Empresariais

Depois de estabelecer seus pontos fortes e fracos e as oportunidades e ameaças, você pode redefinir seus objetivos de marketing e como eles se encaixam nos objetivos da sua empresa.

 

Quais os exemplos de objetivos estratégicos?

A escolha do melhor objetivo estratégico para a sua empresa dependerá do tipo de negócio ou indústria, se o setor é de rápido crescimento; pode ser um objetivo financeiro, marketing, TI  e assim por diante; pode ser um novo produto, ou aumento de receita para o próximo ano; se for um setor de crescimento lento, como energia ou mineração, você pode optar na proteção de seus ativos,  gerenciamento de despesas ou redução de custos;

Dois negócios semelhantes no mesmo setor podem ter duas estratégias muito diferentes. Sua estratégia determinará os objetivos que você definiu tanto quanto seu setor; sua empresa pode ter a mesma missão e propósito que uma outro, mas poderá ter uma abordagem diferente para alcançar esse propósito.

Objetivos financeiros

Os objetivos financeiros são geralmente escritos como metas financeiras; ao definir seus objetivos financeiros, considere o que você está tentando realizar financeiramente no período de tempo do seu plano estratégico.

  1. Aumentar a receita é o objetivo financeiro mais básico e fundamental de qualquer negócio; foca nas atividades de vendas e marketing; são geralmente definidas em termos de aumento percentual, em vez valores específicos.
  2. Margens de Lucro. Os objetivos de lucro são alcançados  por qualquer dinheiro que sobrar da receita de vendas depois de todas as despesas terem sido pagas; as metas de lucro estão relacionadas primeiro com a receita e depois com os custos. Manter os custos baixos encontrando e construindo relacionamentos com fornecedores confiáveis, projetar operações com foco na eficiência enxuta e aproveitar as economias de escala, para citar alguns métodos, pode deixar você com mais dinheiro depois de pagar todas as suas contas.
  3. Retorno sobre o investimento; esse objetivo é aplicado em dois cenários básicos: 1) retorno gerado pelos investimentos em imóveis e equipamentos produtivos que gerem receitas e lucros suficientes para justificar o custo de aquisição e 2) investimentos em ações, títulos e outros instrumentos de investimento.
  4. Alavancagem financeira; no caso da empresa sua empresa usar a dívida (outra palavra para alavancagem financeira) como uma ferramenta financeira fundamental, existe um limite da dívida que se gostaria de não ultrapassar.
  5. Sustentabilidade financeira; quando a organização está em ritmo de crescimento ou tem um ambiente econômico incerto e precisa ter certeza de que permanecerá financeiramente estável; às vezes isso significa buscar fontes externas de receita ou administrar os custos apropriados às suas operações.

Objetivos com foco no cliente

Esses objetivo são escritas na forma de uma frase ou uma declaração que um cliente diria ao falar sobre seus produtos ou serviços:

  • Melhor valor para o custo; isso significa a sua empresa quer e investirá para que que seus clientes saibam que não estão comprando o produto ou serviço mais caro ou mais barato ou de mais alta qualidade, mas que estão obtendo o melhor negócio (valor = benefício/custo x risco).
  • Produtos / serviços confiáveis; esse é um objetivo a ser escolhido quando a sua empresa se orgulha da confiabilidade de seu produto ou serviço.
  • Venda cruzada de mais produtos; concentrar a venda em mais produtos para os mesmos clientes; esse objetivo (e estratégia) reconhece que você já tem o cliente, mas pode ampliar o seu negócio vendendo mais para ele.
  • Aumentar a participação de mercado; essa estratégia concentra-se na venda para uma maior quantidade de clientes.
  • Parceria com os clientes para fornecer soluções; a empresa pode entregar soluções orientadas a serviços ou fazer com que os clientes participem de pesquisa e desenvolvimento; a parceria tem um custo, mas em contrapartida pode promover mais lealdade do cliente.
  • Melhor serviços para clientes; essa estratégia indica que a sua empresa deseja que seus clientes considerem sua organização fácil de lidar; clientes optem por trabalhar com a sua empresa  mesmo com produtos semelhante dos seus concorrentes.
  • Foco em necessidades; esse objetivo reflete, tal como a anterior, a estratégia de intimidade com o cliente; o cliente percebe que a sua empresa entende suas necessidades e situações específicas e escolhem os seus produtos e serviços.

Objetivos Internos ou de Processos

Objetivos internos são tipicamente focados em processos que sua empresa busca diferenciação; esses exemplos de objetivos e estratégias de negócios podem ser divididos em três áreas: inovação, intimidade com o cliente e excelência operacional.

