Aprender a Aprender

Como aprender a aprender?

O objetivo desse mini curso é apresentar conceitos e ferramentas para você entender melhor como o seu cérebro funciona, melhorar a sua forma de aprender, aprender de forma mais ativa e aprender a aprender.

De uma forma geral quando você tem dificuldades para aprender é sinal que existe um problema na sua estratégia de aprendizado e não com você: 

  • Não existe problema no seu cérebro, a ação é que deve ser corrigida!
  • Foque na estratégia de estudo.
  • Não atribua o fracasso do aprendizado a você e não crie crenças limitadoras.
  • Todas as pessoas têm um grande potencial que ainda não foi aproveitado!
  • As pessoas que se destacam usam estratégias eficientes de aprendizado!

Aprender leva tempo e paciência; é um processo de aprendizagem auto-dirigido mais poderoso para facilitar e inspirar o desenvolvimento individual, em grupo e organizacional.

Os dois modos do cérebro: focado x difuso

Um primeiro passo é você entender como o seu cérebro funciona e usar esse conhecimento para mudar hábitos de aprendizado, ser mais criativo, aprender mais rápido e reter o seu conhecimento. Isso pode gerar grandes mudanças na sua vida!

Dois modos de pensar e aprender: 1) focado e 2) difuso.

  • O modo focado de pensar é aquele que você normalmente está acostumado a fazer para aprender ou compreender; ocorre quando você se concentra atentamente em algo.
  • O modo difuso de pensar você não está normalmente tão familiarizado; é um modo mais relaxado, relacionado com um conjunto de estados de repouso neural; permite fazer conexões inconscientes em seu cérebro e abordar conceitos novos e abstratos em diferentes ângulos.

Como podemos acessar o modo difuso e realizar grandes coisas?

Para a sua mente entrar no modo difuso, identificar novos padrões e resolver novos problemas, você precisa relaxar e deixar  a mente ficar livre para descobrir novos caminhos mentais e depois redirecionar a sua mente para o modo focado; isso irá ajudar a aprender de forma eficaz; para exercitar essa musculatura, precisamos exercitar todos os dias a nossa estrutura neural, criar novos caminhos e novas formas de pensar (vide figura).

Aprender assuntos difíceis requer tempo e trocar várias vezes entre os dois modos de pensar para estabelecer conexões duradouras; esses dois modos de pensamento fundamentalmente diferentes são complementares em nosso esforço para aprender e entender novos conhecimentos:

  • Alternar modos focado e difuso. Você não pode estar nos dois modos ao mesmo tempo – precisa conscientemente alternar de um modo para outro várias vezes; dar tempo para compreender melhor um problema via conexão de novas informações; se desvencilhar do problema, não pensar em nada, permitir que seu cérebro volte a ele em diferentes perspectivas e isso acontece através do modo difuso de pensar; independentemente do que você está praticando, há um ponto em que você chega ao final da sua base de conhecimento e compreensão corrente e fica “preso” (não evolui); quando quiser aprender ou praticar alguma coisa, seja um problema de matemática ou uma tarefa, trabalhe no modo focado até você perceber que ficou preso, e então conscientemente mude para o modo difuso;
  • Técnica Pomodoro. É uma técnica para permutar os modos de pensamento: configurar um temporizador de 25 minutos para trabalhar com foco e sem distrações e, em seguida, fazer uma pausa relaxante de 5 a 10 minutos (ver na sequência), para entrar no modo difuso; essa é uma técnica muito poderosa para vencer a procrastinação, concentrando-se no processo; fazendo isso, você pode se concentrar num intervalo de tempo de cada vez, em vez de ficar sobrecarregado com o tamanho da tarefa ou com o quão chato se sente; além disso, observe que você não está limitado pela regra de 25 minutos; sinta-se livre para apimentar a técnica, alterando os intervalos que melhor lhe convier (ver na sequência maiores detalhes sobre essa técnica).
  • Programar o aprendizado durante o sono. Provavelmente, a melhor maneira de utilizar o modo difuso é trabalhar um pouco sobre o material ou problema antes de ir dormir; dessa forma, o seu subconsciente irá processar a nova informação durante o sono e você poderá acordar com compreensão recém-descoberta sobre o assunto; os períodos  de tempo meio adormecidos e meio acordados são onde o pensamento focalizado está em pausa e o pensamento difuso domina; para usar esse tempo de forma eficaz, faça uma pergunta específica para o seu cérebro se preparar enquanto você vai dormir a cada noite. Ao fazer isso, você estará deliberadamente guiando seu cérebro para encontrar associações e conexões na direção desejada; quando você acordar, passe os primeiros cinco minutos anotando; capture todos os primeiros pensamentos, ideias que chegam até você. Foi assim que inventores ou pessoas de feitos famosos conseguiram seus objetivos.
  • Dar um passeio. Estudos sobre os hábitos de inventores e inovadores mais conhecidos descobriram que todos eles tinham uma coisa em comum: faziam caminhadas. Se você quiser ajudar a ativar seu modo de pensamento difuso / inovador, comece a fazer mais caminhadas.
  • Dar um tempo. Se você está envolvido em um projeto que requer pensamento criativo ou solução inovadora de problemas, faça pausas e pare de pensar no que quer que esteja pensando; isso parece estranho, mas o que já se aprendeu sobre o nosso modo de pensar difuso, isso faz todo o sentido;  quando chegar a um ponto em que você não está mais progredindo no que você está trabalhando, faça uma pausa e mova-se para outra coisa, ou melhor ainda, ajuste seu temporizador por dez minutos, incline-se para trás e deixe sua mente sonhar acordada!
  • Meditação. Comece encontrando uma posição confortável, relaxe o seu corpo e configure um temporizador por um curto período de tempo. O objetivo aqui, é estar ciente dos pensamentos ou experiências que surgem e permanecer em um estado de atenção para eles. Sem selecionar, julgar ou concentrar-se em qualquer pensamento, você se permite estar ciente das coisas em que sua mente está pulando; é uma prática de ser um observador e não um controlador de seus pensamentos; a ideia neste tipo de exercícios não é você encontrar uma ideia inovadora, mas fortalecer a sua capacidade  de permitir saltos de ideias e criar mais associações.

