Glossários

Glossário Técnico

A

Access Points (AP) – O Access Point é o principal elemento da rede WLAN. O Access Point possui uma interface wireless, com antena RF, e uma interface cabeada, ethernet. A interface cabeada se conecta à rede Ethernet. Esta interface é normalmente chamada de uplink, por onde os usuários wireless irão acessar as aplicações externas. O AP opera com um sistema de bridging entre as estações wireless e as estações conectadas na porta Ethernet. Isto é, o AP identifica o endereço MAC das estações wireless e das estações ligadas no ramo Ethernet, criando assim uma tabela de encaminhamento semelhante à dos switches ethernet. Frames de broadcast são encaminhados normalmente no ramo Ethernet, enquanto que Frames para endereços MAC desconhecidos são filtrados. Com isso o AP, assim como o switch em redes cabeadas, segmenta os domínios de colisão.

ADSL – ASYMMETRIC DIGITAL SUBSCRIBER LINE – Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL) é um formato de DSL, uma tecnologia de comunicação de dados que permite a transmissão de dados em banda larga via linhas telefônicas. Comparada a outras formas de DSL, o ADSL tem a característica de que os dados podem ter taxas de tranmissão diferentes ou assimétricas para download (velocidade maior) e up load (velocidade menor)..

Agentes de Usuário (UA) – um componente do SIP. São as aplicações nos terminais que enviam e recebem solicitações SIP em nome dos usuários. User Agent Clients (UAC) enviam solicitações SIP à parte chamadora e User Agent Servers (UAS) recebem solicitações da parte chamada. Cada usuário pode ter múltiplos agentes de usuário. Por exemplo, pode-se ter agentes de usuário separados para o telefone do trabalho, para o residencial, para o móvel e para o computador multimídia. Um endereço SIP é associado a cada agente de usuário;

ALOCAÇÃO DINÂMICA DE ENDEREÇOS – A alocação dinâmica de endereços ocorre quando são utilizados Protocolos de Roteamento que atualizam a rede com as mudanças de endereço ocorridas. É recomendada em redes de médio para grande porte na gerência de endereços IP, utilizando o serviço DHCP.

ALOCAÇÃO LÓGICA DE ENDEREÇOS – Utilizada para simplificar a gerência de mudanças em redes em LAN. Basta o usuário achar um ponto de rede que automaticamente será alocado na VLAN apropriada, independentemente da localização física, evitando recabeamento/limitações físicas.

Antenas Altamente Direcionais – Quando se deseja formar uma rede metropolitana, antenas semidirecionais não são normalmente suficientes para atingir as distâncias exigidas. Para estas necessidades são utilizadas antenas de alto ganho, com feixes extremamente estreitos, em média 10 graus. Antenas utilizadas para este fim têm forma de discos que concentram o feixe do sinal ou utilizam refletores parabólicos.

Antenas Direcionais – Antenas direcionais transmitem sinal em apenas uma direção. O feixe do sinal pode cobrir um setor que vai de 5 a 90 graus, enquanto que as antenas omnidirecionais cobrem 360 graus. Podemos classificar as antenas direcionais em semidirecionais e altamente direcionais, conforme o ganho e a concentração do feixe de transmissão. Antenas omnidirecionais possuem feixe horizontal de 360 graus e vertical que varia de 7 a 80 graus. As antenas semidirecionais utilizam feixes verticais que vão de 20 a 90 graus. Antenas altamente direcionais utilizam feixes de 5 a 15 graus.

Antenas Semidirecionais – Há vários tipos de antenas semidirecionais. Uma antenna semidirecional tem pelo menos o dobro do alcance de uma antena omnidirecional. A antena mais utilizada para ligações metropolitanas é a antena Yagi, inventada pelo japonês Hidetsugu Yagi. Antenas semidirecinais podem ampliar em até 10 vezes o alcance de antenas comuns ominidirecionais. Estas são as mais utilizadas para aplicações que visam extender as redes wireless LAN.

Antenas WLAN – Os sitemas WLAN utilizam antenas ominidirecionais – que apresentam o mesmo ganho e potência em todas as direções – para cobrir uma área interna ou externa. As antenas omnidirecionais são conectadas ao próprio AP. Antenas externas podem ser utilizadas quando se deseja ampliar a área de cobertura e atender a áreas externas.

APIs – (Application Program Interfaces). As API permitem o desenvolvimento de aplicações para as redes TCP/IP. As aplicações trocam dados com a camada TCP, através destas interfaces padronizadas API.  . O sucesso das redes TCP/IP se deve, em parte, pela grande quantidade de aplicações que foram desenvolvidas para essas redes. Isto só ocorreu porque o desenvolvimento foi acessível a programadores de todo o mundo, através de APIs bem conhecidas.

Aplicações para Wimax Móvel – Eis algumas possibilidades de uso para o WiMAX móvel: WiMAX pode ser usado para prover serviços de voice-over-IP e serviços inovadores, como chating, push-to-talk e chat multimedia; Mobile entertainment; Jogos Interativos; Streaming de audio para MP3 players e video services entregues para players portáteis; IP-TV (Internet Protocol television); WiMAX portátil pode ser utilizado como solução para extender aplicações e conteúdos para além das residências.

Aplicações Wimax Fixo: Acesso Internet para empresas; Acesso Internet para condomínios; Acesso Internet Residencial e SOHO; Backhaul para hot spots Wi-Fi; Backhaul para ERBs 3G; Acesso E1 para empresas; Acesso à rede MPLS e serviços.

ARP – (Address Resolution Protocol).  O ARP é um protocolo usado pelo Protocolo IP para mapear endereços MAC quando o protocolo IP é usado sobre o padrão Ethernet em LANs.

ARQUITETURA – Conjunto de Protocolos

ARQUITETURA TCP/IP – A arquitetura TCP/IP tem esse nome devido ao uso e importância de dois protocolos básicos: o IP e o TCP. É composta de quatro camadas: 1) Camada Interface de Rede, 2) Camada Internet (ou Rede), 3) Camada de Transporte e 4) Camada de Aplicação.

ARQUITETURA WIMAX – A arquitetura WiMAX pode ser dividida em duas redes: Acesso e Core. A rede de acesso é formada pelas estruturas wireless que fornecem a cobertura de uma região. A rede Core concentra a camada de serviços baseados em servidores e na rede de acesso à Internet.

ASN Gateways – Gateways da rede de acesso à rede WIMAX. São elementos que interligam a rede de acesso wireless ao Core de serviços da rede. Os ASN (Access Service Network) GW são os elementos mais importantes da rede WiMAX. São os responsáveis pelas seguintes funções: Realizar os hand offs na rede, sem perda de continuidade. Para isso o GW consulta o servidor HA para saber a exata localização dos usuários. Gerenciar aspectos de qualidade do sinal nas BS. Realizar as funções de segurança e QoS na rede de Acesso (ASN). A conexão entre as BS (base stations) e os gateways pode ser realizada através de enlaces cabeados ou através de enlaces wireless ponto-a-ponto. Estes enlaces wireless ponto-a-ponto são chamados backhauls.

ASSOCIAÇÃO – Uma estação que entra no raio de abrangência de uma estação-base (AP) anuncia sua identidade e seus recursos como taxa de dados e necessidade de serviços de polling para ter acesso. O AP pode ou não aceitar a conexão desta estação.

AToM – ANY TRANSPORT OVER MPLS – O MPLS é uma plataforma multi-serviço. Além do serviço de IP VPN (VPN L3) ele é capaz de oferecer o serviço de VPN L2, criando para o usuário final uma estrutura virtual de rede privativa que pode ser Frame Relay, ATM, E1(leased line) ou Ethernet. De maneira geral, o serviço de VPN L2 em MPLS é chamado de AtoM, Any Transport Over MPLS, indicando a possibilidade de se estabelecer circuitos Frame Relay sobre MPLS ou qualquer outro tipo de protocolo de L2, camada 2 do modelo OSI.

ATRASO DE PROCESSAMENTO DO CODEC – O primeiro atraso substancial acontece quando um CODEC converte um sinal de áudio de natureza analógica para uma representação digital comprimida. Em geral, os CODECs com baixa taxa de bit apresentam atrasos maiores.

ATRASO DE SERIALIZAÇÃO – Mesmo que pacotes de voz tenham sido movidos para frente dos buffers de interface, pode ser que algum pacote já esteja sendo transmitido, ocasionando o atraso chamado de serialização. Este atraso é claramente dependente do tamanho do pacote sendo transmitido.

ATRASO E JITTER – estes são fatores proeminentes em redes de voz sobre pacotes. O atraso pode ser uma importante consideração em comunicações de longas distâncias, mas fica mais realçado por redes de voz sobre pacotes que introduzem atrasos adicionais causados pelos CODECs de baixa velocidade, enfileiramento de pacotes na rede e formação do pacote na entrada e na saída da rede. Redes de pacotes devem também considerar os efeitos da variação do atraso ou o “jitter”, já que a conexão fim-a-fim não é um fluxo serial e síncrono (pacotes de uma mesma chamada trafegam por caminhos diferentes), como é o caso das redes RTPC.

ATRASO NA FILA DE INTERFACE – Após os quadros de CODEC serem transformados em pacotes e estarem prontos para transmissão, eles devem esperar certa quantidade de tempo para a sua vez de serem transmitidos em buffers de interface. Enquanto os pacotes esperam nos buffers, uma política administrativa previamente definida arbitra a ordem em que os pacotes serão transmitidos. Para reduzir o atraso experimentado pelos pacotes de voz, a política estabelecida deve mover os pacotes de voz para frente nestas filas.

ATRASO NA FORMAÇÃO DO PACOTE – Os quadros de octetos saídos do codec são colocados empacotados na pilha RTP/UDP/IP. Quando um único quadro de CODEC é transmitido em cada pacote, o atraso de formação de pacote não é significativo. Entretanto, se múltiplos quadros forem inseridos em um único pacote, então o primeiro quadro do CODEC do grupo deverá esperar enquanto quadros adicionais estão sendo gerados para completar o pacote. Isto deve ser levado em conta quando se projeta uma rede e se quer reduzir o consumo de banda devido aos cabeçalhos dos pacotes.

ATRASO PARA VOZ EM REDES DE PACOTES (VOIP) – Quando se usa a técnica de voz sobre pacotes os atrasos são maiores do que na telefonia tradicional (RTPC).Este é um dos maiores causadores de desconforto quando se fala ao telefone. Atrasos da ordem de 150 ms são, em geral, o máximo suportado em uma conversação normal.

B

BASE STATIONS (BS). As BS possuem a função de autenticação das estações de clientes que se conectem à rede. A BS opera em conjunto com o gateway (ASN).

BEST EFFORT – Característica da rede não oferecer nenhuma garantia para retardos e perdas. O maior exemplo é a Internet.

BGP – (Border Gateway Protocol) – Protocolo de Roteamento. Uma solução alternativa. O BGP é uma solução menos flexível e mais cara para clientes. No entanto, é mais atraente para operadoras, por não consumir CPU dos roteadores.

BIT- (Binary Digit) é a unidade elementar de informação de um sistema digital, podendo assumir os valores 0 – ausência de sinal (sem voltagem) – ou 1 – presença de sinal (com voltagem).

BLOCOS DE ENDEREÇOS RESERVADOS – Além dos endereços classes A, B, C, D e E existem blocos de endereços para aplicações específicas.

BLUETOOTH –  opera em ondas de rádio na frequência de 2.4-GHz em uma abrangência de até 10 metros, com taxas de até 2 Mbps. O padrão IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) 802.15 define o Bluetooth para redes PAN.

BRIDGE – É um componente de nível 2 quase-passivo que interconecta dois segmentos de LAN. Tem a vantagem de isolar as redes em seus controles e podem interconectar tipos diferentes de arquiteturas (estrela com anel). São pouco utilizados hoje em dia e são substituídos pelos switches.

BRIDGES WIRELESS – As bridges são elementos que conectam duas redes que podem ou não utilizar o mesmo protocolo na camada de enlace. Como exemplo, podemos citar: bridges Frame relay, Switch e wireless. Bridges Frame Relay, por exemplo, interligam redes ethernet através de um enlace Frame Relay. Bridges wireless interligam redes através de enlaces de RF (rádio frequência). Bridges operam na camada 2 do modelo OSI. As bridges mais utilizadas são chamadas learning bridges, pois aprendem os endereços MAC das estações no lado ethernet e no lado wireless. Quando um frame chega até a porta ethernet da bridge ela analisa o endereço MAC de destino, consulta a tabela de encaminhamento e verifica se ele está no lado wireless; em caso positivo, encaminha o frame pelo enlace de RF. Isto economiza tráfego no link RF. Pacotes de broadcast, como os pacotes de ARP (address resolution protocol), são repetidos pela bridge em todas as suas portas. As bridges segmentam o domínio de colisão, isto é, as estações em cada lado do enlace RF não colidem nunca. Porém, as Bridges não segmentam domínios de broadcast, isto é, os pacotes de brodcast de uma rede são repetidos em todas as redes interconectadas pelas bridges. Bridges podem ser utilizadas em enlaces ponto-a-ponto ou ponto-multiponto. Em enlaces multiponto, várias redes são inter-conectadas através de enlaces de RF. Os pacotes de broadcast de uma estação repetem-se em todas as redes e podem degradar a qualidade de sinal. Devido a esta questão, as bridges são mais utilizadas em sistemas ponto-a-ponto. As Bridges são totalmente transparentes para os usuários.Como as BS exigem alto ganho para atingir longas distâncias pode-se trabalhar com um conjunto de antenas setoriais conectadas em cluster.

BROADCAST – Método de Transmissão onde são enviados pacotes para todos os dispositivos de rede. Exemplo: Protocolo ARP (Address Resolution Protocol).

BUFFER DE REPRODUÇÃO – Quando um pacote atinge o roteador de destino, os cabeçalhos são removidos e os quadros do codec são colocados em um buffer de reprodução. Já que os quadros chegam na forma de uma rajada, o buffer de reprodução deve ser grande o suficiente de modo a garantir que os quadros sejam reproduzidos suavemente. Caso contrário, o decodificador não poderá gerar um fluxo contínuo de áudio, o que reduz a qualidade da voz.

C

CABLING – O sistema de cabeamento de uma rede local. É o meio físico que provê a efetiva conexão entre estações de rede ou entre as estações e os elementos concentradores

CABO COAXIAL – Meio de Transmissão composto de um condutor cilíndrico isolado, envolto por uma malha de cobre e uma capa plástica de proteção. A blindagem forma uma proteção ao condutor central, tornando o cabo mais imune a interferências eletromagnéticas. Sua forma de construção minimiza as perdas em altas freqüências.

CALL CENTER – Um Call Center é uma estrutura montada para centralizar o relacionamento com clientes. É realizado pelas próprias empresas ou, seguindo uma tendência crescente, por operadoras especializadas, que contam com grande número de linhas telefônicas, atendentes e computadores para acesso às informações contidas nos bancos de dados dos clientes. Um Call Center utiliza recursos de CTI, URAs e PAs (Posições de Atendimento), e pode ser de vários tipos:Ativo (inbound) – Origina chamadas, Receptivo (outbound) – Recebe chamadas e Ativo e Receptivo. O modelo receptivo é utilizado para serviços de informação, dúvidas e suporte a produtos. O modelo ativo faz ligações, como em serviços de telemarketing e cobrança. O Call Center utiliza um amplo espaço físico para acomodar os agentes nas diversas posições de atendimento. Cada agente geralmente opera com um computador, um telefone e um headset. Supervisores gerenciam as conversas, tempo de espera, tempo de duração e as chamadas entrantes. O Call Center gerencia volumes elevados de chamadas diárias. As tecnologias empregadas ajudam a manter alta produtividade por agente de atendimento.

CAMADA DE APLICAÇÃO – Modelo OSI – Essa camada inclui a aplicação, em si, e serviços especializados, como a transferência de arquivos ou serviços de impressão.

CAMADA DE APRESENTAÇÃO – Modelo OSI. Essa camada controla o formato ou aparência das informações na tela do usuário.

CAMADA DE ENLACE (ACESSO) – Modelo OSI. A camada de enlace usa a camada física de “serviço transporte de bit”. O propósito do protocolo de enlace (na camada de enlace) é garantir que os blocos de dados sejam transferidos de forma confiável através do enlace. Assim, essa camada presta o serviço para a camada superior (camada de rede) de transformar um enlace físico numa “linha livre de erros de transmissão”. Ela realiza isso, criando blocos de dados chamados “frames” ou quadros.

CAMADA DE REDE – Modelo OSI – A função da camada de rede é rotear os dados, através da rede, do nó de origem até o nó de destino. Essa camada também fornece controle de fluxo ou congestionamento. Para realizar esses serviços, a camada de rede usa os serviços da camada de acesso (camada inferior).

CAMADA DE SESSÃO – Modelo OSI – Essa camada gerencia o diálogo das sessões numa rede. Por exemplo, as pontas podem enviar ao mesmo tempo? Ou devem ser half duplex (uma de cada vez)? Ou só um lado pode enviar (simplex)?

CAMADA DE TRANSPORTE – Modelo OSI – Essa camada permite às redes, diferenciarem os tipos de aplicações. Por exemplo, transmissões de vídeo e voz, através de redes de dados, talvez recebam uma prioridade ou qualidade de serviço superior à do correio eletrônico. Os dispositivos da camada 4 também são responsáveis pela segurança em roteadores conectados à Internet ou redes virtuais privadas – VPN. Os filtros em roteadores autorizam ou negam o acesso às redes, com base no endereço IP do remetente.

CAMADA FÍSICA Modelo OSI – Camada que define a interface elétrica e o tipo de mídia, por exemplo, com fio, sem fio, fibra, satélite, etc. Define, também, a eletrônica (por exemplo, a modulação) para os bits 1 e 0.

CE – (Customer Equipment) –  É o equipamento do cliente que se liga ao backbone MPLS. Os CEs de uma mesma VPN se interligam através do backbone. Podem utilizar os protocolos de roteamento tradicionais como OSPF, RIP e BGP. O CE estabelece uma relação de peering com o PE, isto é o CE informa ao PE as redes e endereços diretamente conectados a ele, enquanto o PE informa ao CE as redes e endereços IP conectados a todos os demais roteadores CE da VPN.

CENTRAIS LOCAIS – a central telefônica que atende aos assinantes em uma região é chamada de central local. Para permitir que assinantes ligados a uma central local falem com os assinantes ligados a outra central local são estabelecidas conexões conhecidas como circuitos troncos.

CENTRAIS TELEFÔNICAS – as centrais telefônicas são sistemas capazes de conectar e manter ligações telefônicas. Suas principais funções são: entender o número discado, selecionar troncos (conexões entre centrais) numa chamada, dialogar através de sinalizações de tronco com outras centrais para estabelecer, controlar e terminar uma chamada de voz e armazenar dados que possam ser usados para tarifação da chamada.

CENTRAIS TRÂNSITO – as centrais trânsito têm como função principal conectar centrais de comutação. São organizadas hierarquicamente, conforme a sua área de abrangência, sendo as centrais trânsito internacionais as de mais alta hierarquia. É possível, desta forma, conectar um assinante a outro em qualquer parte do mundo.

CENTREX – Centrex é uma solução concorrente do PABX. É um PABX Virtual, onde o elemento comutador de chamadas reside na Operadora de Telefonia Fixa e os ramais são linhas de assinantes. Vantagens: Rápida instalação, Investimento inicial reduzido, Baixo custo com atualização tecnológica (hardware e software). Desvantagens: Custos mensais aumentam diretamente com a quantidade de ramais, Nível inferior de funcionalidade, comparado ao de um PABX tradicional, Alta dependência das operadoras, tornando lentas e burocráticas as mudanças e expansões.

CHAMADAS LOCAIS – Este tipo de chamada é inteiramente tratado pela rede de voz local – não acessam centrais trânsito. Ambos os telefones estão conectadas tipicamente a portas FXS do PABX/roteador/FRAD.

CHAMADAS OFF-NET – Neste caso, para obter acesso à RTPC, o usuário disca um código de acesso (manual ou automático) à RTPC (em geral 0) de um telefone conectado a um roteador ou a um PABX. A conexão à RTPC é normalmente realizada através de uma porta analógica FXO ou uma conexão digital E1.

CHAMADAS ON-NET – Chamadas On-net ocorrem entre 2 telefones na mesma rede privativa (seja voz ou dados).

CHAMADAS ON-NET PARA OFF-NET – Quando se planeja uma estratégia flexível e adaptativa de roteamento de chamada, pode ser necessário redirecionar chamadas através de enlaces secundários, caso o enlace principal falhe. Uma chamada on-net para off-net se origina em uma rede interna e é roteada para uma rede externa, normalmente a RTPC. Esta funcionalidade é necessária quando um enlace de rede está fora do ar ou se a rede está sobrecarregada e, portanto, indisponível para tratar novas chamadas.

CHAMADAS PLAR – As chamadas PLAR (Private-line automatic ringdown) conectam automaticamente um telefone a outro, quando o primeiro telefone é retirado do gancho. Quando esta conexão acontece o usuário não recebe um tom de discar, pois a porta ao qual o aparelho está conectada foi programada para discar automaticamente para um número pré-definido. Uma conexão PLAR pode funcionar entre quaisquer tipos de sinalização e portas (analógica ou digital). É possível encontrar este tipo de conexão em aeroportos e caixas de banco automáticas (caixas 24 horas), onde, ao se retirar o fone do gancho, você é automaticamente conectado a um atendente.