Inovação:

  • Diferenciar o produto;  sua empresa pode usar esse objetivo num ambiente em que o cliente não consiga diferenciar seus produtos da concorrência; neste caso o objetivo é desenvolver novos serviços em torno do produto ou novos recursos de diferenciação do produto ou serviço.
  • Aumentar a participação de vendas de novos produtos; se concentrar no resultado que sua empresa espera alcançar; isso força a inovar constantemente, mesmo em seus produtos de maior sucesso.
  • Melhorar ou focar a pesquisa e desenvolvimento (P & D); inovar especificamente em uma linha de produtos em detrimento de outra.
  • Inovar para aquisição de novos clientes; concentrar no motivo pelo qual você coloca o foco na inovação, para entrar em um novo mercado ou atrair clientes que talvez não consiga alcançar com suas ofertas atuais.

Intimidade com o cliente

O objetivo de obter mais intimidade com o cliente envolve a utilização de tecnologias que permitam que os contatos com os clientes sejam mais rápidos, eficientes, customizados, personalizados.

  • Ótimo atendimento ao cliente; isso significa definir os serviços que serão diferenciados na empresa. por exemplo suporte proativo, suporte por telefone, suporte no local, e assim por diante.
  • Melhorar o atendimento ao cliente: concentrar numa melhoria específica no atendimento ao cliente.
  • Invista no gerenciamento de clientes: esse objetivo é normalmente usado quando sua estratégia é se concentrar mais em seus processos de gerenciamento de clientes do que no passado.
  • Melhorar a satisfação do cliente; isso pode ser um bom objetivo para aprimorar e focar em áreas específicas de satisfação.
  • Melhorar a retenção de clientes: isso pode significar definir medidas e projetos em torno de atividades para ajudar a reter os clientes.

Excelência operacional

 

  • Reduzir o custo; esse objetivo se concentra na redução de custos específicos dentro de um produto ou serviço ou em toda a organização.
  • Reduzir desperdício; se sua organização usa muitas matérias-primas, um objetivo típico é reduzir o desperdício desse processo; isso geralmente resulta em economias significativas.
  • Investir em Gestão da Qualidade Total; significar fazer as coisas de maneira mais eficiente ou eficaz; esse objetivo é usado em organizações que implementaram (ou estão implementando) o TQM (Total Quality Management)
  • Melhorar e manter a segurança no local de trabalho; se a sua organização usa equipamentos pesados, produtos químicos, peças mecânicas ou maquinário, o foco na segurança do local de trabalho é um bom objetivo para reduzir custos e melhorar a satisfação no trabalho.
  • Simplificar processos empresariais; muitas empresas têm processos muito longos e demorados que se desenvolveram ao longo de muitos anos;  esse pode ser um objetivo-chave.
  • Aumentar a confiabilidade das operações: ter um objetivo como esse direcionará a análise de investimentos e as mudanças nos processos que podem aumentar essa confiabilidade.

Quais são os exemplos de objetivos de Marketing?

Normalmente, os objetivos de marketing incluem alguns ou todos os itens a seguir e estão conectados aos objetivos empresariais e financeiros, lisstados anteriormente

  • Aumentar as vendas.
  • Aumentar a base de clientes.
  • Crescer a participação de mercado.
  • Criar conhecimento da marca, produtos, serviços ou soluções.
  • Tornar-se uma das 3 principais marcas no setor.
  • Revigorar o interesse de um produto que está no mercado há muito tempo.
  • Lançar novos produtos ou serviços.
  • Reformular as estratégias de marketing atuais de um produto.
  • Compor o plano de negócios da empresa.
  • Segmentar novos clientes.
  • Entrar em novos mercados.
  • Melhorar as relações com as partes interessadas (stackholders).
  • Melhorar os relacionamentos com os clientes.
  • Melhorar a comunicação interna.

 

Objetivos Operacional e Estratégico

  • Os objetivos estratégicos são gerados pela alta direção de uma empresa; à partir de análise de SWOT;  para dar uma orientação geral para desenvolver de políticas e planos; alocação de recursos.
  • Objetivos Operacionais são objetivos de curto prazo cuja conquista aproxima a organização de seus objetivos de longo prazo; estão intimamente relacionados aos objetivos estratégico, já que uma empresa só será capaz de atingir objetivos estratégicos quando os objetivos operacionais forem atingidos; são normalmente definidos pelos gerentes de nível médio nos próximos seis a doze meses, com base no objetivo de uma organização.