CLASSE A – Endereçamento IP. Permite que se tenha até 126 endereços de rede, com 16 milhões de hosts em cada uma. Não é mais utilizada atualmente.

CLASSE B – Endereçamento IP. Permite até 16.382 redes, com até 65.534 endereços de hosts. Não é mais utilizada atualmente.

CLASSE C – Endereçamento IP. Permite até 2 milhões de endereços de rede, com até 254 endereços de hosts. Não é mais utilizada atualmente.

CLASSE D – Endereçamento IP. Reservada para multicast, utilizada quando uma máquina deseja enviar um datagrama para múltiplos hosts. Não é mais utilizada atualmente.

CLASSE E – Endereçamento IP. Reservada para uso futuro ou uso experimental. Não é mais utilizada atualmente.

CLASSES DE ENDEREÇAMENTO – Endereçamento IP. Grupos de categorias de endereços (classfull) utilizados no passado (e não mais utilizado atusalmente) para flexibilizar o plano de endereçamento na Internet. Ver Classes A, B, C, D e E.

CLASSIFICAÇÃO – A classificação é o conjunto de definições de uma classe de serviço utilizado no modelo Diffserv. Ela identifica os pacotes que receberão um determinado tipo de tratamento na rede. Na prática os pacotes podem ser classificados por: Tipo de aplicação, IP de origem, IP de destino, Campo TOS, Porta de origem. Ao entrar na rede um pacote é classificado e marcado para tratamento.

CLASSLESS INTERDOMAIN ROUTING (CIDR) – É uma metodologia de alocação de endereço IP que substitui a arquitetura de endereçamento anterior denominada classfull. Seu objetivo é o uso mais efetivo dos endereços IP e simplificação das tabelas de roteamento dos roteadores da Internet, por meio de sumarização de endereços de rede. O CIDR é baseado no VLSM – Variable-length subnet masking (VLSM) que permite que uma rede seja dividida em diferentes tamanhos de sub-redes.

CLIENTE/ SERVIDOR – Na arquitetura cliente-servidor, o servidor é uma “aplicação especialista” que presta um serviço a uma aplicação cliente, localizada em outra estação, em qualquer lugar da rede. A aplicação cliente solicita um serviço à aplicação no servidor. Para isso, a aplicação cliente estabelece uma conexão com a estação servidora, através da camada do TCP. O TCP, por sua vez, busca esta conexão, através da camada de Rede, utilizando o IP.

CODEC – a conversão de sinal analógico analógico para digital é comumente realizada em sistemas de voz tradicionais através de uma técnica conhecida como “pulse code modulation” (PCM). Isso é feito através de um COdificador (na origem) e um DECodificador (no destino). A função codificação é o processo de codificar um sinal digital numa forma mais eficiente possível para uma transmissão ou armazenamento. A função decodificação é o processo de restaurar o sinal para a forma original.Existem vários padrões de processamento que foram desenvolvidos pelo ITU (International Telecommunication Union).

CODEC G.729 – possui a melhor qualidade de voz quando submetido a condições desfavoráveis, sendo batido apenas por G.711 e G.726, em casos adversos.

CODEC G711 – no sistema de telefonia este padrão de conversão analógico digital é usado mundialmente. Muitos outros, além de digitalizar o sinal, realizam a compressão, para melhor aproveitamento do meio, viabilizar e tornar mais econômica a comunicação. O padrão G.711 é o padrão PCM – Pulse Code Modulation” (PCM). Além do uso universal no ambiente de telefonia tradicional, é uma solução também utilizada em muitos ambientes VoIP, para garantir a consistência da qualidade de voz. Todos os fornecedores suportam a G.711. É também o CODEC mais utilizado em LANs.

COLISÃO – Evento resultante da tentativa de acessos simultâneos de estações para tomar o meio físico de comunicação. Isto acontece quando as estações fazem parte de um mesmo Domínio de Colisões. Por exemplo, todas as estações de um mesmo barramento de uma rede local fazem parte de um mesmo domínio de colisão.

COMPACTAÇÃO – A compactação é uma técnica para aumentar a eficiência do uso de sistema de informação e transmissão. As informações ou conteúdos, nos seus vários formatos, de uma forma geral, são compactados para armazenagem e antes de serem transmitidos, para economizar recursos. Várias técnicas são utilizadas para compactar informações, como remoção de espaços em branco, imagens ou padrões de informações redundantes. Para a compactação funcionar, ambas as extremidades devem utilizar o mesmo método ou algoritmo de compactação. Existem muitos padrões de compactação para permitir a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fornecedores.

COMPRESSÃO DE SINAIS – A compressão de sinais, cujo objetivo principal é diminuir o número de bits necessários para representar adequadamente os sinais (voz, vídeo, imagem), tem um papel relevante em aplicações que necessitam minimização dos requisitos de largura de banda ou de capacidade de armazenamento, como videoconferências, sistemas multimídia, voicemail, telefonia móvel, dentre outros. O processo de compressão de voz reduz componentes redundantes e irrelevantes da informação, transmitindo apenas o que é imprescindível ao receptor. Para transmitir voz sobre uma rede de dados, a conversação de voz necessita ser empacotada. Para transmitir via pacotes ela necessita ser digitalizada.

COMUNICAÇÃO EM CAMADAS – Um modelo universal de estruturar e segmentar um sistema de comunicação por meio de camadas funcionais. Cada camada inclui funcionalidades independentes (e complementares) das camadas adjacentes (inferior e superior). As camadas se comunicam via interfaces bem definidas e as camadas inferiores prestam serviços para as camadas superiores. Uma aplicação, num computador, para encaminhar dados para outra aplicação, em outro computador, não o faz diretamente. Em vez disto, os dados são tratados “verticalmente” através das camadas adjacentes na estação transmissora, do seu nível mais alto (nível de aplicação) até o nível mais baixo (nível físico). As arquiteturas em camadas reconhecem que existem duas partes para a efetivação da comunicação de forma completa. A primeira parte envolve a rede de comunicação – as informações enviadas por um usuário, transmitidas na rede, devem chegar ao destino corretas e no prazo. A segunda parte envolve o usuário final – a garantia de que os dados transmitidos sejam reconhecidos de forma correta, para o uso correto.

COMUTAÇÃO IP – Na comutação IP, um pacote IP é encaminhado em um backbone através do campo IP destino, contido no cabeçalho IP. Este campo é consultado a cada nó em todo o trajeto do pacote pelo backbone. O roteamento é realizado através de uma consulta a uma tabela interna de cada roteador, chamada tabela de roteamento. Esta consulta à tabela de roteamento é uma operação chamada look up. O objetivo desta consulta é descobrir onde se encontra a porta do roteador pela qual deve ser encaminhado o pacote para que ele chegue ao endereço IP de destino. Desta maneira, o pacote vai sendo encaminhado nó a nó até o seu endereçamento final.

COMUTAÇÃO MPLS – Também chamada de comutação por label. A idéia central do MPLS é trabalhar com um processo de comutação eficiente, simples e dinamicamente alterado por processos de controle que rodam separadamente, isto é, separar o encaminhamento e comutação de pacotes dos processos de que definem como os pacotes serão encaminhados (o controle). O plano de controle em separado do MPLS permite a integração de vários protocolos pela inserção de vários planos de controle.  A proposta do MPLS é fazer com que os pacotes IP comutados, a cada nó na camada 3, sofram apenas uma operação de look up (consulta à tabela de roteamento) na entrada da rede e,  após isso, tomem uma via rápida de comutação na camada 2, simples e sem sobrecarga de CPU, como o switches ATM. Para isso, o MPLS cria para cada IP de destino, um caminho L2 de comutação rápida. Este caminho é chamado LSP, Label Switch Path, e funciona de maneira semelhante a um PVC ATM ou Frame Relay, porém é criado de maneira dinâmica. Ao entrar no backbone MPLS o pacote IP recebe um label. A partir daí, o pacote é encaminhado pelo backbone MPLS, não mais baseado no IP de destino e sim no label que recebeu. De acordo com este label ele será encaminhado até o IP de destino.

COMUTAÇÃO POR CIRCUITO – Na comutação por circuito, os meios de transmissão são alocados de forma dedicada a uma chamada – não são compartilhados por outras chamadas. O não compartilhamento de recursos em escala de milhões, exigidos pelas redes públicas de telefonia, tornam esse tipo de tecnologia dispendiosa, refletindo em altas tarifas para os consumidores finais. Essa é uma das principais desvantagens dessa técnica de comutação.

COMUTAÇÃO POR LABEL – Uma vez que o pacote recebe o label de entrada ele é enviado na porta de saída. A partir deste ponto os roteadores do meio da rede, os LSR (Label Switch Routers) passarão a comutar baseados somente nos labels. Estas etapas de comutação podem ser entendidas através de 4 operações: Label Imposition – Inserção do Label; Label Swap – Troca de labels; Label Disposition – Retirada do último Label e entrega do pacote sem label e POP – Retirada de um nível de label restando mais um label na pilha.

COMUTAÇÃO POR PACOTES – Técnica de Comutação. Mensagens são divididas em pequenas unidades chamada pacotes, Cada pacote, com um “header” (cabeçalho de controle) associado, é transmitido individualmente através da rede.  Cada nó da rede examina a informação contida no header, remove-o (se nó de rede de destino) ou o re-encaminha para outro nó.

CONFIABILIDADE PARA VOZ EM REDES DE PACOTES (VOIP) – Os requisitos de confiabilidade para redes de pacotes são  mais críticos que nas redes TDM. Os protocolos de aplicações de tempo real, como voz, possuem requisitos mais críticos para confiabilidade do que protocolos para as demais aplicações de dados, porque a retransmissão de pacotes perdidos não é uma opção factível. Qualquer informação que seja perdida e retransmitida chega tarde demais e fora de contexto para ser útil no receptor. As aplicações de telefonia são especialmente sensíveis a esta condição. As principais recomendações para redes confiáveis VoIP são: 1) Usar componentes confiáveis (cabos, roteadores, switches etc.), 2) Construir redundâncias na rede para evitar ponto único de falha e 3) Usar um Sistema de Gerência de Rede que permita a rápida reação a problemas na rede (falhas ou degradação do serviço) e resposta proativa à necessidade de consumo da rede.

CONFIGURAÇÃO MPLS – para configurar e ativar o MPLS são necessários os seguintes passos: 1) Ativar IP e protocolos de roteamento IP;  2)  Definir as portas MPLS e portas de Serviço; 3) Configurar as portas MPLS; 4) Ativar o LDP. 5) Definir as VPNs e configurá-las com Router Dististinguishers (RD) diferentes. 6) Ativar as portas de Serviço configurando a VPN a qual pertence; 7) Ativar o MP-BGP entre os roteadores PE e 8) Criar projeto de endereçamento IP para cada VPN.

CONTROLE DE ADMISSÃO E DE BANDA – Uma função mandatória no Gatekeeper H.323. No controle de admissão, o gatekeeper autoriza, através do canal RAS da H.225.0, terminais, gateways e MCU’s a realizar chamadas na rede. O gatekeeper envia mensagens de confirmação ou rejeição de admissão em resposta a mensagens de solicitação de admissão feita por terminais. A decisão pode ser baseada em critérios não especificados na H.323 ou um sistema mais simples pode simplesmente aceitar todas as chamadas. Em resposta às solicitações de banda pelos terminais, um gatekeeper envia mensagens de confirmação ou rejeição de banda. Este controle pode ser baseado em critérios fora da H.323 ou usando uma política mais simples de aceitar todas as requisições.

CONTROLE DE MULTIPONTO – fornece controle dos canais de mídia, tais como negociação de CODECS e estabelecimento de sessões RTP unicast e multicast via sinalização H.245. Quando uma extremidade (um terminal ou um gateway) se junta a uma conferência ele deve estabelecer uma conexão H.245 com o MC. Os procedimentos de conexão H.245 incluem uma seqüência de determinação mestre-escravo para negociar qual dispositivo age como o MC, quando múltiplos dispositivos possuem a funcionalidade MC. Uma conferência não pode ter mais do que 1 MC.

CONVERGÊNCIA – As definições mais freqüentes de Convergência são:Uso de uma mesma plataforma para transporte de diferentes serviços: voz, áudio, vídeo e dados. Possibilidade de oferecer serviços mais atraentes pela integração de serviços anteriormente disassociados. Um único terminal para suportar voz, áudio, vídeo e dados. Na realidade, a convergência é um movimento maior que envolve não só convergir plataformas de transporte, serviços, terminais e aplicações.

CONVERGÊNCIA DE APLICAÇÃO – A convergência de aplicação busca fazer a experiência de comutação entre diferentes sistemas de comunicação transparente ao usuário. Fornecer uma experiência consistente ao usuário, independentemente do tipo de dispositivo ou rede utilizada, com perfeita transição entre eles. Isso significa ambos, terminais e redes, poderem ter o controle das transições, através de uma camada superior (a camada de aplicações), numa dada sessão de comunicação.

CONVERGÊNCIA DE DISPOSITIVOS – Convergência de dispositivos é a oferta de terminais multifuncionais (inteligentes) capazes de prover várias funcionalidades, acessarem múltiplas redes e serviços.

CONVERGÊNCIA DE REDE – ou convergência de transporte é a unificação de redes de comunicações numa única rede núcleo. O MPLS é apontado como a tecnologia mais adequada no momento para esse fim.

CONVERGÊNCIA DE SERVIÇOS – é a oferta de um mesmo serviço a partir de diferentes redes, onde, por exemplo, um mesmo cliente pode assistir TV de um PC, via rede de telefonia, via rede celular ou via rede de cabos. Para uma rede existente, convergência de serviço significa estar hábil para importar serviços associados a outros tipos de rede. Outra definição é a oferta de diferentes serviços (Internet, TV, dados, telefonia fixa e móvel) por um mesmo provedor, independente do dispositivo, rede ou pontos de acesso.

CONVERGÊNCIA FIXO-MÓVEL – (FMC – FIXE MOBILE CONVERGENCE), FMC é a capacidade de disponibilizar serviços convergentes através de redes fixas, móveis e internet, de forma conveniente ao usuário. Isso pode ser obtido combinando as várias formas de convergência: de serviços, de redes, de dispositivos e de aplicações.

CONVERGÊNCIA IP – o padrão IP é usado como mecanismo de provimento de serviços de dados, voz e vídeo de forma integrada – uma linguagem comum, única. Isto por que: 1) o protocolo IP define muito bem as interfaces de programação utilizadas para o desenvolvimento de softwares e 2) O protocolo IP trafega em várias redes fixas (legadas e IP) e móveis. Essa flexibilidade prove uma grande capacidade de integração de redes.

CONVERSOR CEL-FIX – também conhecido como BlackBox, é um dispositivo que quando acoplados ao PABX, captura chamadas destinadas a celulares e as direcionam para a rede celular. Transforma a chamada originalmente fixo–móvel em chamada móvel–móvel, visando tarifas mais econômicas.

CPE – Customer Premisse Equipment – Equipamento instalado nas dependências do Cliente. O cliente ao se ligar numa VPN precisará de um equipamento CPE. Numa IPVPN MPLS o CPE é conhecido como CE – Customer Edge. Dois aspectos devem ser avaliados no CPE: 1) Interface – Possuir interface adequada ao meio de acesso utilizado. e 2) Roteamento – Realizar as funções de roteamento local. O CE é o default gateway (ponto de acesso para outras redes) das máquinas internas. Ao receber pacotes da rede interna o CE deve encaminhá-los para o backbone (rede WAN) e para isso ele precisa de um protocolo de roteamento.

CSMA/CD – (Carrier Sense Multiple Acess / Collision Detection), é um método de acesso para determinar como dispositivos de rede respondem quando dois dispositivos tentam usar um mesmo canal de dados simultaneamente (colisão). CSMA/CD é um tipo de protocolo de contenção, fácil de implementar. Esse tipo de protocolo foi muito utilizado em redes Ethernet com taxas de transmissão de 10 bmps. Com os switches e seus meios dedicados – portas dedicadas sem compartilhamento de banda – o CSMA perde sua utilização.

CTI – Computer Telephony Integration – CTI é a Integração de telefonia por computador. Utiliza computadores para gerir e interagir com chamadas telefônicas. Permite acessar um conjunto de serviços onde o computador passa a funcionar como uma interface telefônica, com agenda telefônica, registro de chamadas não atendidas e janelas com informações. Os dispositivos de CTI são utilizados em call centers para integrar bases de dados com regras de negócios, aos Pontos de Atendimento (PAs), onde os atendentes estão posicionados.Os principais benefícios do CTI são reduzir tempo de atendimento, melhorar o nível de serviço ao cliente e integrar o PABX e softwares de diversas aplicações.

D

DAC – DISTRIBUIDOR AUTOMÁTICO DE CHAMADAS – É um sistema geralmente utilizado em Call Centers onde chamadas entrantes são distribuídas numa sequência pré-definida para o primeiro ponto de atendimento disponível. Visa a reduzir os tempos de espera em chamadas de usuários e para direcionar a chamada para a necessidade correta procurada. Principais benefícios:Controle de Desempenho de Atendentes, Gerenciamento on-line de Filas, Relatórios Estatísticos, Gravação de Atendimento – Voz e Tela, Monitoramento em Tempo Real.

DDoS – (Distributed Denial of Service) –  Ataques de negação de serviço– tipo de ataque mais comum, através da geração de tráfego muito grande inundando o link.

DEFAULT GATEWAY – Default Gateway é um conceito normalmente utilizado em redes locais. O Default Gateway é o elemento da rede local com capacidade de roteamento, isto é, ele é capaz de encaminhar pacotes para outras redes fora da rede local.

DEFAULT PHB – É uma classe do Diffserv. A classe default é utilizada para todas as aplicações que não são classificadas nas classes EF e AF, isto é, são as aplicações que não possuem exigências especiais de desempenho.

DESCARTE – UMA ETAPA DO MODELO DIFFSERV – No caso de congestionamento os descartes são inevitáveis. As filas começam a descartar pacotes segundo critérios pré-estabelecidos para cada classe.

DESEMPENHO – É a capacidade de garantir a qualidade de serviço (QoS) para diferentes tipos de tráfegos e aplicações.

DESEMPENHO MPLS – O backbone MPLS permite: 1) a fácil implementação de QoS para diferentes tipos de tráfego – voz, dados, vídeo. Em uma rede multi-serviço essa é uma característica diferencial. O cenário sem QoS é semelhante ao das redes determinísticas (ex: rede E1), onde a banda reservada para uma aplicação não é utilizada por outra, acarretando mal uso dos recursos e elevação do custo total, 2) Altas velocidades no núcleo de rede, 3) O MPLS é implantado em roteadores criando um backbone MPLS. Na maioria dos casos as operadoras implantam MPLS nos mesmos roteadores que formam o backbone Internet, transformando o backbone Internet em um backbone multi-serviços. Uma das grandes vantagens desta situação é a melhor utilização da banda e menor custo do serviço oferecido ao usuário final. Além disso, o backbone Internet é formado por roteadores de grande porte, o que amplia as velocidades ofertadas ao cliente final. Nesses roteadores, o serviço MPLS permite a oferta de portas para a formação de redes corporativas em velocidades que vão de 64Kbps até 10Gbps, em interfaces com protocolos de diversos acessos, definindo uma oferta flexível em termos de banda e tipos de serviço, 4) Multicast – o tráfego “multicast” é um tráfego que vai de uma origem para vários destinos (1 para n), simultaneamente – tipicamente vídeo, TV e rádio. O MPLS permite o aproveitamento de banda e facilita a implantação de aplicações “multicast”.

DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) – O DHCP é um protocolo para a configuração dinâmica de estações. Com o DHCP habilitado, uma estação obtém do servidor DHCP, dentre outros, os seguintes parâmetros: endereço IP, endereço de default gateway, endereço de servidor de DNS . O DHCP opera da seguinte maneira: 1) Uma estação cliente envia um pacote de broadcast com um pedido DHCP, 2) O servidor de DHCP captura este pacote e responde com um pacote com as configurações de endereço IP, máscara, e outros dados opcionais, 3) O DHCP utiliza modelo cliente-servidor, onde o servidor DHCP centraliza a gerência dos endereços IP utilizados na rede interna. 4) O DHCP é especificado pela RFC 2131. Tanto para as redes corporativas quanto para as redes SOHO o ideal é que as estações recebam endereços IP de servidores DHCP centralizados. O DHCP garante a correta dsitribuição de endereços, centraliza a gerência e é cômodo para o usuário que não se preocupe com configuração de rede em máquinas. Em redes SOHO a melhor solução para DHCP reside na utilização de roteadores wireles com DHCP interno. Em redes empresariais o servidor de DHCP pode ficar no CPD localizado em uma máquina com Hardware dedicado ou pode residir em switches L3 do core da rede.

DIFF SERV (Differentiated Services) – É o modelo mais utilizado para a implementação de QoS. No modelo Differentiated Services a idéia é gerenciar os recursos da rede criando classes de serviço que são atendidas em filas diferentes. Desta maneira, os indicadores de desempenho das filas para cada classe garantem o SLA (Service Level Agreement) de cada classe. O modelo DiffServ utiliza de classes de serviço. Ex. Diamante, ouro, prata e bronze. Ao entrar em uma classe, os pacotes recebem o mesmo tratamento fim-a-fim. A cada nó da rede, o pacote é avaliado para verificar a classe que pertence e receber o tratamento adequado à classe.

DIGITALIZAÇÃO – O modelo genérico de um sistema de digitalização pode ser representado por um conjunto de três estágios seqüenciais: 1) Amostrador: Nesta primeira etapa um sinal que é contínuo no tempo é transformado em um sinal discreto, 2) Quantizador: Esta segunda etapa mapeia o sinal discreto para um número contável e 3) Codificador: A terceira e última etapa é responsável pela representação binária do sinal digital, com o compromisso de manter a menor taxa de codificação possível e a melhor qualidade do sinal.

DIMENSIONAMENTO DE BANDA EM IP VPN MPLS – Após definida a topologia, o protocolo de roteamento e a solução de QoS, é necessário definir a banda de cada site. Para o cálculo da banda de cada site na rede MPLS não é necessário saber o interesse de tráfego. Importa saber a banda total em cada site. Para este dimensionamento considera-se como referência a banda utilizada pelas principais aplicações.

DISPONIBILIDADE – É a capacidade de prover acesso ininterrupto aos ativos de rede.

DISPONIBILIDADE MPLS – O backbone MPLS é um backbone de alta disponibilidade devido à facilidade para definir rotas alternativas de tráfego e do rápido re-roteamento do tráfego para estes caminhos alternativos através do Traffic Engineering (aplicação de gerência de tráfego para provedores de serviços, para melhorar o desempenho da rede);

DIVERSIDADE DE ANTENA – O sinal transmitido segue por caminhos distintos, sofrendo a ação de obstáculos diferentes. Os sinais que chegam ao receptor são diferentes, pois enfrentaram obstáculos diferentes e seguiram por caminhos diversos. O sinal resultante da composição destas várias facetas do sinal transmitido é alterado devido a estes vários caminhos. Esta alteração do sinal é chamada Interferência Multicaminho ou interferência multipath. A diversidade de antena é uma técnica utilizada para reduzir a interferência multicaminho. A diversidade de antena utiliza duas antenas com polarizações distintas e ortogonais. As duas antenas transmitem o mesmo sinal que segue por caminhos distintos. O receptor identifica qual o melhor sinal recebido a cada instante e com isso reduz a interferência por múltiplos caminhos.

DNS – (Domain Name System). O DNS é um sistema hierárquico de atribuição de nomes baseado em domínio. Ele consiste de um banco de dados distribuído que mapeia nomes de hosts e endereços de correio eletrônico em endereços IP. O DNS é definido nas RFCs 1034 e 1035.

DNS AUTORITATIVO – Em uma rede corporativa, máquinas da rede interna consultam um servidor de DNS autoritativo para o domínio da empresa. Ele resolve nomes de servidores de serviço da intranet e de servidores na internet. Quando não possui os nomes em cache ele consulta servidores públicos de hierarquia superior ou os espelhos localizados nas operadoras. A rede corporativa interna também pode possuir servidores primários e secundários com jurisdição sobre o domínio da empresa. O servidor de DNS corporativo deve responder consultas sobre subdomínios do domínio da empresa realizadas por usuários e outros DNS externos. O servidor também deve responder consulta de usuários dentro do domínio sobre nomes externos e internos ao domínio.

DOMÍNIO – Ou Sistema Autônomo. A internet pode ser representada por uma árvore de domínios. Os domínios superiores são mais de 200 e podem ser genéricos ou de países. Cada domínio se subdivide em subdomínios que podem se subdividir em outros subdomínios sucessivamente. Para um novo domínio ser criado é preciso um registro no domínio de nível superior.

DOMÍNIO DE BROADCAST – é uma divisão lógica de uma rede de computadores, na qual os nós podem alcançar os outros por meio de broadcast na camada de enlace. É uma questão importante de desempenho em LANs devido principalmente ao uso do ARP (Address Resolution Protocol), que envia um pacote de broadcast para descobrir um endereço MAC de uma estação que possui determinado endereço IP. As VLANs têm como um de seus benefícios, o controle de domínios de broadcast.

DOMÍNIO DE PAÍSES – São domínios superiores. Exemplos:  br (Brasil); ar (Argentina); uk (Reino Unido); etc.Os domínios br são regulados pelo registro.br ligado ao CGI comitê Gestor da Internet no Brasil.

DOMÍNIO GENÉRICO – São domínios superiores. Exemplos: com (comercial); org (organizações sem fins de lucro); Edu (instituições de educação), etc.

DOMÍNIOS DE COLISÃO – Grupo de estações que compartilham o mesmo meio físico de transmissão. Em redes Ethernet, é necessário o uso de dispositivos que permitem a separação das estações em domínios de colisão distintos, para garantir a estabilidade do desempenho da rede. Inicialmente, as bridges eram utilizadas para isso, dividindo o barramento em vários segmentos, sendo elas o elemento de interligação entre estes segmentos. O processo de se utilizar um concentrador para separar a rede em vários segmentos e diferentes domínios de colisão é chamado de segmentação. Atualmente os switches são os dispositivos de redes utilizados para esse fim – eliminam completamente as colisões.

DSCP (Diff Serv Code Point), RFC 2474 –um padrão muito utilizado, especificado na RFC 1122. A arquitetura Diff Serv (Differentiated Services) baseia-se no tratamento diferenciado para cada classe de tráfego. Este tratamento é repetido nó a nó, ou seja, os pacotes de uma aplicação prioritária quando chegam a um nó (roteador) são separados e recebem um tratamento diferenciado: 1) São criadas classes de serviço. Ex. Diamante, ouro, prata e bronze, 2) Todos os pacotes de uma determinada classe recebem o mesmo tratamento fim-a-fim e 3) A cada nó da rede, o pacote é avaliado para verificar a classe a que pertence e receber o tratamento adequado à classe.

DSL – Digital Subscriber Line (simplesmente DSL ou ainda xDSL) é uma família de tecnologias, que inclui o ADSL, muito utilizado para acessos a Internet. Fornece um meio de transmissão digital de dados, aproveitando a própria rede de telefonia, com alta capilaridade.

DSSS – (Direct Sequence Spread Spectrum). Protocolo de radio frequência. Tecnologia de transmissão via rádio, na qual dados são transmitidos em várias frequências (canais) ao mesmo tempo

E

E&M – Earth & Magnet ou Ear & Mouth – é a interface de sinalização para tronco analógico, usada entre um PABX e a estação telefônica. É composta de 5 tipos diferentes de interface e poucos são efetivamente usados. A interface E&M define um lado de circuito tronco e outro lado de unidade sinalizadora para cada conexão. Pode possuir 2, 4, 6 ou 8 fios.

E1 – Circuitos E1 são muito comuns em telefonia e são usados para conectar PABXs de empresas de porte médio e grande. Constiuem a primeira hierarquia ou o menor grupo de multiplexação dos sistemas PDH. A taxa de transmissão de um link E1 é de 2.048 Mbps. O link opera com 2 canais separados para cada sentido de transmissão (full duplex).

E3 – grupamentos de E1s – são utilizados para a conexão de centrais, para comunicação entre operadoras e países, comportam 480 circuitos que resultam numa taxa de transmissão (largura de banda) de 34.368 Mbps.

ECO – é o resultado de sinais de fala de um sentido refletindo ou vazando no sentido oposto. Este sinal refletido chega aos ouvidos do falante, que ouve o eco de sua própria voz. O eco é mais incômodo quanto maior for o nível de seu sinal.

EF – É uma classe do Diffserv. Classe de encaminhamento expresso, indicada para aplicações que precisam de baixo retardo, mas não necessariamente de banda. Esta é classe indicada para pacotes de voz.

EF – Expedict Forwarding – Diffserv. Classe de baixo delay, baixo jitter e baixas perdas.

ELSR – (Edge Label Switch Router). É o roteador que fica na fronteira da rede MPLS. Ele tanto é capaz de comutar pacotes MPLS (Pacotes com Label) quanto é capaz de receber outros tipos de pacotes e transmiti-los pela rede, encapsulados na forma MPLS. O ELSR é fronteira entre MPLS e os terminais das aplicações. Ele também deve ser capaz de “interfacear” qualquer tipo de acesso (cable, wireless, Frame Relay, ATM, etc.). Em IP VPNs esses roteadores são chamados de PE.

ENDEREÇAMENTO IP – Cada interface de rede, associada a um roteador ou a uma máquina que esteja conectada à Internet, deve possuir um número IP (endereço). Este número IP guarda informações da rede (network) e da máquina (host). Esta combinação é única – não podem existir duas máquinas, na Internet, com o mesmo número IP. Todos os endereços IP têm tamanho de 32 bits, na versão corrente (versão 4).

ENDEREÇAMENTO SIP – Apesar de servidores proxy, de redirecionamento e registradores poderem estar envolvidos em uma transação SIP, somente usuários e Agentes de Usuários possuem endereços SIP. Os servidores SIP são somente identificados pelos endereços IP e portas TCP/UDP. Por default, os servidores escutam na porta 5060 TCP e UDP mas podem usar qualquer número de porta. O SIP distingue terminais E.164 (telefones) de terminais IP pelo uso de parâmetros em seu endereço.

ENDEREÇO DE BROADCAST – Em uma rede sempre o primeiro e último endereço são reservados. O primeiro define a própria rede, enquanto o último é utilizado para broadcast. Por exemplo, seja o endereço 200.255.134.10 com máscara 255.255.255.0. Desta forma podemos definir: Endereço IP: 200.255.131.10 (Rede 200.255.131; host: 10); Endereço de Rede: 200.255.131.0 (primeiro endereço); Endereço de Broadcast: 200.255.131.255 e Endereços IP para Hosts: de 200.255.131.1 até 200.255.131.254

ENDEREÇO GLOBAL – Endereços que aparecem no cabeçalho do pacote IP quando este está do lado de fora da rede, podendo referir-se a máquinas internas ou externas.

ENDEREÇO LOCAL – Endereços que aparecem no cabeçalho IP quando o pacote está na rede interna, podendo referir-se a máquinas internas ou externas.

ENDEREÇO PRIVADO – No caso de redes privadas é possível se escolher quaisquer endereços desde que não haja conexão com a Internet. Uma rede privada de endereços privados, para conectar-se à Internet necessita utilizar a funcionalidade NAT (Network Address Translation).

ENDEREÇO PÚBLICO – São endereços válidos e únicos na Internet. São administrados pelo InterNIC (Internet Network Information Center). No Brasil a FAPESP gerencia a distribuição dos endereços obtidos no InterNIC pelas redes nacionais. Este organismo no Brasil chama-se CGI – Comitê Gestor da Internet.

ENDEREÇOS CLASSFULL – A RFC 791 de 1981 definiu originalmente que os endereços IP deveriam ser subdivididos em classes de acordo com o valor do primeiro octeto. A idéia de dividir em classes foi a de definir classes de redes com muitos hosts e outras com menos hosts, de acordo com as máscaras pré-definidas. Endereços Classfull não são mais utilizados correntemente, pelo fato de desperdiçarem endereços IP.

ENDEREÇOS DE HOST – Os últimos “32-n” bits representam o endereço do host.

ENDEREÇOS DE REDE e HOST- Em uma rede sempre o primeiro e último endereços são reservados. O primeiro define a própria rede, enquanto o último é utilizado para broadcast. Por exemplo, seja o endereço 200.255.134.10 com máscara 255.255.255.0. Desta forma podemos definir: Endereço IP: 200.255.131.10 (Rede 200.255.131; host: 10); Endereço de Rede: 200.255.131.0 (primeiro endereço); Endereço de Broadcast: 200.255.131.255 e Endereços IP para Hosts: de 200.255.131.1 até 200.255.131.254

ENDEREÇOS EXTERNOS – São os endereços das máquinas pertencentes à rede pública, são os endereços públicos da Internet. Estes endereços são fornecidos por uma entidade reguladora da rede pública. No caso do Brasil, o CGI.br ou Comitê Gestor da Internet no Brasil.

ENDEREÇOS INTERNOS – Endereços internos são endereços das máquinas pertencentes á rede privada do cliente.

ENDPOINTS – os endpoints do controle de chamada de VoIP são os terminais telefônicos IP, os ATA ou os gateways. Os endpoints precisam ser capazes de realizar processos relacionados à sinalização telefônica e aos canais de áudio RTP. Os endpoints precisam também digitalizar e compactar a voz, convertendo um stream de voz em pacotes de voz.

ENFILEIRAMENTO (QUEUEING) – O enfileiramento é uma etapa essêncial do Diff Serv. O pacote de uma classe é separado em filas antes de ser transmitido. Existem vários mecanismos de filas em roteadores comerciais.

ESCALABILIDADE – É a capacidade de crescer e se ajustar à topologia da empresa, aplicações e usuários, tanto em termos de quantidade, taxas de transmissão e tipos de acessos.

ESCALABILIDADE MPLS – O MPLS é de natureza peer-to-peer: com alta flexibilidade para configurar topologias. A adição de um novo site na rede exige a configuração apenas do próprio site, não necessitando intervenção na rede como um todo. O MPLS permite o acesso de diversos tipos de interfaces e protocolos de camada 2 (vide modelo OSI no quadro da página 14). O acesso à camada de serviços MPLS pode ser via Frame Relay, E1, SDH, Xdsl, MetroEthernet, GPRS, WiFi e WiMax.

ETHERNET – É o padrão IEEE 802.3 mais empregado em redes locais. Especifica diversas configurações. Existem diversos padrões para diversos meios físicos que surgiram ao longo das evoluções tecnológicas. Topologia Física: Estrela.

ETSI – European Telecommunications Standards Institute é um instituto europeu cujo objetivo é definir padrões que permitam ao mercado europeu funcionar como um todo ao nível das telecomunicações.

F

Faixa de 2,6 GHz – Faixa licenciada para serviços MMDS, um precursor do WiMAX. Utiliza rádios que operam em frequências de 2,5GHz até 2,65GHz.

Faixa de 3,5 GHz – Frequências de 3,4GHz até 3,6GHz. A maioria dos equipamentos está sendo desenvolvida nesta faixa. Os primeiros equipamentos com selo de conformidade do WiMAX Fórum operam nas frequências de 3,5GHz. Na Europa já há várias operadoras com o serviço de WiMAX Fixo nesta faixa. No Brasil a Anatel já realizou o leilão desta faixa de frequências, que foi adquirida em todo Brasil pela EMBRATEL. A Brasil Telecom e outras empresas que não operam serviços de telefonia também adquiriram bandas nesta faixa, porém somente a Embratel adquiriu bandas para cobrir todo o território nacional.

FAST ETHERNET – Também conhecido como padrão 100BaseT, suporta transferências de dados até 100 Mbps.

FEC (FORWARDING EQUIVALENCE CLASS) – Uma FEC é uma classe de pacotes, cujos pacotes serão encaminhados para o mesmo lugar e da mesma maneira. Ou seja, equivale a um endereço de destino de aplicação. De maneira, genérica podemos definir FEC como o conjunto de propriedades que mapeiam os pacotes de entrada em um mesmo label de saída e consequentemente em um mesmo LSP. Quando uma porta de serviço é criada em um roteador ELSR pelo menos uma FEC é criada associada a esta porta. Cada serviço vai ter um tipo de FEC. Após criada a FEC, que define unicamente a porta de serviço, é necessário que os outros pontos da rede consigam enviar pacotes para esta porta. Assim os LSPs começam a ser criados através dos protocolos de distribuição de labels. Repare que no início somente as tabelas de FEC existem. As tabelas de label são criadas pelos protocolos de distribuição de label e pela associação dos labels às FECs.Cada serviço terá os seus protocolos e a maneira de associar os labels às FECs.

FHSS – (Frequency Hopping Spread Spectrum) – Protocolos de radio freqüência.

FIBRAS ÓPTICAS – Fibras ópticas utilizam sinais de luz codificados para transmitir os dados e podem ser feitas de plástico ou de vidro. Além destes dois materiais, a fibra possui também um revestimento plástico, que lhe garante uma proteção mecânica contra o ambiente externo.A taxa de transmissão é muito mais alta do que nos sistemas físicos convencionais (cabo coaxial e par trançado) e é completamente imune às interferências eletromagnéticas podendo ser instalada em lugares onde os fios e cabos não são viáveis. Os meios de transmissão em fibras óticas e wireless (sem fio) são apontados como os meios predominantes do futuro.

FIREWALL – O firewall filtra pacotes de entrada e saída entre a Internet e a rede corporativa.

FRADs – Os FRADs – Frame Relay Access Devices – são bridges, roteadores, gateways, FEPs (Front End Processors), utilizados nas Redes Frame Relay.

FRAME RELAY – Protocolo de nível 2 (modelo OSI)

FREQUENCIA – É a taxa com que os sinais de telecomunicações e as correntes elétricas se alteram nos sistemas analógicos. A freqüência refere-se ao número de vezes por segundo que uma onda oscila em um ciclo completo. Quanto maior a velocidade ou freqüência, mais ciclos completos de uma onda são concluídos em um período de tempo. Essa velocidade ou medida de tráfego é expressa em Hertz (Hz) nos sistemas analógicos.

FTP File Transfer Protocol – Protocolo utilizado para Transferência de Arquivos na Internet. É orientado a conexão e baseia-se no TCP. Fornece autenticação.

FXO – Foreign eXchange Office – é a interface que fornece um único serviço básico para a central: indicação de “no ou fora do gancho”. Ou seja, sempre devemos conectar uma porta FXS a uma porta FXO. O mesmo princípio se aplica com um PABX ou um VoIP Gateway. Pode-se conectar um dispositivo FXO (um telefone analógico, por exemplo) a uma porta FXS fornecida por um PABX, VoIP gateway ou um roteador.

FXS – Foreign eXchange Subscriber/Station – é a interface que entrega o serviço de telefonia da estação ao assinante. É comumente referenciada como o plug da parede. Esta é a interface onde conectamos aparelhos telefônicos, faxes, e modens. Uma interface FXS fornece os seguintes serviços: sinalizações de telefonia para implementar funcionalidades como tom de discagem, sinal de ocupado, progresso de chamada, bem como corrente de bateria.

 G

GATEKEEPER H.323 – controla uma zona H.323. Exatamente como um porteiro que administra quem entra e quem sai, um gatekeeper controla quais terminais dentro da zona podem iniciar ou receber chamadas. Um gatekeeper H.323 pode também controlar como as chamadas devem prosseguir, ou permitir comunicação direta entre dois pontos ou agir como intermediário para encaminhar sinalização de chamada. Não são mandatórios para redes H.323. As Recomendações H.323 especificam que quando um gatekeeper estiver presente ele deve realizar as seguintes funções mandatórias, para os terminais registrados dentro da zona do gatekeeper: 1) Translação de endereços e 2) Controle de admissão e de banda.

GEEDDS – Um acrônimo utilizado pela Colaborae. Significa: G – Gerência, E- Economia, E -Escalabiliade, D – Disponibilidade, D – Desempenho e S -Segurança. Facilita o aprendizado e a análise de perfis e soluções em tecnologia.Permite segmentar o aprendizado. Cada questão em tecnologia deverá estar associada a uma ou mais dimensões GEDDS.

GERÊNCIA – Facilidade de visualizar e controlar os requisitos de Escalabilidade, Disponibilidade, Desempenho, e Segurança de redes

GERÊNCIA MPLS – O MPLS simplifica a vida de gerentes de TI, já que provê um sistema de comunicação mais inteligente, com roteadores de clientes mais simples, minimizando investimentos e custos de operação. É mais eficiente do que tecnologias anteriores para crescer e reduzir redes (escalabilidade), garantir qualidade de aplicações convergentes (desempenho), e estabelecer mecanismos de “disaster recovery” (alta disponibilidade) e de segurança.

GIGABIT ETHERNET – Um padrão Ethernet mais recente. Suporta taxa de dados de 1 gigabit (1000 megabits) por segundo. O padrão 10Gigabit Ethernet especifica taxas dez vezes maiores que o Gigabit.

GPRS – General Packet Radio Sistem. Trata-se de uma evolução do sistema GSM (Global System for Mobile Communications) de 2ª geração. É uma tecnologia transporte de dados por pacotes, que aumenta as taxas de transferência de dados (de 40 a 170 Kbps).

GSM – É a rede de 2ª geração da telefonia celular baseada em comutação de circuitos. No início, a rede GSM suportava, alem da voz, apenas dados comutados por circuito e SMS – Short Message Service. Depois, foram introduzidos outros serviços de dados por pacotes na forma de General Packet Radio Service – GPRS.

 H

H.225 Call Signalling – estabelece a conexão entre “endpoints” H.323 ou “endpoints” e gatekeeper.

H.225 RAS – Registro, admissão e status – protocolo entre terminal /gateways e gatekeeper. Esta sinalização de canal é aberta entre terminal/gateway com o gatekeeper antes do estabelecimento de quaisquer outros canais.

H.235 – Segurança e Criptografia para terminais multimídia

H.245 – Protocolo de sinalização utilizado para a troca de mensagens de controle entre dois “endpoints” H.323, alocação de capacidade, abertura e fechamento de canais lógicos para transporte multimídia, controle de fluxo e indicações e comandos gerais.

H.323 – é o mais maduro da lista. Apresenta ampla fun­cionalidade e poder na interoperabilidade com as redes de voz legadas, mas com implementação e customização mais complexas.

H.450.x – Serviços Suplementares para a H.323

HTTP – (Hipertext Transport Protocol), ProtocolO utilizado na Internet para transferência de dados e hiper-mídia (sons, imagens e textos). Tem o propósito de permitir o acesso a documentos e páginas na WEB, através de hiperlinks.

HUB – Concentrador de rede de nível 1. Diversas estações se conectam a ele em topologia estrela. Todos os sinais recebidos são retransmitidos para as demais estações. Compartilha banda com todos os dispositivos conectado a ele. São pouco utilizados hoje em dia e são substituídos pelos switches.

HWMP (Hybrid Wireless Mesh Protocol) – O IEEE 802.11s definiu como protocolo de roteamento o HWMP, mas permite a implantação de outros protocolos, como o RA –OLSR (Radio Aware optimized link state routing).

I

ICMP – (Internet Control Message Protocol). O ICMP é utilizado no conhecido ping. Um pacote é enviado a um determinado destino e dependendo do que ocorrer no caminho ele recebe mensagens úteis para o “troubleshooting” (processo de eliminação de problemas no processo de comunicação).

IEEE 802.11 padroniza a implantação de redes Wireless LAN nas bandas ao redor das frequências de até 2.4-GHz e 5-GHz. Um problema com o 802.11 é que ele é limitado em termos de interoperabilidade entre as versões do padrão. Por exemplo, uma LAN com dispositivos que utilizam adaptadores 802.11a não se conectará a outros com 802.11b. Outras questões relativas ao padrão 802.11 dizem respeito às limitações de segurança, que trataremos adiante neste Sumário.

IEEE 802.11a – O IEEE 802.11a opera na faixa de 5GHz com taxas de até 54 Mbps, o que oferece na prática um throuput real de 20Mbps. A faixa de 2.4 GHz é altamente utilizada o que acarreta altas taxas de ruído nesta banda principalmente em grandes centros urbanos. Esta condição tem feito crescer o uso da banda de 5GHz utilizada pelo 802.11a. Apesar disso, a alta frequência do 802.11 acarreta em alcances menores, uma vez que a portatora penetra mais em obstáculos como paredes e outros objetos sólidos, levando a uma maior degradação do sinal.

IEEE 802.11g – O 802.11g opera na mesma faixa de 2,4GHz do 802.11b, porém com uma taxa de 54Mbps, o que acarreta um uso real médio de 19 Mbps de throughput. O hardware 802.11g é totalmente compatível com o 802.11b. Após 2003, quando foi proposto, o 802.11g cresceu rapidamente Da mesma maneira que o 802.11b o maior desafio dos sistemas 802.11g é lidar com o alto grau de interferências na faixa de 2,4GHz.

IEEE 802.11s – define que os rádios Wi-Mesh devam interligar-se em uma arquitetura totalmente wireless; por isso, diz-se que o WI-Mesh implementa uma arquitetura do tipo ad-hoc.

IEEE 802.16 – padroniza uma arquitetura para acesso wireless banda larga sobre longas distâncias, podendo ser utilizado em redes WMAN. Devido ao grande impacto desta tecnologia e das grandes expectativas do mercado, foi criado um fórum de fabricantes para discutir as implementações do 802.16. O Fórum WiMax foi criado em Junho de 2001, cerca de 2 anos após a primeira reunião do grupo IEEE 802.16.

IP – O protocolo IP (Internet Protocol) é responsável pelo encaminhamento de pacotes (ou datagramas). Um datagrama possui um cabeçalho (controle) e um campo de dados, contendo a informação que transporta. O conteúdo semântico dos dados é completamente ignorado pelo protocolo IP, sendo de interesse, apenas, das camadas superiores. Um datagrama IP tem seu tamanho limitado em 65.535 bytes, incluindo o cabeçalho.

IP NAT PORT-BASED – O NAT port-based é também chamado de PAT (Port Addres Translation) ou de NAT Overload.Para fazer o mapeamento, este tipo de NAT utiliza endereçamentos de camada 4 chamados ports. Cada comunicação iniciada por uma estação utiliza um port de origem e os ports de destino são comuns de acordo com a aplicação usada.

IP VPN MPLS – Na camada de serviço do MPLS alguns serviços se destacam no cenário de negócios em telecomunicações. O principal deles é o serviço de IP VPN com QoS (qualidade de serviço), que viabiliza a construção de redes corporativas seguras e convergentes, capazes de distinguir e tratar, diferentemente, aplicações com requisitos de desempenho diferentes.

IPS – (Intrusion Protection). Um elemento de segurança de perímetro, proteção suplementar ao firewall, para monitorar tráfegos de comportamentos suspeitos.

IPv4 – Versão do plano de endereçamento corrente da Internet, que está sendo substituído pelo IPV6

IPv6 – Versão do plano de endereçamento futuro da Internet.

IrDA – Há redes PAN que não utilizam radiofrequência e operam com transmissões em infravermelho, como o IrDA (Infrared Data Association). O IrDA especifica transmissões de até 4 Mbps por até 1m. A única vantagem do infravermelho é a imunidade contra interferência nas frequências livres.

ITU – Telecommunication Standardization Sector é uma organização responsável por coordenar padronizações relacionadas a telecomunicações em parceria com a International Telecommunication Union (ITU)

L

LABEL – Em uma rede MPLS o pacote IP, composto de cabeçalho de camada 2, cabeçalho IP e dados recebe uma informação adicional que é o label. O label é um novo cabeçalho que é inserido entre o cabeçalho IP e o cabeçalho da camada 2, neste caso ele é chamado de shim label.

LABEL BINDING – Um “binding” é uma associação entre uma FEC e um label. Os protocolos do MPLS utilizam os protocolos de roteamento do IP. Assim quando se inicia o MPLS já existe uma tabela de roteamento. Uma vez iniciado o processo de distribuição de labels é montada a tabela de labels. A tabela de roteamento IP e os protocolos de roteamento são utilizados para isso. Com a tabela de labels, a tabela de roteamento não é utilizada para comutar o pacote IP/MPLS. Cada LSR ou ELSR associa uma FEC a um label de entrada. Estas associações são feitas pelo algoritmo interno do roteador de maneira aleatória. Os labels precisam ser únicos somente no roteador. Dois roteadores diferentes podem repetir os labels sem causar problemas. Uma vez feita esta etapa inicia-se a distribuição dos labels.

LABEL DISPOSITION – Ao chegar no ELSR de destino o pacote deverá ser entregue na porta de serviço correta. O ELSR ao receber o pacote consulta a tabela de labels. Na tabela de labels há indicação de que o label deve ser retirado e entregue na porta de serviço. Esta operação de retirada do label é chamada label disposition.

LABEL DISTRIBUITION PROTOCOL (LDP) – O Protocolo de distribuição de labels chama-se LDP, Label distribution Protocol. Uma vez ativado, o LDP inicia troca de informações com os vizinhos através de mensagens de HELLO. Depois de estabelecidas as conexões com os vizinhos o LDP envia para todos os vizinhos as associações FEC-LABEL IN que realizou.

LABEL IMPOSITION – A operação de label imposition é a inserção do label no pacote de entrada. O label imposition sempre ocorre no ELSR. Ao configurar os serviços os roteadores MPLS montam uma tabela chamada Tabela FEC. Os roteadores de borda, ELSR, consultam a tabela FEC para todos os pacotes entrantes nas portas de serviço.

LABEL SWAP – Após consultar a tabela de FEC, o roteador ELSR envia o pacote MPLS na porta de saída. O roteador LSR recebe pacotes com label setado. O LSR consulta a tabela de labels e descobre em qual porta de saída e com qual label deve encaminhar o pacote.

LABEL SWITCHED PATH (LSP) – “O circuito Virtual do MPLS” – é o caminho seguido pelos labels de saída dos roteadores LSRs. O LSP funciona como um circuito virtual do MPLS. O LSP é unidirecional e associado a uma FEC (Forwarding Equivalence Class). O caminho de retorno deve ser realizado através de outro LSP.

LAN – Local Area Network cujo principal padrão é o Ethernet. Redes utilizadas em todos os ambientes – empresarial e residencial. Compartilham recursos, distribuem a inteligência da rede, operam em altíssimas vlocidades, apresentam excelentes soluções para a gerência, escalabilidade, disponibilidade, desempenho e segurança de rede.

LARGURA DE BANDA – refere-se à capacidade de transmissão dos sinais digitais e dos meios de transmissão. Um sinal digital com 64 K bits por segundo terá uma taxa de transmissão de 64 x 1024 bits por segundo.

LSR – Label Switch Routers – No interior da rede MPLS o pacote é comutado de acordo com o label pelos LSRs. Os LSR são roteadores de label. Eles não precisam ler endereços IP nem entendê-los. Apenas é exigido do LSR que ele leia o label de entrada do pacote e insira um label de saída adequado. A comutação é feita unicamente pelo label de entrada e label de saída inserido para garantir o correto encaminhamento no próximo LSR. Esta operação é chamada de Label Swap.Os pacotes MPLS no interior da rede não mantêm o mesmo label. Diferentemente dos endereços IP, os labels só tem significado local e não precisam ser únicos em toda a rede. Isto permite uma estrutura pequena para o label, diferentemente do IP que por ser único precisa ser grande para endereçar todos os pontos.

M

MAC – (Media Access Control Address). É o endereço que unicamente identifica cada nó de uma rede local. Nas redes IEEE 802.3 (padrão Ethernet) a camada de enlace do modelo de referência OSI é dividida em duas subcamadas a camada LLC – Logical Link Control e a camada MAC. A camada MAC interfaceia diretamente com o meio físico da rede e como será seu acesso. Consequentemente, cada tipo de meio físico de rede necessitará de uma camada MAC distinta.

MAN – “Metropolitan Area Networks” – muito comuns em campus universitários e redes governamentais. São redes que englobam cidades ou municípios. Estão cada vez mais sendo implementadas via tecnologias wireless, como Wi-fi e Wimax. A tecnologia MetroEthernet é uma opção moderna e em franco crescimento em redes MAN.

MAPEAMENTO DE ENDEREÇO NAT – É um conceito chave para entender o funcionamento do NAT. O NAT gerencia uma tabela que mapeia endereços locais em endereços globais. Este mapeamento pode ser estático ou dinâmico.

MAPEAMENTO DINÂMICO – NAT – No mapeamento dinâmico utiliza-se um pool de endereços públicos, menor que o total de endereços internos. O pool é ocupado sequencialmente de maneira dinâmica. O mapeamento dinâmico limita o acesso simultâneo a Internet, de acordo com a quantidade de endereços do pool.  A solução para eliminar essa limitação e o uso do NAT port-based.

MAPEAMENTO ESTÁTICO – NAT – No mapeamento estático é construída uma tabela estática com a tradução de endereços locais em globais. O endereço interno local sempre será traduzido em interno global.

MARCAÇÃO – No modelo Diffserv, após ser classificado o pacote precisa ser marcado com a informação que indica a sua classe de serviço. A marcação pode ser realizada no cabeçalho do IP, no cabeçalho do nível 2 ou até do MPLS.Uma vez marcado o próximo nó fará a classificação baseado na marcação anterior. Não são mais necessárias marcações até o final da rede.

MÁSCARA DE REDE – Os endereços IP são compostos dos endereços de Rede e de Hosts. Uma máscara de rede é usada para separar o endereço de Rede e Host. A máscara é formada por 32 bits sendo os n primeiros iguais a 1 e os 32-n últimos iguais a 0. A parte onde os bits são 1 equivale ao endereço de rede. Os bits 0 equivalem ao endereço de Host.

MEDIA GATEWAY – é interconectado de um lado à rede de pacotes e do outro à rede de telefonia e para a “tradução de sinais” ou “conversão de protocolos” entre a rede de e a rede IP. O Media Gateway pode estar situado em qualquer parte da rede (acesso, borda, núcleo) e é controlado pelo SoftSwitch, por meio de protocolos de sinalização. Alguns aspectos que caracterizam os Media Gateways incluem: número de portas, capacidades de compressão, grau de interoperabilidade com diferentes tipos de SoftSwitches e suporte a múltiplas interfaces de rede. Há basicamente 2 tipos de Media Gateway: 1) Usado no entroncamento entre redes VoIP e a RTPC – trata protocolos como SIP, H.323 e SS#7 e 2) Usado no acesso como conversor do mundo tradicional para o mundo VoIP (VoIP Gateway) –  trata protocolos como PRI, FXS/FXO, SIP e H.323.

MEDIDA SUBJETIVA DA QUALIDADE DA VOZ – A medida subjetiva da qualidade da voz é a abordagem mais confiável e respeitada para medir a qualidade da voz. Esta abordagem empiricamente determina a qualidade da voz através do uso de ouvintes ou testes conversacionais. As respostas de muitas pessoas a diferentes amostras de áudio de cenários de testes para os vários CODECs são avaliadas estatisticamente para determinar uma resposta média do grupo. Esta resposta média reflete o desempenho do sistema sob teste e os efeitos dos vários fatores (tais como ruído de fundo, múltiplos falantes, níveis baixos de sinal etc.) podem ser quantificados.

MEGACO – é baseado no sistema H.248 da ITU® e representa uma evolução do MGCP. Tanto o MGCP como o Megaco são considerados complementares ao SIP e ao H.323, embora, a rigor, ambos também possam ser usados em alguns casos para controlar dispositivos não-inteligentes, por meio de implementações específicas (por exemplo, o B2BUA, o GKRCS).

MEIO DE TRANSMISSÃO – O meio de transmissão serve para oferecer suporte físico ao fluxo de dados entre dois pontos. Pode ser de vários tipos: um par de fios, um cabo coaxial, fibras ópticas, comunicação por rádio freqüência ou até mesmo por satélites.

MÉTODOS DE ACESSO AO MEIO – São os protocolos de controle que controlam o compartilhamento do meio físico das redes entre as estações desta rede.

MÉTODOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS – Existem três tipos de métodos pelos quais dados são endereçados e transmitidos: Unicast, Multicast e Broadcast.

MGCP – é um padrão de fato e muito utilizado para comunicação entre SoftSwitches e Media Ga­teways. No entanto, a comunicação entre Media Gateways, por sua vez, é feita em geral por uma variação do SIP, conhecida como SIP-T.8.

MODELO DE REFERÊNCIA OSI – A proposta do Modelo de Referência OSI é prover um sistema aberto, onde todos possam intercomunicar-se, desde que sigam as regras de “entendimento”, para garantir os aspectos de segurança, desempenho e conectividade. É estruturado em sete (7) camadas (ou níveis). As três camadas inferiores são definidas para fornecer os serviços de rede, de acesso ao meio e conectividade física. Encarregam-se de identificar e estabelecer o melhor caminho de rede entre os equipamentos de origem e destino dos dados, onde quer que estejam no âmbito da rede de comunicação. As quatro camadas superiores fornecem os serviços de comunicação fim a fim entre os aplicativos dos usuários finais.

MODEMS – O modem, cujo nome é formado pela contração das palavras Modulador e Demodulador, é um equipamento bidirecional que, instalado nas duas extremidades de um canal de comunicação de dados, tem por função adequar o sinal digital ao meio de transmissão.

MODULAÇÃO – A modulação é necessária para adequar ou “casar” o sinal com o meio de transmissão. A modulação permite tornar o sinal mais imune a ruído e/ou interferência, no meio de transmissão.Muitas técnicas de modulação são utilizadas. Independente do tipo de modulação utilizado, o processo da modulação deve ser reversível no receptor através da demodulação (funciona aos pares).

MOS (Mean Opinion Score) – . É a medida subjetiva mais utilizada para aferir a qualidade de voz. Ele resulta de testes de ranking de categoria absoluta (ACR – Absolute Category Ranking). No teste ACR, pessoas ouvem grupos de amostras de voz e indicam o nível de qualidade de voz que eles perceberam de cada amostra, conforme a Escala de Qualidade de Audição ou Escala de Esforço de Audição. A maioria dos testes usa a Escala de Qualidade de Audição, que é a abordagem geralmente recomendada pelo ITU (International Telecommunication Union). Se você encontrar um CODEC avaliado por um escore MOS, pode-se supor que se refira à Escala de Qualidade de Audição.

MP (Mesh Points) – Os APs com funções Wi-Mesh são chamados de MP. Os MPs (Mesh Points) são os rádios comutadores de pacotes da arquitetura Mesh. Eles não utilizam cabos e são totalmente wireless. Funcionalmente, estes MP roteiam o tráfego proveniente dos MPs localizados mais abaixo na árvore para os MPs situados mais acima e vice-versa. Além disso, os MPs fornecem acesso Wi-Fi a usuários localizados na sua célula de cobertura.

MP-BGP – Os roteadores PE trocam entre si as informações apreendidas dos CEs através do protocolo MP-BGP.

MPLS – (Multi Protocol Label Switching) é uma moderna tecnologia de comutação. Assim como existe a comutação IP e a comutação ATM, o MPLS, também chamado de comutação por Labels, é outra forma de comutar pacotes. A maneira como a comutação MPLS foi desenvolvida permite a implantação de camadas de serviços sobre o backbone MPLS. Esta flexibilidade, aliada aos equipamentos de alto desempenho com bandas de até Terabit por segundo, é o principal alavancador das redes MPLS.

MPLS – tecnologia de comutação assim como o IP, Frame Relay e ATM. Funciona com a adição de um rótulo nos pacotes IP na entrada do backbone (chamados de roteadores de borda) – normalmente no mesmo backbone Internet das operadoras – e, a partir daí, todo o encaminhamento pelo backbone passa a ser feito com base neste rótulo e não mais no endereço IP, simplificando o processo de roteamento e garantindo a sua segurança.

MULTICAST – Método de transmissão no qual são enviados múltiplos pacotes para endereços diferentes e pré-definidos. Tipicamente utilizado em aplicações de multimídia, como voz e vídeo.

MULTIPLEXAÇÃO – A principal função da multiplexação é combinar tráfegos de múltiplos dispositivos num único meio físico. Redes que não usam multiplexadores demandam grandes quantidades de linhas dedicadas. Redes que usam multiplexadores conseguem grandes economias de meios de transmissão.

N

NAT – (Network Address Translation). O NAT faz a tradução de endereços internos privados em endereços externos públicos – o equipamento que faz esta função deve dispor de endereços públicos (autorizados pelo InterNic) e de interfaces ligadas à internet e à rede interna.

NAT (Network Addres Translation) – NAT é uma função realizada por roteadores de saída para a Internet onde endereços IP internos são traduzidos em endereços IP externos, válidos na Internet.O NAT pode ser feito sem overlap, isto é, 1:1, ou seja: para cada IP interno um IP válido externo, o que não resolve a questão presente nas empresas e no exemplo, que é o acesso a partir de um único IP válido. Para isso utilizamos um NAT com overlap, onde vários endereços IP internos são traduzidos em um único endereço IP válido na Internet. O NAT utiliza as portas TCP e UDP para separar o tráfego de cada estação interna, uma vez que todas estão saindo com o mesmo endereço IP. Por isso também é chamado de PAT (Port Address Translation) ou sharing IP. Os roteadores WLAN normalmente possuem, além das funções NAT, funções de DHCP Server. Com isso atribuem endereços IP para as estações wireless a ele associadas.

NGN – (New Generation Network) – Redes de Nova Geração ou Redes Convergentes. As redes de nova geração (NGN) são redes totalmente fundamentadas em protocolo IP, com QoS, vários tipos de redes e protocolos de acesso, onde os serviços são disponibilizados numa camada superior à camada de rede. O ITU-T define NGN como um conceito que engloba melhorias coletivas sendo feitas na infra-estrutura de provisionamento de serviços, baseadas em 3 redes: 1) A Rede Fixa de Telefonia e ISDN (Integrated Services Digital Network), 2) Rede Celulares de 2ª, 3ª e 4ª  gerações e a 3) a Internet. O ETSI conceitua a NGN com foco nas formas de gerenciar a complexidade de novas redes “convergidas”, através do uso de camadas, planos e interfaces abertas para suportar a evolução.

NIC – (Network Interface Card). Uma placa de comunicação também chamada “placa adaptadora de rede”, inclusa no nó de rede (desktop, notebook, concentrador, servidor, outros) de uma rede local, que o conecta ao meio físico ou “cabling”.

NICs RF – Os NICs (Network Interfaces Cards) são as interfaces de rede wireless que transmitem sinais de Rádio Frequência (RF) responsáveis pela comunicação sem fios. Muitos NICs vem embutidos nos dispositivos atuais. Entretanto, existe uma diversidade muito grande de cartões para uso externo, através de interfaces diversas como USB, PCI, ISA e mini-PCI, o que permite a conexão de qualquer dispositivo à rede wireless. Algumas questões de compatibilidade precisam ser verificadas entre os NICs e os APs utilizados. Os APs nos padrões 802.11 mais atuais permitem a conexão dos padrões anteriores.

NOMADICIDADE – capacidade de um treminal se conectar em locais diferentes na rede.

NOTAÇÃO BINÁRIA – O endereço de IP 32 bits utilizado na Internet é da seguinte forma: 10010110.11100010.01011100.10100101. Esta notação não é utilizada na prática por ser pouco amigável.

NOTAÇÃO DECIMAL- A notação mais utilizada é a notação decimal separada por octetos. No total são 04 octetos que podem ser representados por números decimais de 0 a 255.

O

OFDM – (Orthogonal Frequency division multiplexing) – é uma tipo de multiplexação por divisão de frequência com um método de modulação digital multi portadoras. Um grande número de sub-portadoras ortogonais são utilizadas para o transporte de dados. Uma das suas principais vantagens é simplificação de sistema e habilidade no trato de condições severas de qualidade dos meios de transmissão.

OSPF – Protocolo de roteamento dinâmico. Possui a vantagem de quando ocorrer mudança de plano de endereçamento do cliente toda a rede fica imediatamente conhecendo. É largamente utilizado.

P

P – Provider Router é o roteador LSR da rede MPLS. São roteadores que apenas comutam pacotes com labels e não consultam endereços IP,

PABX – Private Automatic Branch Exchange – é o mais importante componente na telefonia empresaria tradicional.É uma central de telefonia que permite efetuar ligações entre telefones internos ou ramais sem intervenção manual, ou ainda telefonar e receber telefonemas da rede externa. Representa grandes economias para as empresas, pois evita as tarifas da rede pública de telefonia.Nos ambientes corporativos normalmente existem muito mais ramais do que troncos (linhas telefônicas), havendo a necessidade de um ponto central de gerenciamento e distribuição das chamadas – o PABX. Para completar a chamada de um usuário que não está conectado a ele, o PABX precisa rotear a chamada até a central pública de telefonia. Normalmente, necessita de código de acesso como “0” ou “9”, seguido do número de destino, incluindo o código de área e o código do país, quando for o caso. Um PABX fornece ambas as interfaces FXS e FXO. FXS – usada quando conectamos fones analógicos ao PABX (o PABX emula a central telefônica).FXO – usada para conectar o PABX à central telefônica (o PABX emula o terminal telefônico).

PAR TRANÇADO OU PAR DE FIOS – Meio de transmissão originalmente produzido para transmissão telefônica analógica. A taxa de transmissão varia de acordo com as condições das linhas telefônicas e das técnicas de transmissão utilizadas. A vantagem principal na utilização do par de fios, ou par trançado, é seu baixo custo de instalação e manutenção, associada à imensa rede telefônica disponível.

PDH – Plesiocronous Digital Hierarchy- foi inicialmente utilizado nos sistemas de transmissão de telefonia para transportar grupamentos de canais telefônicos, através da técnica de multiplexação TDM – Time Division Multiplexing, para melhor aproveitamento dos meios de transmissão. Foi padronizado na Europa e é também conhecido conhecido como sistema “E – carrier” (com similar americano T-carrier). O PDH é um sistema de transmissão digital que considera Multiplexadores TDM em várias hierarquias. O Mux (o equipamento que faz a multiplexação) básico dos sistemas PDH considera um canal básico de 64Kbit/s. Multiplexando-se 31 canais de 64 Kbit/s, chega-se a um frame (ou quadro) de 2 Mbit/s. Adicionalmente, grupos de circuitos E1 são agrupados em “links” E3 (um hierarquia de maior nível) de maior capacidade. Diferentemente da comutação por pacotes (ex: Internet), os sistema E-carrier alocam permanentemente o canal de comunicação para a chamada durante toda a sua duração (mesmo princípio da comutação por circuito e da telefonia como um todo). Isso apresenta a vantagem de garantir a qualidade de voz, mas apresenta a desvantagem de aproveitar pouco o meio de transmissão e recursos de rede, que são caros. O Sistema PDH foi substituído por um sistema mais moderno, chamado SDH – Synchronous Digital Hierarchy, para suportar a rede interna das operadoras, mas o E1 ainda é muito utilizado para prover acessos de alta velocidade às operadoras.

PE – Provider Edge Route é o roteador ELSR – É o equipamento de borda da operadora responsável pela imposição do label nos pacotes que vem do CE. O PE se liga ao CE. A porta que se liga ao CE é uma porta IP comum, a porta que se liga ao backbone é uma porta MPLS por onde trafegam apenas pacotes com labels MPLS.

PEER-TO-PEER – No modelo de comunicação peer-to-peer, dois ou mais hosts participam de um serviço sem nenhuma hierarquia. Todos os participantes podem receber e fornecer os serviços.

PENULTIMATE HOP POPPING (PHP) – As implementações comerciais de equipamentos MPLS fizeram com que os roteadores ELSR realizassem duas operações e consultas à tabela de labels no caso de pacotes IP. A primeira para verificar a necessidade de retirar o label e a segunda para rotear o pacote IP. Devido a esta questão foi criada uma funcionalidade chamada Penultimate Hop Popping (PHP). Com o PHP o penúltimo roteador já retira o label MPLS fazendo com que o ELSR receba o pacote sem label e somente tenha que encaminhar o pacote à porta de destino. Para isso os roteadores ELSR devem ser capazes de aceitar pacotes MPLS e pacotes IP públicos na mesma porta de entrada.

PLANO DE CONTROLE – O plano de controle contém os processos que definem os caminhos do tráfego. Ele inclui os protocolos de roteamento que, a partir de métricas e algoritmos diversos, escolhem o melhor caminho para se chegar a um endereço IP de destino. O MPLS, por exemplo, permite a separar o plano de controle do plano de encaminhamento de pacotes. Esta sutil diferença trouxe ao backbone MPLS uma flexibilidade de inserir novas facilidades no plano de controle sem, no entanto, criar outro plano de encaminhamento. Esta é base para muitas aplicações que rodam sobre o MPLS: vários planos de controle, de acordo com as aplicações, um único encaminhamento baseado em labels.

PLANO DE ENCAMINHAMENTO – Contém o processo de comutação e encaminhamento do pacote, inclui a operação de look up (consulta) às tabelas de roteamento.

PLANO DE ENDEREÇAMENTO EM IP VPN MPLS – Quaisquer planos de endereçamento de redes de clientes podem ser implementados, de forma simples e independente. Se o cliente usar rotas estáticas, alterações de endereços na rede do cliente deverão ser informadas ao provedor. No caso de uso de roteamento dinâmico, essa tarefa será feita automaticamente pelo protocolo de roteamento do cliente.

PLANO DE ENDEREÇOS – É o range e estrutura/hierarquia de endereços utilizados numa rede de comunicações. Um dos grandes desafios da gerência de redes corporativas é a alocação de endereços IP.

POLARIZAÇÃO – A polarização da antena, vertical ou horizontal, afeta o feixe de sinal transmitido. A situação ideal é que as antenas receptoras e transmissoras possuam a mesma polarização para otimizar a recuperação do sinal.

POLICY BASED ROUTING – é uma técnica usada para fazer decisões de roteamento baseadas em políticas definidas pelo administrador da rede. Quando um roteador recebe um pacote, ele normalmente decide onde encaminhá-lo baseado no endereço de destino do pacote, usado para consultar a tabela de roteamento. Entretanto, em alguns casos, é necessário usar outro critério, como o endereço de origem, ou tamanho do pacote, outra característica, ou combinações de características.

PONTO DE ACESSO – (Access Point). Estabelece um domínio e compartilha a banda entre seus usuários. É o gateway com o restante da rede cabeada ou o acesso direto à Internet.

POP LABEL – A estrutura do Label contém um bit S de stack. Este bit indica se há uma pilha de labels ou se o label é único. Alguns serviços como IP VPN utilizam labels empilhados e quando o roteador retira um label surge um novo label abaixo. A operação de Pop Label significa a retirada de um label. Quando o pacote possui um único label significa que ele será entregue em uma porta de serviço. Porém, quando o pacote contém labels empilhados pode continuar sendo comutado por labels até a porta de serviço de destino.

PORTAS DE ENTRADA OU PORTAS DE SERVIÇO MPLS – São portas configuradas para cada serviço e que se localizam somente em roteadores de borda (ELSR). As portas de entrada podem ser associadas a serviços diversos. Por exemplo, citamos os seguintes: Portas de Internet: Circulam pacotes IP da rede pública, Portas de VPN. Circulam pacotes IP de redes privadas, Portas VPLS: Circulam pacotes Ethernet de redes ethernet privadas. Portas VPWS. Circulam pacotes Frame Relay ou de outro protocolo de L2 de redes privadas ponto a ponto. O roteador deverá ser capaz das seguintes ações:1 – Receber pacotes sem label nas portas de serviço; 2 – Consultar uma base de serviços e verificar label de saída adequado;3 – Inserir o label de saída adequado; 4 – Realizar o caminho inverso.

PORTAS DE NÚCLEO OU PORTAS MPLS: São portas que recebem pacotes MPLS com 01 label ou mais (label sobre label). As portas de núcleo podem estar nos roteadores de Núcleo (LSR) ou portas de entroncamento em roteadores de borda (ELSR).

PORTAS DE NÚCLEO OU PORTAS MPLS: São portas que recebem pacotes MPLS com 01 label ou mais (label sobre label). As portas de núcleo podem estar nos roteadores de Núcleo (LSR) ou portas de entroncamento em roteadores de borda (ELSR).

PREFIX LENGTH – Comprimento do prefixo. Quando se trata de roteamento, o número de bits 1 na mascara é chamado de comprimento do prefixo ou prefix length.

PREFIXOS – Quando se trata de roteamento, os endereços de rede também são chamados de prefixos

PRI – É outra sinalização advinda da tecnologia RDSI, utilizada como uma forma alternativa de sinalização à R2D. Normalmente aparece associada à estrutura de conexão E1.

PROCESSADOR DE MULTIPONTO – envia e recebe fluxos de dados (por exemplo, amostras de áudio em pacotes RTP) de e para os participantes de uma conferência. O MP pode converter mídia entre diferentes formatos (tal como áudio G.711 para G.723.1) e pode combinar mídia de diversas fontes (por exemplo, misturar áudio de diversas fontes). As funções exatas do MP dependem de onde ele estiver localizado na rede e do tipo de conferência que ele estiver processando.

PROJETO DE ENDEREÇAMENTO – O projeto de endereçamento corresponde à escolha e distribuição dos endereços IP em uma rede. O projeto de endereçamento é também chamado de Plano de Endereçamento. O projeto de endereçamento influencia diretamente o desempenho da rede dos roteadores e protocolos de roteamento, já que afeta o algoritmo de encaminhamento, hierarquização da rede e consumo dos roteadores.

PROPAGAÇÃO DE LABELS PARA IP VPN – Cada PE associa a cada FEC local um determinado Label. Este é passado com o anúncio do MP-BGP para os outros PEs. Para cada FEC local ele associa um label. Este label é enviado para o PE remoto.

PROTOCOLO DE ALTO NÍVEL – São os protocolos de níveis de transporte e aplicação, implementados nos computadores dos clientes, fora da rede.

PROTOCOLO DE REDE – São os protocolos envolvidos nas camadas 1,2 e 3 do modelo OSI e devem ser implementados nos nós das redes. Nas redes IP são implementados os 3 níveis, já nas redes Frame Relay e ATM dois níveis.

PROTOCOLO DE ROTEAMENTO – Está no Plano de Controle. A definição dos melhores caminhos ou a inteligência da rede de um backbone IP está contida nos seus protocolos de roteamento. Eles são responsáveis por descobrir os melhores caminhos para um determinado destino. Os protocolos de roteamento definem as tabelas de roteamento que são diretamente consultadas no processo de encaminhamento do pacote. A partir desta definição pode-se dizer que eles controlam o encaminhamento de pacotes.

PROTOCOLOS – Regras “protocolares”. Regras de controle da comunicação aplicadas aos sistemas de comunicações, para garantir a comunicação de forma segura, com desempenho e confiabiliade.

PROTOCOLOS CLASSFUL – Protocolos que não entendem o endereçamento Classless. Estes protocolos são ditos protocolos classfull. Os protocolos capazes de entender o endereçamento Classless são chamados protocolos classless.

PROTOCOLOS CLASSLESS – Os protocolos capazes de entender o endereçamento Classless são chamados protocolos classless. Caso não se disponha de recursos para definir um plano de endereçamento utilizando VLSM será necessário utilizar endereços Classe A, B ou C.

PROTOCOLOS DE ROTEAMENTO – Protocolos de Roteamento são regras pré-estabelecidas para a troca de informações entre todos os roteadores de uma rede. Através destes protocolos os roteadores trocam informações sobre as redes diretamente conectadas a si, de forma que todos conheçam todos os caminhos.

PROTOCOLOS DE SINALIZAÇÃO E CONTROLE DE CHAMADAS – São exemplos o H.323, SIP, Megaco, MGCP – fornecem conexão e desconexão de chamadas, endereçamento e routing, serviços suplementares e métodos de interelacionamento com outros tipos de sinalização. Pro­tocolos de sinalização são necessários para que os elementos da rede possam trocar informações de con­trole e de gerenciamento dos serviços da rede. Em linhas gerais, podem ser alocados em dois grupos: 1) Protocolos “mestre/escravo” – MGCP, Megaco e 2) Protocolos “peer to peer” – H.323, SIP. No primeiro grupo, estão os protocolos normalmente empregados quando elementos inteligentes da rede controlam elementos sem inteligência. No segundo grupo, estão os protocolos de sinalização a serem utilizados em interações entre elementos inteligentes, como sinalização entre SoftSwitch e telefones IP.

PROTOCOLOS DE TRANSPORTE DE ÁUDIO – fornecem informações de tempo para garantir a recepção consistente e feedbacks de desempenho de qualidade de serviço (QoS) relacionados ao desempenho da rede de suporte. Protocolos

PROTOCOLOS DO MPLS – são os protocolos responsáveis pela montagem dos LSPs e associação destes com as FECs de cada serviço. Eles garantem a inteligência do processo de comutação do MPLS. Os protocolos MPLS compõem o plano de controle do MPLS. As operações de label imposition, label Swap e label disposition compõem o plano de encaminhamento.

PROTOCOLOS NÃO ORIENTADOS A CONEXÃO – Diz-se numa rede de pacotes, o protocolo que permite que as mensagens (segmentadas em pacotes) sejam encaminhadas sem o estabelecimento de uma conexão fim-a-fim. Cada pacote de uma mensagem pode assumir um caminho diferente na rede, eliminando a fase de conexão. O seqüenciamento dos pacotes da mensagem não é garantido na rede e deve ser tratado pelo protocolo de transporte. São mais simples que os protocolos orientados a conexão.

PROTOCOLOS ORIENTADOS A CONEXÃO- Estabelecem um caminho na rede antes da fase de transmissão. Garantem a integridade das mensagens, preservando a seqüência correta dos pacotes no destino. São mais complexos que os protocolos não orientados a conexão.

Q

QoS – O QoS é um conjunto de técnicas aplicadas desde a estação de origem do pacote, passando pela rede local do cliente, até o backbone do provedor, visando garantir diferentes requisitos de desempenho, para as diferentes aplicações.O QoS permite o funcionamento de diferentes aplicações com requisitos de desempenho diversos sobre uma rede multiserviços. Conhecer os conceitos e técnicas de QoS é essencial para o uso combinado de aplicações em redes convergentes. Uma rede com aplicações de Voz, dados e vídeo pode utilizar filas diferentes para cada tipo de tráfego. O tráfego de voz utiliza filas com prioridade no encaminhamento do tráfego, isto é, os pacotes de voz são encaminhados antes dos pacotes de outras aplicações garantindo o menor retardo. Pacotes de vídeo utilizam filas que são esvaziadas a taxas que garantem a velocidade mínima para o bom funcionamento do vídeo.As demais aplicações são encaminhadas para outra fila com taxa de esvaziamento proporcional ao restante da banda. Esta fila é chamada de Best Effort. O QoS é aplicado tanto nos equipamentos de cliente quanto no backbone. Exige “parceria” entre cliente e provedor – Não é eficiente garantir o desempenho no backbone sem garantir desempenho no acesso, ou na rede do cliente. Por isso o QoS é fim-a-fim.Alguns fatores inerentes às redes NGN criam uma demanda por serviços com QoS. O QoS é necessário para: 1) Permitir a convergência de serviços em uma única plataforma, como garantia de banda e delay, compatibilizando custo e desempenho, 2) Atender aplicações com diferentes requisitos de desempenho. Existem aplicações sensíveis a retardo e à perda de pacotes e outras com exigência de banda garantida e 3) Controlar e garantir o funcionamento ou melhorar o desempenho de aplicações críticas do cliente. São os seguintes efeitos quando não uso de QoS: 1) Aplicações interativas podem congelar ou sofrer “timeout”, 2) Aplicações sensíveis a retardo como a voz ficam ininteligíveis e 3) Aplicações cliente/servidor, aplicações de base de dados integradas (ERP como o SAP) tem desempenho (tempo de resposta) prejudicado frente às aplicações de acesso Internet. Neste caso, aplicações menos prioritárias acabam consumindo a maior parte da banda. O QoS atua nos pontos da rede onde há falta de banda (e potencial de congestionamento) para garantir o desempenho desejado.Agregação de tráfego. Potencial de congestionamento na Matriz.

QOS EM IP VPN MPLS – Para prover garantia de qualidade das aplicações é necessário fazer o inventário das aplicações que irão trafegar na rede. Um dos principais diferenciais da IP VPN MPLS é permitir QoS no nível de aplicações. É recomendável identificar as aplicações de missão crítica e focar o projeto nestas aplicações. Após identificar as aplicações, é necessário classificar essas aplicações atribuindo classes de serviços, disponíveis pelo provedor de serviços.

QoS IP – O QoS em redes IP opera na camada 3. Considera o caminho percorrido por um pacote desde a máquina de origem até a máquina de destino. Para isso é necessário que os pacotes de diferentes aplicações sejam diferenciados em todos os pontos da rede.

QUALIDADE DE SERVIÇO – ou QoS. A idéia de qualidade de serviço é inerente às redes de pacotes. O QoS gerencia recursos compartilhados, dividindo-os entre aplicações para garantir desempenho esperado.  As primeiras iniciativas na área de QoS foram feitas em redes de camada 2 como Frame Relay, ATM e Ethernet. Tais iniciativas foram boas na época porém não se adequam a soluções fim a fim, que envolvam várias redes. O QoS fim a fim considera que o pacote pode passar por diversas redes L2. Um único pacote pode passar por redes Ethernet, MPLS e Frame Relay, por exemplo. Neste sentido, a melhor alternativa foi a de utilizar o QoS na camada 3 (L3), isto é, na camada IP.

 R

R2D – É uma interface de sinalização para troncos digitais, largamente utilizada, entre a central e o PABX. Normalmente aparece associada à estrutura de conexão E1 (2.048 kbit/s).

RARP – (Reverse ARP).O RARP é o oposto do ARP. Ele é necessário quando se sabe o endereço MAC de uma estação, porém não se conhece o IP.

RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados RDSI – ou ISDN (Integrated Services Digital Network) – é uma tecnologia digital que utiliza a infra-estrutura da Rede de Telefonia Fixa. É um conjunto de protocolos de sinalização de telefonia e serviços avançados de chamadas. Foi pioneira na comutação digital e na integração de dados e voz. Conhecida desde a década de 80, somente foi consolidada no final dos anos 80 e 90. Nunca chegou a deslanchar no mercado mundial. Perdeu fôlego com a entrada do ADSL. Um dos principais usos da RDSI foi para o acesso à Internet, fornecendo um máximo de 128 Kbps. Outro uso bastante difundido foi em videoconferência, com transmissão simultânea de voz, vídeo e texto. No Brasil é utilizada como opção de acesso digital, agregada em placa E1.A RDSI possui dois tipos de interfaces: RDSI Básica e RDSI Primária.

RDSI BÁSICA – BRI (Basic Rate Interface) – É conhecida como interface 2B+D. Canais B são túneis lógicos com 64Kbps de banda disponível, seja para voz, dados ou vídeo. A sinalização é realizada através do canal D. Utiliza o mesmo cabeamento empregado na Rede de Telefonia. Possui dois canais de transmissão/recepção – Canais “B” (Bearer) com 64Kbps cada – e um canal de sinalização – Canal “D” (Delta) – com 16 Kbps. A conexão pode ser realizada com uma taxa de até 128 Kbps, através de duas linhas de até 64Kbps cada uma, que são usadas tanto para conexão com a Internet quanto para chamadas telefônicas – é possível efetuar a conexão em apenas 64Kbps, deixando a outra linha disponível para chamadas de voz, assim como é possível realizar duas chamadas telefônicas simultâneas, cada uma usando uma linha de 64 Kbps.

RDSI PRIMÁRIO – Primary Rate Interface (PRI) – RDSI Primário ou PRI (Primary Rate Interface) consiste em 30 canais B e um canal D, de 64 Kbps, para sinalização. Permite alocação dinâmica de banda entre aplicações – por exemplo, grupos de canais B podem ser alocados e desalocados, dinamicamente, para aplicações de alto consumo de banda, como Videoconferência.

REAL-TIME TRANSPORT PROTOCOL (RTP)é um protocolo direcionado para transportar fluxo de tráfego em tempo real, como voz e vídeo, numa rede IP. O cabeçalho do pacote fornece numeração de sequência, acompanhamento de tempo, identificação da fonte, identificação de “payload” (conteúdo da mensagem) entre outras coisas. O RTP é suplementado pelo RTCP – Real Time Transfer Protocol – que transporta informações de controle sobre a sessão corrente do RTP. O RTP não trata a reserva de recursos ou Qualidade de Serviço (QoS); ele admite que essa tarefa deverá ser realizada por outros componentes, como o RSVP ou DiffServ. Os pacotes de voz são compostos de uma ou mais amostras de voz geradas pelos CODECs e encapsuladas em cabeçalhos IP/UDP/RTP. O VoIP usa o UDP como o protocolo de transporte porque a funcionalidade de retransmissão do TCP não é necessária e nem eficiente. O UDP fornece o enquadramento e os serviços de multiplexação para o VoIP (via portas UDP) e o RTP oferece os serviços adicionais requeridos para o transporte de dados em tempo real. A seleção de portas UDP para o RTP depende do tipo de sinalização. Em um ambiente H.323, a sinalização H.225.0 determina quais portas UDP levarão o tráfego RTP. Em um ambiente SIP, o emissor de mensagem SIP indica as portas UDP nas quais ele vai receber pacotes RTP.

REASSOCIAÇÃO (Handover) – Serviço de mudança de estação base. Quando uma estação se desloca ela muda de célula sem perder a conexão a partir dos serviços de reassociação oferecidos pelo AP. Os dados só deixam de ir pelo AP anterior quando o novo AP aceitou a associação e já sincronizou a aplicação.

REDE DE ACESSO – a rede de acesso da rede de telefonia é composta de troncos e cabos de pares para interligar usuários corporativos e residenciais. os cabos de pares compreendem o conjunto de cabeamento físico, juntores e outras conexões que interligam a linha telefônica à operadora de telefonia. Usuários empresariais utilizam as seguintes alternativas de acesso: 1) linhas tronco analógicas – empresas ou unidades de negócio de pequeno porte e 2) linhas troncos digitais E1 – 2mbps – empresas ou unidades de médio e grande porte. os seguintes meios de transmissão são utilizados: rádio/wireless (conexão sem fio), fibra óptica e cabos de pares.

REDE DE COMUNICAÇÃO – As redes de comunicações permitem ganho de escala para a comunicação entre vários pontos. Embora esse seja o objetivo primário, existem muitos outros fatores importantes quando olhamos na perspectiva de provimento de serviços. Uma rede de comunicação deve ser vista como blocos gerenciáveis. Isto permite que ela funcione dentro de especificações, desempenho e serviços de rede. Deve assegurar o transporte de informações de forma confiável e segura. Deve ser adaptativa, para satisfazer às diferentes demandas e evoluções e deve responder às expansões com relação custo-benefício ótima. Construir uma infra-estrutura de rede requer um planejamento considerável, expertise em projetos, modelagem e análise de informações, já que existem muitas tecnologias a serem consideradas. O MPLS – Multi Protocol Label Switching – facilita a implantação de redes para provedores e para corporações.

REDE HIERÁRQUICA WIRELESS – Redes corporativas utilizam estruturas hierarquizadas em core (núcleo), distribuição e acesso. Os servidores permanecem no core da rede enquanto que os APs se localizam na camada de acesso. A estrutura hierárquica permite a escalabilidade e o acesso redundante a elementos do núcleo de rede, garantindo disponibilidade e desempenho.

REDE INTELIGENTE – O termo Rede Inteligente advém da introdução de serviços especializados em servidores de rede (computadores) que são acessados pelas centrais de comutação digital (também computadores) para executar não só as funções de sinalização, mas também criar novos serviços, como o 0800, 0300, Cartão Pré-pago, e outros. Uma Rede Inteligente (RI) em telefonia é uma rede de comunicação que é controlada por software, habilitando o desenvolvimento de novos serviços ou facilidades, sem a necessidade de grandes modificações nas centrais, tais como: serviços 0800, 0300, VPN – Virtual Private Network (redes virtuais privativas), Serviços Calling Card etc. A RI é conseqüência da sinalização SS7, pois é através dela que o controle dos dispositivos inteligentes é processado. Para prover a variedade de servicos num ambiente RI, as chamadas que chegam à central telefônica da rede pública são “suspensas” (retidas), enquanto o nó consulta um sistema centralizado, via sinalização SS7,  para saber o que fazer com a chamada (como e para onde encaminhar).

REDE PRIVATIVA – Uma rede é privativa quando é exclusivamente projetada, operada e gerenciada para uma dada corporação (uma ou mais empresas ou condomínios residenciais). A principal vantagem é a possibilidade de diminuição de custos de telecomunicações, no atendimento de aplicações corporativas de alto tráfego, e o atendimento de requisitos especiais, tais como funcionalidades e desempenho, não cobertos pelas redes públicas. Em contrapartida, apresenta desvantagens, como maiores investimentos, custos de depreciação, de atualização tecnológica e complexidade para operação da rede.

REDES COMUTADAS – Uma rede comutada consiste de comutadores de redes, ou nós, interconectados por meios de transmissão. Os comutadores têm a função primária de suportar a conexão de usuários, garantirem a transferência de informação e outras funções para gerência e cobrança de uso. As redes comutadas permitem ganhos de escala, compartilhamento de recursos, maiores economias para operadores de rede e usuários.Exemplos de redes comutadas: Rede de Telefonia, Rede Celular, Internet.

REDES CONVERGENTES – O conceito de redes convergentes refere-se à concentração de serviços diversos, como dados, voz, multimídia, sobre uma única plataforma de redes. No ambiente corporativo as redes convergentes são utilizadas principalmente para simplificar a estrutura operacional e reduzir custos com serviços de telecomunicações.

REDES CORPORATIVAS – São redes endereçadas para suportar as aplicações empresariais. Podem ser de vários tipos e/ou tecnologias.

REDES DATAGRAMAS – Redes de Comutação de Pacotes que usam protocolos não orientados a conexão.

REDES DE PACOTES – Redes de Comutação de Pacotes utilizam unidades de informação chamdas pacotes. Os recursos da rede são disponibilizados de forma compartilhada. Podem usar protocolos orientados a conexão ou não orientadas a conexão.

REDES DEDICADAS – Redes dedicadas, para pequenas a médias quantidades de usuários, através de conexões diretas entre eles. Empresas, Grupos Empresariais, e Condomínios costumam utilizar redes dedicadas, tanto fixas, quanto móveis. Quando a quantidade de terminais aumenta e o interesse de comunicação entre os terminais é diversificado, as redes dedicadas apresentam limitações técnicas e econômicas.

Redes E1 – evoluiram diretamente das facilidades digitais usadas para agregar chamadas de voz na RTPC – canais de voz separados em time slots (frações de tempo) no sistema de multiplexação por divisão do tempo (TDM). Redes E1 oferecem grande desempenho com relação a retardo e variação de retardo. No entanto, a carência de dispositivos pró-ativos e redundantes reduzem a confiabilidade total da tecnologia. Se uma facilidade digital falhar durante uma conversação, a chamada não será re-roteada para outra facilidade. A alocação de canais de voz e dados não utiliza eficientemente a banda. Por exemplo: se existir congestionamento de dados a banda ociosa de voz (como nos períodos de pausa na conversação) não é aproveitada. Este é um fator significante, mas não é o único, para o uso de tecnologias de integração mais avançadas. Redes E1 fornecem excelente confiabilidade, mas a tecnologia TDM é inerentemente ineficiente.

REDES FIXAS – Redes Fixas conectam terminais de usuários por meio de conexões via cabos metálicos, fibras ou via conexões wireless. As redes fixas suportam mobilidade de forma restrita:

REDES FRAME RELAY – O Frame Relay é uma tecnologia por comutação de pacotes que opera na camada dois do modelo OSI. Foi largamente difundido nos anos 90. Hoje, ainda existe uma grande quantidade de redes corporativas utilizando essa tecnologia. O Frame Relay é um protocolo orientado a conexão e estabelece uma conexão a priori, antes de transferir dados. Obteve grande sucesso, por atender a demanda de prover conectividade a preços mais atrativos que as linhas dedicadas (E1).Está em declínio frente as redes MPLS.

REDES IP – O IP (Internet Protocol) é o protocolo de rede mais utilizado no mundo. Toda a Internet é construída utilizando IP e devido a isto as novas aplicações corporativas também são construídas para funcionar meste ambiente. Todas as plataformas de redes corporativas como o Frame Relay e o E1 permitem a construção de redes IP, entretanto, exigem investimentos em equipamentos adicionais chamados Gateways (roteadores) que traduzem IP em Frame Relay ou E1. As redes MPLS são IP nativas. Permitem a interligação do usuário corporativo sem a necessidade de equipamentos adicionais ou com a utilização de equipamentos muito simples

REDES POR COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS – Foi a primeira tecnologia de comutação empregada. Nas redes por comutação de circuitos, os meios de transmissão e recursos de comunicação, são alocados de forma dedicada a

REDES POR COMUTAÇÃO DE PACOTES – Nas redes de pacotes as informações são divididas em pacotes, pelo terminal do usuário, antes de serem transmitidas. Os pacotes são transmitidos na rede, sob o controle de protocolos, e os recursos da rede são compartilhados no tempo, diferentemente das redes por comutação de circuitos. Na comutação de pacotes, nenhum caminho físico é estabelecido previamente, entre o transmissor e o receptor (como na comutação por circuito). Isso garante que nenhum usuário monopolize o meio de transmissão, limitando seu uso para transmissão, numa pequenina fração de tempo.

REDES PRIVATIVAS DE TELEFONIA – As Redes Privativas interligam PABX em rede para aperfeiçoar as comunicações entre diversas localidades de uma empresa. De uma forma geral são criadas utilizando troncos digitais (para velocidades acima de 2Mbps) e troncos analógicos para interconexões de pontos de baixo tráfego. A principal vantagem é a possibilidade de diminuição dos custos de telecomunicações, no atendimento de aplicações corporativas de alto tráfego e no atendimento de requisitos especiais. Algumas das vantagens das redes privativas são: 1) Plano de Numeração Especial – permite a formação de rede sob medida, com discagens rápidas e esquemas de controle e gerência de uso, 2) Facilidades de Chamadas “on-net” – permitem o encaminhamento de chamadas dentro da rede privativa sem acesso à rede pública, representando economia, pois não são tarifadas pela rede pública de telefonia e 3) Facilidades de Chamadas “off-net” – permitem o encaminhamento de chamadas através da rede privativa até a localidade mais próxima do destino da chamada, transformando chamadas interurbanas em urbanas para a rede de telefonia pública. Algumas desvantagens das Redes Privativas são: 1) Altos investimentos para a aquisição de PABXs, 2) Altos custos de planejamento, operação, depreciação e de atualização tecnológica para a manutenção da rede nos padrões apresentados pela Rede Pública de Telefonia, 3) Complexidade para operação da rede – expansões de ramais e de novas localidades (unidades) exigem estudos de tráfego, estudos de encaminhamento de chamadas, reprogramação e expansão de PABXS e 4) Necessidades de pessoal especializado para planejar, operar e manter a rede.

REDES PRIVATIVAS VIRTUAIS – As VPNs – Redes Virtuais Privativas – são direcionadas para o mercado empresarial, onde matriz, filiais, unidades fabris, CPDs, unidades administrativas, podem estar interconectadas, formando uma rede.

REFLETORES –normalmente acoplados a antenas semidirecionais, que são instaladas no foco da parábola. O sinal é concentrado pelo refletor, formando feixes extremamente estreitos. O problema de utilizar refletores ou antenas em discos em ambientes externos é que elas são muito mais suscetíveis a ventos. As antenas deste tipo criam resistência à passagem do vento, colocando-as sob ação de forças que podem mudar a posição das antenas e prejudicar a qualidade do sinal. Para resolver esta questão são utilizados refletores parabólicos em forma de grades vazadas para reduzir a resistência à passagem do vento.

REGISTRADORES SIP – aceitam registros de clientes que indicam os endereços nos quais podem ser encontrados. A funcionalidade do Registrador é normalmente combinada com um servidor proxy ou de redirecionamento mas é um processo lógico independente e está fora do escopo do SIP. Por exemplo, um Registrador SIP pode ser uma extensão de software de uma base LDAP que contém um diretório de usuários.

REPETIDORES – Um repetidor é um dispositivo que simplesmente recebe o sinal de um AP, recupera e o amplifica. O repetidor não se conecta a nenhuma rede cabeada e também não executa as funções de polling do Access Point nem tampouco as funções de bridging e segurança. O repetidor é utilizado como alternativa ao uso de mais Access Points. Ele é instalado dentro da área de cobertura do Access Point, e ao redor dele é criada uma nova célula de cobertura onde podem se localizar outros usuários wireless. O repetidor é a alternativa para solucionar problemas de atenuação do sinal e enfrentar os desafios de cobertura de uma área WLAN. O repetidor é colocado entre as áreas cobertas e não cobertas, permitindo uma cobertura total do espaço. O repetidor não trata dos problemas de colisão que são tratados pelo AP e, portanto, o uso de repetidores amplia a cobertura, porém não amplia a capacidade do AP lidar com as estações. O uso de muitos repetidores pode degradar o desempenho do sistema, assim como o uso de hubs em redes cabeadas.

RIP – Protocolo de roteamento dinâmico. Possui a vantagem de quando ocorrer mudança de plano de endereçamento do cliente toda a rede fica imediatamente conhecendo. Mais antigo e superado pelo OSPF.

ROAMING – ou itinerância é um termo empregado em telefonia móvel mas também aplicável a outras tecnologias de rede sem fio. Designa a capacidade de um usuário de uma rede para obter conectividade em áreas fora da localidade geográfica onde está registrado, ou seja, através de outra rede onde é visitante. A rede que está sendo visitada pode ou não pertencer a mesma operadora.

ROOT AP – A topologia utilizada em sistemas Wi-Mesh é normalmente uma topologia em árvore, que parte de um ponto central onde se localiza a estrutura de acesso a Internet e os servidores. O Access Point localizado no fim da árvore chamado raiz ou Root Access Point. O Root Access Point conecta-se ao wireless switch através de interface ethernet cabeada.

ROTA ESTÁTICA – A opção mais simples e mais barata em VPNs. O roteador só precisa de uma rota estática default. Todo o roteamento é, neste caso, realizado pelo backbone. Esta é a solução mais barata embora exija do usuário não modificar o plano de endereçamento IP da rede ou avisar para a operadora quando da mudança.

ROTEADORES – É o equipamento usado para fazer a comutação de protocolos e o encaminhamento entre diferentes redes de computadores. São dipositivos que operam na camada 3 do modelo OSI. A principal característica desses equipamentos é selecionar a rota mais apropriada para encaminhar os pacotes recebidos. Ou seja, escolher o melhor caminho disponível na rede para um determinado destino. Possui a interface WAN adequada à solução contratada de uma operadora. É um dispositivo CPE, que estabelece conexão com o prestador de serviços.

ROTEADORES IP – roteadores IP encaminham os pacotes utilizando a tabela de roteamento. A tabela de roteamento relaciona endereços IP de destino com portas de saída do roteador. Todas as portas do roteador são portas IP, isto é, espera-se um pacote IP por esta porta, independente do tipo de interface.

ROTEADORES MPLS – são diferentes dos roteadores IP. Os ELSR (Edge Label Switch Routers) possuem portas MPLS de núcleo e portas de serviço ou de entrada. Nas portas MPLS os pacotes que circulam possuem label. Nas portas de entrada não. O outro tipo de roteador MPLS, o LSR, só tem portas de um único tipo – Aque tratam labels.

ROTEADORES P – Denominação dos rotesdores LSR nas VPNs MPLS. Roteadores utilizados no interior das redes MPLS das operadoras.

ROTEADORES PE – Denominação dos rotesdores ELSR em Redes VPNs MPLS. São os roteadores de borda das redes MPLSs das operadoras.

ROTEADORES WIRELESS – Um roteador WLAN é um equipamento com mais de uma porta cabeada e uma interface wireless. O roteador opera em L3 e comuta pacotes pelo endereço IP de destino. Na interface wireless ele continua utilizando 802.11 e identificando o endereço MAC das estações, entretanto, para encaminhar para as portas cabeadas ele verifica o IP de destino e escolhe a melhor saída. Um modelo muito comum no Mercado é o roteador wireless com 4 portas Ethernet, que pode ser configurado como bridge (AP mode) ou como router. Outros fabricantes, como a Cisco, permitem a inserção de placas wireless em seus roteadores expansíveis. As placas wireless fazem a função de um AP, sendo que a porta de uplink é interna ao roeador. Roteadores wireless trazem a flexibilidade na configuração de redes WLAN, através de recursos adicionais, como os NATs (Network Address Translation), que permitem que diversos usuários WLAN acessem a Internet com mesmo endereço IP e também implementem funções de DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), que fornece dinamicamente os endereços IP internos aos usuários wireless.

ROTEAMENTO IP – O roteamento IP é a ação pelo qual um roteador recebe um pacote em uma porta de entrada, que pode ser de diversos tipos de meios físicos e níveis de enlace, e encaminha para uma porta de saída, também de diversos meios físicos.

ROUTER DISTINGUISHER – Cada VPN utiliza um número único chamado router distinguisher (RD) que a identifica na rede. O RD possui a forma como ASN:XX. O primeiro indica o número do AS (Autonomous System), e o segundo um número único por VPN dentro do AS.

RTPC – Rede de Telefonia Pública Comutada – Embora a Rede Pública de Telefonia tenha alta maturidade e atenda bem as demandas de voz, ela não atende necessidades multimídia.  Direcionadores      de mercado apontam para um novo tipo de rede, onde voz é somente uma aplicação.

RTTP – Real Time Transfer Protocol – Pacotes RTTP são usados para transportar informações de status no canal RTP, como quantidade de dados transmitidos e a qualidade de recepção dos dados. De posse dessas informações, o RTP pode solicitar ajustes de taxas de transmissão para a fonte. O RTTP fornece suporte para conferência em tempo real para grandes grupos. Permite que fluxos das várias fontes sejam mixados em gateways para fornecer um único fluxo resultante. É usado para fornecer referência de tempo real no processo de comunicação e também encaminhar informações descritivas da fonte numa conferência.

RUÍDO DE FUNDO – um ruído resultante de várias fontes inerentes do ambiente e de componentes do sistema – define o patamar da relação sinal ruído. É mais relevante o estudo do ruído no ambiente do “falante” (na origem do processo de tratamento da voz a ser transmitida), porque ele afeta de modo considerável a operação dos CODECs (dispositivos de compressão de voz) e dos sistemas de deteção de atividade de voz (VAD) – algoritmo que permite identificar o que é voz do que não é e, com isso, dar maior inteligência ao tratamento e transmissão de sinais de voz e multimídia.

 S

SDH – Sinchronous Digital Hierarchy é o sistema utilizado atualmente, e substituiu o PDH – Plesyochronous Digital Hierarchy. Os acessos E1, remanescentes do PDH, são frequentemente utilizados para interconectar PABXs,  já que agrupam até 30 canais de voz, num agregado de 2Mbps. O sistema de telefonia é estável, com alta confiabilidade, com vários serviços e aplicações. O desafio das redes de nova geração é prover qualidade superior, manter todos os serviços (e suas funcionalidades) atualmente disponíveis e acrescentar grupos de novos serviços para as novas aplicações.

Segunda Geração de Rádios NLOS (non-line-of-sight (IEEE 802.16d) – A segunda geração de rádio permite o WiMAX nomádico e portátil conforme a evolução da plataforma de rede permita ou não a mudança do módulo de assinante entre duas células sem a necessidade de reconfiguração.

SEGURANÇA – É a capacidade de diminuir os riscos e ameaças aos ativos de rede e informações.

SEGURANÇA MPLS – A comutação por “labels” do MPLS isola os serviços do backbone IP, tornando-os “invisíveis” pelo nível 3, resultando em redes altamente seguras (como as redes Frame Relay).

SERVIÇO DE ACESSO WIRELESS DUAL ROAMING WIFI E WIMAX – Uma operadora pode oferecer o serviço de acesso Internet móvel através de WiMAX e WiFi em uma localidade. Os equipamentos de cliente podem ser um notebook, PDA ou outro dispositivo equipado com placa dual band, capaz de operar com Wi-Fi a 2,4GHz e WiMAX a 3,5GHz. O equipamento do cliente percebe as duas redes e envia solicitação de conexão prioritariamente pela rede Wi-Fi. O AP Wi-Fi é controlado e gerenciado de maneira integrada na rede WiMAX. Após receber a solicitação de associação da estação o AP consulta os servidores AAA integrados e libera a conexão. O servidor de DHCP fornece IP para a estação que passa a navegar na Internet.

SERVIÇOS WIMAX FIXOS – Os serviços suportados pelo WiMAX fixo utilizam CPEs que se conectam as estações base (BS). O serviço fixo pode utilizar rádios que operam em LOS ou NLOS. Entretanto, os rádios que operam em LOS oferecem um throughput maior do que os que operam em NLOS. O Serviço fixo destina-se a oferecer acesso de alta velocidade (até 70Mbps) para empresas. Este acesso pode ser utilizado pelos mais diversos serviços da operadora (MPLS, telefonia, Internet).Devido a estas características, sempre que possível o serviço de WiMAX Fixo utilizará rádios operando em linha de visada direta (LOS).O serviço de WiMAX fixo oferece uma rede de acesso de alta velocidade compatível com serviços multimídia. O WiMAX fixo é similar ao MetroEthernet no cenário de serviços porém com mais flexibilidade, alcance e menor custo.

SERVIÇOS WIMAX MÓVEIS – O WiMAX móvel prevê o acesso banda larga de terminais móveis. Como as velocidades do WiMAX são superiores às oferecidas pelas redes 3G, já se pensa que a verdadeira plataforma 4G venha a ser o WiMAX. Os serviços de WiMAX não eliminarão a necessidade nem o uso das redes Wi-Fi. Um usuário poderá, por exemplo, acessar a rede Wi-Fi em sua residência e quando estiver fora ou em trânsito acessar a rede com seu notebook ou PDA, via WiMAX. As operadoras podem criar hot spots de Wi-Fi com menores custos nas áreas de maior acesso deixando o acesso Wi-MAX para as áreas sem cobertura Wi-Fi. O principal serviço de WiMAX móvel é o acesso Internet móvel em alta velocidade.

SERVIDOR DE APLICAÇÕES – Os servidores de aplicações possibilitam o aprovisionamento de serviços de valor adicionado, que podem contribuir de forma decisiva para a geração de um volume maior de receitas. A plataforma aberta permite que terceiros (software houses, por exemplo) também usem as APIs para criar, rapidamente, aplicativos customizados e garantir às operadoras oportunidades de diferenciação competitiva. Está conectado ao SoftSwitch por meio de APIs e protocolos abertos de sinalização.

SERVIDORES – Sistemas como bases de dados, servidores de e-mail, servidores web, e outros.

SERVIDORES DNS – O espaço de nomes do DNS é dividido em zonas não-superpostas. Cada zona possui um servidor de nomes principal e um ou mais servidores secundários.O servidor principal contém a base de dados com os nomes de uma ramificação da árvore correspondente a uma zona. Os servidores secundários se atualizam a partir do principal e assumem em caso de falha do principal.

SERVIDORES PROXY – um componente do SIP – são aplicações que recebem solicitações SIP dos clientes e iniciam novas solicitações em nome dos clientes em direção aos agentes de usuário de destino. Pode-se pensar em servidores proxy como se fossem roteadores SIP que encaminham mensagens de sinalização de chamada ao seu destino. Este processo é similar ao do H.323 com Gatekeeper. É também similar aos gateways de correio eletrônico SMTP exceto que a mensagem deve ser encaminhada em tempo real.

SHIM LABEL – Ver Label MPLS

SINALIZAÇÃO – Os protocolos utilizados na rede de telefonia são conhecidos como sinalização. Sinalização é o processo para controlar, rotear e manter uma chamada telefônica. A sinalização é a inteligência do sistema de telefonia.Por exemplo: para que uma chamada seja estabelecida, o telefone envia um sinal para a central telefônica dizendo “eu quero fazer uma chamada”. A estação envia um sinal de retorno na forma de “tom de discar”, sinalizando que a rede está pronta para receber a chamada. Outro exemplo: para transmitir o número do assinante de destino deve ser estabelecido um mecanismo de codificação e envio, e assim por diante.

SIP (Session Initiation Protocol) – O protocolo SIP, que é especificado na RFC 3261, é hoje um padrão do IETF. Outras RFCs o complementam: 3262 a 3265, cada uma delas cuidando de aspectos específicos de uma implementação SIP. O SIP é um protocolo de controle de camada de aplicação que pode estabelecer, modificar e encerrar sessões (conferências) multimídia, tais como chamadas de telefonia sobre a Internet. O SIP pode convidar participantes para uma sessão existente, tais como conferências multicast. Uma mídia pode ser acrescentada ou removida de uma sessão existente. O SIP suporta 5 funções de estabelecimento e encerramento de comunicações multimídia: 1) Localização de um usuário: determinação do sistema terminal a ser usado para a comunicação;2) Disponibilidade do usuário: determinação da disposição da parte chamada de receber uma conexão;3) Capacidades do usuário: determinação da mídia e dos parâmetros a serem usados; 4) Configuração/Estabelecimento da sessão: o toque, estabelecimento de parâmetros de sessão em ambos os lados de uma conexão; 5) Gerência de sessão: incluindo transferência e terminação de sessões, modificação de parâmetros de sessão e solicitando serviços. O SIP não é um sistema de comunicação verticalmente integrado. Na verdade o SIP é um componente que pode ser usado com outros protocolos para construir uma arquitetura multimídia completa. Tipicamente, estas arquiteturas incluirão protocolos como o RTP (RFC 1889), o RTSP (Real-Time Streaming Protocol – RFC 2326) para controlar a entrega de mídia contínua, o MEGACO (Media Gateway Control Protocol – RFC 3015) para controlar gateways para a RTPC e o SDP (Session Description Protocol – RFC 2327) para descrever as sessões multimídia. A natureza dos serviços fornecidos faz a segurança particularmente importante. Com esta finalidade, o SIP fornece uma suíte de serviços de segurança, que incluem prevenção a ataques de DoS (Denial of Service), autenticação, proteção de integridade, e serviços de criptografia e de privacidade.

SISTEMA AUTÔNOMO – Ou Domínio. Uma rede sob uma mesma administração, ou de um mesmo provedor de backbone Internet.

SISTEMA DE TRANSMISSÃO EM TELEFONIA – O Sistema de Transmissão é a infra-etrutura para conectar as várias centrais telefônicas. Em outras palavras, é responsável por grupar e transmitir dezenas, centenas, ou até milhares de canais telefônicos sob mesmo meio físico, através de multiplexadores – Multiplexação é a técnica de agrupar vários canais de voz (ou outros tipos de sinais) em um único circuito (ou meio físico).

SISTEMAS ANALÓGICOS – O termo “analógico” significa que tem analogia ou semelhança. Nos sistemas de comunicações analógicos, os sinais mantêm analogia com os sinais originais. Um exemplo de uso de sistemas analógicos é a Rede de Telefonia.

SISTEMAS AUTÔNOMOS – O conceito de sistemas autônomos (AS) é chave para a Internet – uma rede de pacotes que tem a sua própria tecnologia de roteamento, normalmente um único protocolo de roteamento, e, administrada por um único provedor. As redes autônomas são fisicamente interconectas via roteadores e as informações de roteamento são trocadas entre as redes, via um protocolo de roteamento externo (external routing protocol).

SISTEMAS DIGITAIS – Nos sistemas digitais, os sinais sempre são codificados na transmissão numa seqüência de bits e interpretados, na recepção, para recuperarem as informações originais.

SISTEMAS MICROONDAS EM VISIBILIDADE- Uma modalidade de rádio enlace é o sistema em Visibilidade. Quando as freqüências das ondas de rádio ultrapassam os 300Mhz, se propagam quase em linha reta, necessitando que as antenas transmissoras e receptoras fiquem uma de frente para outra (visada direta). Relevos acentuados e distâncias elevadas podem inviabilizar o sistema.

SISTEMAS SATÉLITE – Para freqüências muito altas (acima de 3Ghz), as ondas de rádio ultrapassam a atmosfera, não refletindo na troposfera. Satélites artificiais, estrategicamente posicionados, retransmitem o sinal de volta para a Terra. O satélite, do ponto de vista de transmissão, é uma simples estação repetidora dos sinais recebidos da Terra, que são detectados, deslocados em freqüência, amplificados e retransmitidos de volta.

SMS – Short Message Service. Serviço de mensagens curtas (de até 140 caracteres) via rede celular. Trata-se de um canal de comunicação objetivo e extremamente ágil para encaminhar informações curtas para uma pessoa (ou um grupo de pessoas).

SMTP – Simple Mail Transfer Protocol – padrão de envio de E-mail na Internet, baseia-se no TCP, porta 25.

SNMP – Simple Network Management Protocol – Protocolo de gerência de rede. Utiliza o UDP, porta 161.

SOCKETS – Na camada de Transporte, cada usuário estará utilizando uma porta de acesso distinta dos demais usuários. O conjunto Endereço IP + Porta, identifica, de maneira única, um determinado usuário. Este conjunto é chamado de socket.

SOFTSWITCH – Também conhecido como Media Gateway Controller (Controlador de Media Gateway), o Softswitch é o responsável pelo controle de chamada, congregando grande parte da inteli­gência da telefonia IP. Executa as funções de controle de chamadas (inicialização e término de ligações), roteamento, supervisão dos Media Gateways, por meio de instruções adequadas para rea­lizar o tratamento de chamadas, autenticação, autorização e contabilização (AAA), e “tradução” de números de telefone tradicionais e endereços IP. Em alguns casos, o SoftSwitch também acumula a função de translação de sinalizações; em outros, essa função é “terceirizada” para um servidor de sinalização.

SOLUÇÕES FMS – Fixed-to-Mobile Substitution. São soluções geralmente ofertadas por operadoras móveis que não dispõem de redes de telefonia fixa e que utilizam suas redes móveis para prestar alguns dos benefícios das redes fixas. Essas opções permitem que os clientes identifiquem um local específico como “casa”, e façam chamadas em certo raio a partir desse ponto com tarifa reduzida.

SS7 – Sinalização Número 7 – Com as centrais digitais foi possível fazer com que os métodos de sinalização evoluíssem, passando de sistemas onde a sinalização era feita utilizando o próprio canal onde se processa a chamada telefônica (canal associado), por exemplo a sinalização R2D, para o sistema de sinalização por canal comum número 7 (SS7), que utiliza um canal dedicado para sinalização (Canal Comum), com tecnologia de comutação por pacotes. Esta evolução trouxe flexibilidade, eficiência e uma série de benefícios ao sistema telefônico, principalmente quanto ao oferecimento de serviços suplementares de “Rede Inteligente”. A Sinalização SS7, implantada via comutação de pacotes, é a mesma utilizada na Internet e é a sinalização utilizada para a interconexão redes – telefonia, telefonia móvel, Internet, Redes IP. O valor principal da SS7 é o de permitir interoperabilidade entre redes de diferentes operadoras, tecnologias e prover um conjunto de novos serviços e funcionalidades.

SUB-REDES (SUBNETS) – Redes IP podem ser subdivididas em redes menores chamadas sub-redes (subnets). O administrador de redes se beneficia com maior flexibilidade, uso mais eficiente dos endereços IP e melhor gerência do tráfego de broadcast.Sub-redes são extensões do endereçamento IP. Permite que um único endereçamento possa ser usado para múltiplas redes físicas – LANs. O endereçamento de Sub-rede se apodera de uma porção do endereço de Internet (IP) e usa-o para definir “redes dentro de redes”, ou criar sub-redes. Este processo é conhecido como subnetting – particionamento através do uso de uma máscara de sub-rede. O roteador multiplica bit a bit a máscara versus o endereço IP de destino. O número resultante indica o endereço IP da sub-rede. Este endereçamento é importante quando um número limitado de endereços IP é designado pelo Provedor de Comunicação e muitas são as redes que devem ser acessadas e/ou configuradas.

SUMARIZAÇÃO – Da mesma forma que um prefixo pode ser subdividido, vários prefixos também podem ser agrupados. O agrupamento de vários prefixos de comprimento maior em um de comprimento menor é chamado de Sumarização. A sumarização de prefixos é muito importante nos projetos de redes. A maioria dos protocolos de roteamento tem melhor desempenho com os endereços sumarizados. A sumarização reduz a utilização de memória e de CPU dos roteadores e o tráfego gerado pelos protocolos de roteamento.

SUPERNETS – As Supernets são os blocos de endereços sumarizados dos sistemas autônoms na Internet..

SUPORTE PARA MOBILIDADE SIP – Considere o usuário Ana Silva, com email e endereço SIP igual a asilva@empresa.com.br. Ela pode ser contatada em dispositivos específicos com os seguintes endereços SIP: sip:asilva@empresa.com.br, sip:+558121211212@voip-gw.empresa.com.br;user=phone. À medida que Ana se afasta de seu PC do trabalho e vai para casa ou está com seu fone móvel habilitado, ela pode atualizar o seu registrador SIP para asilva@empresa.com.br com o seu endereço SIP preferido para receber chamadas. O registrador SIP pode comunicar com o servidor proxy para que toda e qualquer chamada endereçada a asilva@empresa.com.br seja encaminhada para o seu terminal preferido. Ou Ana pode deixar que asilva@empresa.com.br continue apontando para seu PC do escritório e configure seu PC para funcionar como um servidor proxy que encaminhará as chamadas para seu aparelho móvel.

SWITCH – Um concentrador de estaçõe numa rede local, com portas dedicadas para cada estação. Analisa os endereços físicos e de rede e comuta os pacotes para as respectivas portas. Os switches solucionam completamente os problemas de colisão em redes Ethernet (IEEE 802.3) devido ao seguinte: recuperação do sinal elétrico, eliminando atenuação e distorção; separação das estações em domínios de colisão (segmentação); micro-segmentação da rede podendo criar barramentos com uma única estação e banda dedicada.

SWITCH WIRELESS – Um novo componente na arquitetura de redes WLAN são os switches wireless ou WLAN controlers. Os switches wireless são switches FastEthernet com funções adicionais para redes WLAN. Os APs se ligam em swicthes e realizam o encaminhamento de frames que vem das estações wireless para a rede cabeada de switches. As funções de associação e segurança (criptografia e autenticação) também são realizadas pelo AP. Quando uma estação wireless se associa ao AP ela requisita através de pacotes DHCP um endereço IP. Quando uma estação muda de célula ela precisa se associar em novo Access Point (AP). Com isso também pode ocorrer, em alguns casos, nova solicitação de endereço IP, e novas solicitações de segurança. Estas operações dificultam o roaming e podem acarretar descontinuidade nas aplicações. O 802.11 especifica o fast roaming a partir da troca de informações entre os APs. Entretanto, na prática e difícil garantir um hand off sem descontinuidade, usando somente APs.Os switches wireless, também chamados de WLAN Controllers, são elementos que se ligam aos APs e compartilham com eles as funções de associação e de segurança. Os switches gerenciam a mudança de células e quando uma estação muda de célula o switch se encarrega do hand off. Para elementos externos, como o servidor de DHCP, é como se todos os APs fossem um só, enxergado a partir do switch wireless.O switch wireless trabalha em conjunto com os APs formando uma espécie de cluster de AP que não exige reassociação quando uma estação muda de célula. Esta operação é chamada de seamless hand off. O switch wireless também agrega funções de segurança, como listas de acesso, identificação e relato de sinais espúrios, e APs não permitidos, além das tradicionais funções WEP, WPA e WPA2.

SWITCHES L2 – Chamamos switches L2 os switches que comutam pacotes na camada 2 (dois) do modelo OSI. Operam com protocolos de enlace e de camada física. Os switches L2 podem conectar máquinas comuns distribuídas nas dependências da corporação, estes switches são chamados de switches de borda ou acesso. Os switches L2 que se encontram conectando servidores são chamados switches de core (núcleo). Podemos ter switches L2 Gigabit dedicados aos servidores no núcleo da rede.

SWITCHES L3 – Os switches L3 – switches de nível 3 – são switches capazes de comutar pacotes no nível 3 (rede) do modelo OSI – roteamento. Por isso, os switches L3 são um misto de roteador com switch. Eles são capazes de comutar tráfego dentro de uma mesma VLAN em camada 2, olhando apenas os endereços MAC e entre VLANs em camada 3, consultando o endereço IP de destino do pacote.

T

T.120 series – Protocolo de dados para conferência multimídia

TABELA DE ROTEAMENTO IP – A tabela de roteamento IP contém todos os endereços de destino e qual o próximo roteador (next-hop) no caminho até este destino. Ela, na perspectiva do roteador, é a essência da inteligência da rede. Contém informações sobre toda a rede IP, o que garante o correto encaminhamento do pacote fim-a-fim. Em redes pequenas, a tabela de roteamento pode ser preenchida de forma estática e manual pelo operador da rede. Em redes grandes e dinâmicas, como a Internet, é necessária a utilização de protocolos de roteamento para regular a troca de informações entre os roteadores da rede e criar tabelas de roteamento consistentes em todos os roteadores.

TÉCNICAS DE QoS – Existem vários métodos para priorizar os pacotes no processo de comunicação, de tal forma que o tráfego de voz seja transmitido à frente de outros tráfegos não tão sensíveis ao retardo. Um método é priorizar o pacote pelo endereço de destino – por exemplo, o endereço IP do softswitching, comparado com quaisquer sistemas. Um método mais fácil é priorizar os pacotes baseado em portas predefinidas (UDP). Outro método é priorizar de acordo com o protocolo – olhando em detalhes, no cabeçalho do protocolo IP podem ser identificados tipos de protocolo sensíveis ao retardo. Um método bastante utilizado é através da marcação do campo “Type of Service” do cabeçalho IP, indicando alta prioridade ou características (ex: alta prioridade, baixa perda, baixo retardo). Nas VPNs públicas, o tráfego de voz deve ser priorizado através da rede compartilhada. Ao invés de ter roteadores que classifiquem e priorizem pacotes a cada nó, foram desenvolvidos vários padrões para identificar e priorizar vários tipos de tráfego. Duas soluções são frequentes: 1) Uma é o protocolo RSVP, o qual cada roteador ao longo do caminho de comunicação aloca recursos baseados no uso corrente e mantêm um acompanhamento dos tipos de recursos que já foram alocados, transformando o roteador num “stateful device” (pesquisa outros cabeçalhos além do nível de rede) – um pouco diferente da forma que roteadores foram originalmente desenvolvidos para operar e 2) Uma outra alternativa ao RSVP, para redes de grandes dimensões, é o Diffserv, onde diferentes pacotes são “rotulados” conforme um comportamento desejado e são gerenciados pelos roteadores ao longo do caminho. Este tipo de decisão nó-a-nó (hop-by-hop) é muito próximo à forma com que os roteadores foram projetados para operar. Já o MPLS (Multiprotocol Label Switching) introduz um mecanismo adicional para melhorar a qualidade, criando circuitos virtuais dentro da rede –  roteadores realizam uma consulta no cabeçalho de cada pacote que entra no roteador. Com o MPLS, um label é aplicado no “roteador de borda” e, a partir daí, os próximos roteadores apenas enviam o fluxo ao longo do caminho pré-determinado, sem consultar o cabeçalho IP. Os labels, obviamente, transportam os labels propostos pelo Diffserv.

TELEFONE IP – É o telefone inteligente, que pode ser conectado diretamentes às redes IP. Suporta protocolos de sinalização, como H.323 e SIP, e outros protocolos, incluindo protocolos proprietários. Pode ser baseado em software, dito “softphone”, ou suportado por hardware próprio, muito parecido com um telefone convencional, telefone sem fio ou um ATA (adaptador de telefone analógico), que permite o re-uso de telefones convencionais.

TELEFONIA – O sistema de telefonia é estável e de alta qualidade para a comunicação de voz, mas é limitado para atender a aplicações convergentes. Ele apresenta uma estrutura hierárquica de centrais telefônicas, interconectadas através de troncos. Esse modelo permite a comunicação de abrangência global. Redes de Acesso de vários tipos conectam clientes residenciais e empresarias às centrais telefônicas. A Sinalização é o protocolo do sistema telefônico e suporta as regras de comunicação que envolvem o telefone do cliente e as centrais. Os Sistemas de Transmissão suportam os sistemas de telefonia para grandes transportes de informação. O SDH – Sinchronous Digital Hierarchy é o sistema utilizado atualmente.

TELEFONIA IP – A Telefonia IP tem como objetivo final substituir a telefonia convencional. Utilizar a rede IP não apenas como transporte de voz, mas implementar todas as sinalizações e funcionalidades e atender aos requisitos de qualidade de voz. A Telefonia IP permite que “telefones inteligentes” e PABXs sejam diretamente conectados à Rede IP, através de conexão direta à Rede Local. Assim como qualquer outro dispositivo IP: um PC, notebook, servidor ou impressora de rede. A Telefonia IP rompe a fronteira de serviços, unifica as comunicações e disponibiliza facilidades que permitem usuários se comunicarem através de múltiplos serviços, checando mensagens de e-mail, correio de voz, fax e outros tipos de serviços, através de uma única interface integrada. Os conceitos gerais da comunicação de voz no ambiente IP, não são muito diferentes daqueles utilizados na telefonia convencional. O modelo de Telefonia IP prevê a conexão com a RTPC e com PABX e terminais legados para permitir a interoperabilidade entre as gerações de tecnologias. Diferentemente das redes RTPC que eram constituídas por 5 diferentes categorias de centrais, definindo uma hierarquia de alta complexidade, a tecnologia de voz sobre IP traz consigo uma grande simplificação – podemos definí-la como uma rede de 3 camadas: 1ª Camada – Controle de conexão (digitalização, codificação e decodificação, e empacota-mento de sinais de voz) – Mídia Gateways, 2ª Camada – Controle de chamadas (estabelecimento e manutenção de chamadas) – Softswitchs e 3ª Camada – Aplicações e serviços (chamada em espera, audioconferência, caller ID etc.) – Servidor de Aplicações. Essa arquitetura é mais flexível e menos hierarquizada quando comparada à telefonia tradicional, e seu formato possibilita a distribuição de funcionalidades, aliada à adoção de padrões abertos em APIs (Application Programming Interfaces) para desenvolvimento de novas funcionalidades.

TELNET – Acesso Remoto para gerenciamento de dispositivos em redes IP. Orientado à conexão, TCP, porta 23.

TFTP – Trivial File Transfer Protocol – Transferência de arquivos com base no UDP, requer menos sobrecarga, e praticamente não provê nenhum controle.

TIPOS DE SINALIZAÇÃO – Os três tipos de sinalização são: 1) Sinalização Acústica (alerta) – sinais de chamada e ocupado, 2) Sinalização de Linha (supervisão) – para monitorar a condição de ocupado ou livre, requisição de serviço (ex: “eu quero fazer uma chamada”) e 3) Sinalização de Registro (endereçamento) – para indicar à rede o destino da chamada.

TOPOLOGIA – Em redes de comunicações, a topologia é o estudo do posicionamento dos componentes na rede:

TOPOLOGIA FÍSICA – Diz respito à localização e interconexão física dos componetes de uma rede. Numa LAN, diz respeito à topologia do cabeamento de rede. Pode ser estrela, barramento (Bus) ou anel (Ring).

TOPOLOGIA FULL MESH – A topologia ótima para qualquer matriz de tráfego. Todas as estações têm conexão virtual com todas as estações. Todos os pontos falam com todos os outros pontos diretamente. Na maioria dos casos de VPN, a topologia será full-meshed. Uma implicação direta da topologia full-meshed é que o roteador da matriz não precisa mais comutar o tráfego entre filiais e nem precisa centralizar as informações de roteamento (protocolos). Por não realizar estas funções ele pode ser mais simples.

TOPOLOGIA FULL-MESHED – Um tipo de topologia lógica onde todos os pontos falam com todos os pontos diretamente. Na maioria dos casos de VPN, a topologia será full-meshed. Uma implicação direta da topologia full-meshed é que o roteador da matriz não precisa mais comutar o tráfego entre filiais e nem precisa centralizar as informações de roteamento (protocolos). Por não realizar estas funções ele pode ser mais simples.

TOPOLOGIA HUB AND SPOKE – Topologia hierárquica. Uma estação hub (mestre) do cliente estará controlando todos os encaminhamentos das estações spoke (escravas) da rede. um tipo de topologia lógica, quando o cliente deseja implementar um nível de segurança adicional, forçando o tráfego entre filiais a passar pela matriz. O cliente pode inclusive possuir equipamentos de “firewall” interdepartamentais, que limitam o tipo de pacotes que passam de um departamento para outro.

TOPOLOGIA LÓGICA – Diz respeito à topologia seguida pelo sinal de controle. Esta é a topologia percebida pela camada de enlace (camada 2). Em redes locais, as topologias mais utilizadas são estrela, anel e barramento. A topologia lógica significa que, apesar da topologia física ser, por exemplo, em estrela, o controle de acesso usado é o de barramento.

ToS – (Type of Service). Campo do cabeçalho do protocolo IP.  Campo de 8 bits o que permite a marcação de até 64 classes de serviço. Um campo de 8 bits permite definir 64 classes, entretanto, algumas padronizações surgiram para que os equipamentos de rede possam desenvolver mecanismos de tratamento de pacotes padronizados.

TRANSLAÇÃO DE ENDEREÇOS – Uma função mandatória no Gatekeeper H.323. O gatekeper converte identificadores H.323 ou E.164 em endereços de rede IP e em identificadores TSAP (Transport Service Access Point). Por exemplo, um gatekeeper pode receber uma requisição de chamada de um terminal para ana@empresa.com.br ou para +55-21-2121-2121. O gatekeeper deve converter estes endereços para um endereço IP (como, por exemplo, 192.168.0.190) e uma porta TCP ou UDP (como, por exemplo, a porta 1720 do TCP para o estabelecimento de conexão H.225.0).

TRANSMISSÃO E BUFERIZAÇÃO NA REDE IP – Após o pacote passar pela interface física, ele está oficialmente na nuvem WAN. Esta nuvem é composta por vários roteadores, cada um com seus buffers de pacotes. O atraso causado pela nuvem é em geral a contribuição mais significativa ao atraso global sofrido por um pacote de voz devido às distâncias que os pacotes devem atravessar e à quantidade de roteadores visitados por cada pacote.

 U

Ubiquidade – é a presença de redes de serviços IP em todos os lugares. A ubiquidade é uma demanda que nasceu como consequência do processo de convergência. Não há ubiquidade sem soluções wireless.

UDP – (User Datagram Protocol). O protocolo UDP (User Datagram Protocol) utiliza serviço de transporte NÃO orientado à conexão. Deixa a cargo da camada de Rede toda a confiabilidade do transporte.

UNICAST – Método de transmissão direcionado de um dispositivo de rede, que possui seu endereço MAC, para outro diretamente.

UNIDADE DE CONTROLE MULTIPONTO – é uma combinação de 2 componentes: Controlador Multiponto (MC) e Processador Multiponto (MP)

UPLINK – É o enlace entre uma estação e outra de maior hierarquia na rede de comunicação. Em redes locais, os uplinks são enlaces entre os switches, normalmente colocados em pontos diferentes da hierarquia da rerde. Os uplinks ligam a camada de distribuição com o núcleo e a camada de acesso com a camada de distribuição.

URAs/IVR- Unidade de Resposta Audível – E é um sistema interativo de voz que permite um auto-atendimento aos usuários telefônicos, selecionando e navegando em opções de um menu de voz. Geralmente possui mensagens de voz pré-gravadas e navegação que pressiona teclas no terminal telefônico ou que opera mediante reconhecimento de voz.Por exemplo, bancos e empresas de cartão de crédito utilizam sistemas de URAs para que seus clientes tenham acesso atualizado às informações de suas contas, fácil e instantaneamente, sem que precisem falar diretamente com um atendente.

V

VARIABLE-LENGHT SUBNET MASKING (VLSM) – Na solução VLS, para aumentar a eficiência do plano de endereçamento IP é abandonar completamente o conceito de classes e considerar quaisquer endereços como endereços de rede. Hoje a internet pública utiliza este conceito chamado de Classless. Com o conceito Classless os prefixos de rede passaram a utilizar comprimentos variando entre 0 e 32 bits. Estes prefixos de comprimento variável são chamados Classless ou de prefixos VLSM, Variable-lengh subnet masking.

VARIAÇÃO DE ATRASO (Jitter) – A variação do atraso é um problema mais sério para redes VoIP do que o atraso absoluto. Uma conversação de voz com atraso alto pode ser desconfortável, mas ainda assim o áudio é inteligível. O jitter pode tornar um fluxo de áudio incompreensível. O jitter é introduzido nos seguintes pontos: 1) enfileiramento de interface, 2) serialização e 3) nos buffers da nuvem WAN. A priorização de pacotes de voz é uma das maneiras usadas para diminuir o jitter. Além disto, a utilização de buffers de reprodução é fundamental para compensar as variações no atraso, apesar de introduzir um pouco mais de atraso absoluto.

VLAN – (Virtual LAN). Um dos recursos utilizados para segmentar os domínios de broadcast dando mais estabilidade, desempenho e segurança para a rede é a utilização de VLANs (Virtual LANs).As portas de um switch podem ser separadas em LANs diferentes impedindo o fluxo de pacotes de broadcast entre as LANs virtuais. Na prática funciona como se dividíssemos fisicamente o switch em subswitches ou em LANs Lógicas.

VoIP – A Voz sobre IP pode ser classificada como uma fase intermediária entre a Telefonia tradicional e a Telefonia IP. Trata do transporte de tráfego de voz sobre uma rede IP.

VPN – (Virtual Private Network) – Redes Virtuais Privativas. São redes configuradas sobre as redes das operadoras. De uma forma geral apresentam vantagens em todas as dimensões GEDDS (Gerencia, Escalabilidade, Disponibilidade, Desenpenho e Segurança) do que as redes privativas. Adicionalmente, apresentam relações custo-venefícios mais atraentes do que as redes privativas.

VPN L2 – são redes privativas virtuais que operam na camada 2 do modelo OSI. Nas VPNs L2 o cliente troca com o backbone apenas protocolos de camada de enlace, ficando todas as relações de peering L3 estabelecidas entre os equipamentos de cliente. VPNs L2 podem ser entendidas como enlaces de transmissão. Um bom exemplo de VPNs L2 são as VPNs construídas sobre a rede Frame Relay e ATM. Tanto as VPNs Frame Relay e ATM quanto as VPNs IPSec são chamadas VPN do tipo Overlay, pois, a topologia lógica criada para a VPN não inclui elementos da rede de serviços da operadora. O protocolo de roteamento interno do cliente é totalmente transparente à rede de serviço – ele roda entre os sites do cliente, isto é, as relações de peering são entre sites de cliente”. VPNs overlay também são chamadas de VPNs do tipo circuito virtual, devido às relações do tipo ponto-a-ponto.

VPN L3 – Chama-se VPN L3 às redes privativas do tipo IP VPN que operam na camada de rede ou camada 3 do modelo OSI. O termo L3 vem de Layer 3. Nestas VPNs o usuário adquire portas na rede MPLS e a rede se comporta como uma rede IP de roteadores virtuais dedicados a ele. As VPN L3 MPLS permitem a troca de protocolos de roteamento (“peering”) entre os roteadores do cliente (Customer Edge – CE) e os roteadores do backbone. Nas VPNs MPLS, o CE estabelece “peer” com o roteador do backbone. O roteador do backbone, no qual se liga o CPE, é chamado PE – Provider Edge. Como os roteadores do cliente trocam protocolos de roteamento com o backbone, o backbone passa a conhecer o endereçamento IP do cliente e com isso definir os melhores caminhos para sair de um site e se chegar a outro. As L3 VPNs têm tido grande sucesso. Elas atendem melhor as necessidades atuais dos clientes corporativos.

VPNs MPLS – Também chamadas IP VPN MPLS. Apresentam várias vantagens nas dimensões GEDDS quando comparadas com as redes de Telefonia, E1 e Frame Relay.

VRF – VPN Routing and Forwarding Table. Cada VPN que possua portas em um determinado PE terá uma VRF associada no PE. As VRFs fazem parte do plano de controle. Elas serão utilizadas para definir os caminhos de labels, LSPs, seguidos pelos pacotes de uma VPN. A VRF deve conter todas as informações de roteamento utilizadas pela VPN, os endereços IPs privados utilizados pelo CE devem estar presentes na VRF. Como cada VPN utiliza sua própria VRF, os CEs de diferentes VPNs podem possuir os mesmos endereços.

 W

WAN – ( Wide Area Network) – são redes de grandes extensões. Se diferenciam pelos altos investimentos em infra-estrutura de comutação e transmissão. As redes de longa distância (WANs) devem ser implementadas em infra-estruturas de alta confiabilidade, baixas taxas de erros e altas velocidades de transmissão. A primeira rede WAN que surgiu foi a Rede Pública de Telefonia. A Internet é outro exemplo de rede WAN, conhecida também como a rede das redes, com alto crescimento, tanto em termos de usuários, como em tráfego. Redes Frame Relay, E1 e MPLS, são exemplos de redes WAN muito empregadas para soluções corporativas, com destaque para o MPLS – com características mais modernas para suporte às redes e aplicações convergentes.

WI-FI – É uma marca registrada da Wi-Fi Alliance, que é utilizada por produtos certificados que pertencem à classe de dispositivos de rede local sem fios (WLAN) baseados no padrão IEEE 802.11. Por causa do relacionamento íntimo com seu padrão de mesmo nome, o termo Wi-Fi é usado frequentemente como um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11. Seu nome é uma abreviação do termo inglês Wireless Fidelity, que significa Fidelidade Sem Fio. O padrão Wi-Fi opera em faixas de frequências que não necessitam de licença para instalação e/ou operação. Este fato as tornam atrativas. No entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

WIMAX (802.16) – é uma tecnologia para redes wireless de longa distância (até 50 Km) com altas taxas de transmissão (100Mbps), sendo uma possibilidade para a oferta de serviços de acesso wireless banda larga (BWA).

WIMAX FIXO. Utiliza antenas fixas nas dependências do cliente. Neste caso é chamado também de CPE (Customer Premise Equipment). Os módulos fixos operam em condições de visada direta (LOS – Line of Sigth) com a Base Station. Por trabalhar em condições LOS o WiMAX fixo exige estudos de viabilidade para o atendimento a uma localidade. Conforme o caso há necessidade de instalação de hastes, mini-torres ou até torres, para alcançar a condição de visada.

WIMAX MÓVEL. O WiMAX móvel utiliza rádios de pequeno porte que podem estar embutidos em equipamentos como notebooks, PDAs, leitoras ópticas e telefones móveis. O WiMAX móvel exige que a rede WiMAX seja capaz de tratar os hand off em altas velocidades sem a interrupção do tráfego. A especificação do WiMAX móvel é o padrão 802.16e.

WIMAX NOMÁDICO. Um módulo de assinante nomádico refere-se a equipamentos semi-portáteis que possam ser facilmente transportados de um local a outro, exigindo fixação em cada local. A diferença do nomádico para o fixo é que o nomádico utiliza rádios de segunda geração que operam em condições NLOS (non line of sigth). Por operar sem visada direta os rádios nomádicos podem ser instalados sem a necessidade de hastes ou torres e, portanto, podem ser transportados de um local para outro com facilidade.

WIMAX PORTÁTIL. O WiMAX portátil utiliza rádios que operam em NLOS mas que não necessitam estar fixados, podendo se deslocar junto com o portador mas com restrições quanto a hand off e comunicação em movimento. Rádios portáteis podem estar em veículos desde que o acesso à rede ocorra quando o veículo estiver estacionado.

WIMAX REDE CORE – Os principais componentes do Core, descritos pela 802.16, são: AAA – Autenticação, Autorização e Acounting de usuários que se conectem à rede. Pode se integrar à base de dados de clientes para liberar acesso aos usuários; DHCP – O ideal é dispor de gerência centralizada de endereços IP. O servidor de DHCP é mais cômodo para o usuário final e mais gerenciável para o gerente de rede; HA – Base de dados que registra os acessos que estão ativos no momento.

WIMAX REDE DE ACESSO – O WiMAX trabalha com uma topologia estruturada em células formadas a partir do sinal RF emitido por estações de base chamadas BS (Base Stations) e que normalmente operam com propagação omnidirecional.

WIMESH – Os sistemas de roteamento wireless, também chamados de rádios comutadores de pacotes, Mesh ou WiMesh, são compostos de roteadores wireless que comutam pacotes baseados nos endereços IP de destino, através da interface RF. Os roteadores não precisam possuir interfaces cabeadas, como no caso dos APs e Bridges. Eles simplesmente recebem de um roteador um pacote via a interface wireless e o remetem a um próximo roteador, através da mesma interface wireless. Quando um pacote chega a um roteador ele consulta a tabela de rotas e o envia a um próximo roteador, de sorte que o pacote siga o melhor caminho. Não existem links entre os roteadores. Na verdade, todos estão compartilhando a mesma faixa de transmissão RF. Assim os critérios de escolha do melhor caminho não podem seguir as mesmas métricas das redes cabeadas comuns. Para isso, os sistemas WiMesh utilzam protocolos de roteamento específicos de redes wireless roteadas. Alguns exemplos de protocolos de roteamento são o DSDV (Destination-Sequenced Distance-Vector Routing) e o OLSR (Optimized Link State Routing protocol), que operam de maneira semelhante ao RIP e OSPF.

WIRELESS – O meio de transmissão wireless é o ar e inclui várias tecnologias, tais como rádio frequência, microondas, satélite e infra-vermelho. O desenvolvimento de sistemas de comunicação wireless é mais rápido e menos custoso do que sistemas cabeados (fixos), principalmente onde existe pouca ou nenhuma infra-estrutura. Wireless é também útil em circunstâncias ambientais onde o uso de cabo é impossível ou envolve altos custos. A desvantagem está associada a baixas taxas de dados.

WIRELESS LANS – WLAN (Wireless Local Area Network) é um tipo de rede compartilhada que utiliza ondas de rádio de alta freqüência, ao invés de cabos, para a comunicação entre os computadores. Também conhecida como Wi-fi (Wireless Fidelity). Sua padronização foi definida pelo IEEE 802.11.

WIRELESS MAN PONTO-MULTIPONTO – Em sistemas ponto-multiponto uma antena central conecta-se a várias antenas periféricas. A antena central precisa ter um feixe largo o suficiente para fechar o enlace com todas as antenas periféricas. A maior vantagem dos sistemas ponto-multiponto é a facilidade criada para a adição de uma nova antena periférica. Sistemas ponto-multponto tornam-se muito mais baratos que os sitemas ponto-a-ponto e portanto devem ser utilizados sempre que possível.

WIRELESS MANS – Wireless MANs são redes que cobrem áreas urbanas abrangidas por um município ou cidade. As WMAN normalmente são compostas de terminais fixos que interligam prédios distantes, através de enlaces wireless com o padrão IEEE 802.11 ou Wi-fi, IEEE 802.16 ou WiMax. As redes WMAN são uma alternativa às redes urbanas basedas em acessos de cobre ou fibra, que são caros e em muitos casos inconvenientes, devido à dificuldade de manutenção. Alguns exemplos de ligação do tipo WMAN: Ligação entre um hospital central e postos de saúde remotos; Ligação entre sites de empresas com abrangência em uma cidade (exemplo: uma cadeia de lojas); Ligação entre prédios da administração pública, como escolas municipais, postos de saúde e Prefeitura; Ligação entre empresas do setor de agronegócios que atuam em áreas rurais pouco atendidas pelos serviços usuais das operadoras. Os WISPs (Wireless Internet Service Providers) são provedores de acesso Internet que atuam em cidades medias e áreas rurais através das tecnologias WMAN. Os WISIPs têm se apresentado como uma alternativa economicamente atraente, com melhor desempenho e maior área de cobertura do que as tradicionais soluções de ADSL (Asyncronous Digital Subscriber Line).

WIRELESS MANS PONTO A PONTO – em sistemas ponto-a-ponto podem-se utilizar antenas de alto ganho com feixes extremamente estreitos e com isso conseguir alcances de até 50km. Devidos aos altos ganhos e à exclusividade da banda entre dois pontos, sistemas ponto-a-ponto oferecem mais altas taxas de transmissão do que sistemas ponto-multiponto.

WIRELESS PANS (PERSONAL ÁREA NETWORKS) – As redes PAN atuam em áreas relativamente pequenas, de até 10 metros. O desempenho é moderado podendo chegar a 2 Mbps, e o objetivo principal é a substituição de cabos para a ligação de periféricos. Exemplos de aplicações WPAN: Sincronização de PDA com notebook; Conectar notebooks com desktops para compartilhar informações para acesso Internet; Extensões (headsets) para atender a chamadas em celulares ou para ouvir músicas em PDAs, sem o incoveniente dos fios.

Wireless WANs – Redes Wireless WANs oferecem mobilidade para aplicações com cobertura sobre uma grande aáea, por exemplo um país. Estruturas de WWAN requerem altos valores de investimentos (CAPEX) para fornecer uma plataforma de cobertura ampla para uma grande quantidade de clientes. O preço por cliente se viabiliza conforme a quantidade de clientes (ganho de escala). Wireless WANs requerem parcerias entre provedores para prover serviços com cobertura global. Para isso existem os acordos de roaming. Wireless WANs incluem diversos padrões como o GPRS, EDGE e 3G. O desempenho é mais baixo que as WLANs e WMANs.

WLANs (Wireless LAN – Redes Locais sem fio) expandem as redes de comunicação de dados além das fronteiras fixas tradicionais. O primeiro benefício das WLANs é conectar dispositivos sem a necessidade de cabo. As WLANs conectam dispositivos que podem ser PCs, Personal Digital Assistants (PDAs), telefones, sensores, etiquetas transceivers de RFID (Radio Frequency Identification) e muito mais. Devido às diversas possibilidades oferecidas pelas redes WLAN é importante conhecer bem esta tecnologia, suas vantagens e limitações, para a correta identificação e o planejamento dos negócios. As redes LAN Wireless são capazes de prover alto desempenho em áreas internas de prédios ou residências. As velocidades são comumente de 54 Mbps, porém com o padrão 802.11n chegam a 300 Mbps. O desempenho de WLAN atende hoje aos requisitos das aplicações mais exigentes.

Workgroup bridges – Workgroup bridges são utilizadas para conectar equipamentos ou clusters de estações que não possuem interfaces de rede wireless conectados a uma rede wireless. As workgroup bridges se associam a um AP como um cliente wireless e, a partir disso, fornecem acesso ao AP aos usuários não wireless.

 Z

Zona H.323 – é um grupo administrativamente definido de dispositivos que são controlados por um gatekeeper.