Como usar o seu conhecimento para aprender?

A resposta a essa pergunta é buscar ser um especialista – resolver problemas de forma rápida e criativa.

Qual a principal característica de um especialista?

Pesquisas mostram que a principal característica de um especialista não é inteligência nem talento natural, e sim muitas horas de trabalho; um especialista, segundo essas pesquisas, precisa de 10 mil horas de “prática deliberada”; isso em média para habilidades complexas como tocar um violino magnificamente, ser um mestre de xadrez e assim por diante; mas, nem todas habilidades precisam de tantas horas.

O exercício da prática continuada de um especialista gera muitas informações interconectadas na sua  memória de longo prazo que permite:

  • Transferir conhecimentos de um contexto para outro contexto.
  • Separar o essencial do marginal para resolver entender e resolver problemas de forma mais rápida.
  • Capacidade de abstração – processo de pensamento que usa a estratégia de simplificação.

Como ilustrado na figura, um especialista tem muito mais informações e conexões, e principalmente as conexões permitem identificar vários caminhos e aprender de forma mais eficiente e diferente de um amador (ou novato) devido a estrutura mental mais robusta; um novato ou amador não tem a mesma habilidade de um especialista devido a estrutura cerebral.

Como se tornar um especialista?

A resposta é adquirir horas de prática de forma deliberada; ou seja praticar com consciência, planejar, executar, avaliar e ajustar  continuamente o que fazemos e aprendemos, para melhorar aquilo que está se praticando; definir um objetivo de aprendizado, não se satisfazer com o atingimento de um nível mediano de conhecimento das coisas e ampliar os seus limites de forma deliberada.

Como o reter o conhecimento na memória de longo prazo?

A memória humana é capaz de realizar grande variedade de operações, identificar e classificar sons, sinais, cheiros, gostos e sensações. Também permite reter e manipular informações que adquirimos durante nossa vida.

Podemos “simplificadamente” explicar o funcionamento do sistema de memória do ser humano como sendo composto de memória de trabalho (ou curto prazo) e memória de longo prazo.

  • A memória de trabalho é sempre utilizada quando precisamos compreender alguma coisa, conectar conceitos, resolver um problema; uma analogia pode ser feita com a memória principal do computador.
  • A memória de longo prazo possui uma enorme capacidade de armazenamento para registro de tudo que nos acontece, experiências, equações, aprendizado, tudo; uma analogia pode ser feita com a memória secundária do computador.
  • Essas duas memórias são conectadas e trabalham de forma articulada; no nosso processo de aprendizado é necessário transferir informações da memória de longo prazo para a memória de trabalho e vice versa.

Pesquisas demonstram que precisamos revisitar várias vezes as informações transferidas da memória de trabalho para a memória de longo prazo para que possamos recuperá-las depois.

  • Por exemplo, nas primeiras 48 horas (2 dias), uma pessoa normal esquece cerca de 70% do conteúdo estudado e armazenado na memória de longo prazo; depois, o esquecimento ocorre de forma mais lenta e gradativa, chegando a 80% ou mais em um período de 30 dias.
  • No entanto, se revisitarmos o conteúdo estudado, por exemplo na forma de teste ou via anotações não lineares (por exemplo, mapas mentais e mapas conceituais) em períodos específicos e cada vez mais espaçados de tempo, é possível interromper a curva de esquecimento.
  • Para transferirmos informações da memória de curto prazo para a memória de longo prazo e recuperá-las quando necessário, é necessário tempo e prática; uma forma de fazer isso é usar a técnica de “repetição espaçada” – repetir o que você deseja reter (palavra, problemaconceito, etc) de forma espaçada, por alguns dias.

Repetição espaçada constrói estruturas neurais mais fortes ao repeti-las ao longo de vários dias

  • Prolongar a prática de repetir o que você deseja reter por alguns dias faz a diferença; experiências demonstram que a prática de repetição espaçada por alguns dias é muito mais efetiva do que se você repetir várias vezes durante um único dia – você pode constatar isso quando deixamos para estudar apenas na véspera das provas e poucos dias depois já esquecemos tudo.

Como expandir o seu conhecimento e aprender mais rápido com “Mapas Mentais”?

Os mapas mentais são úteis por vários motivos:

  • Exige que entendamos o assunto para poder fazê-lo; é mais do que entender.
  • Mapas mentais suportam anotações gráficas e eficientes; anotações típicas e lineares que estamos acostumados a fazer são menos eficientes que as anotações em mapas mentais;
  • O padrão linear expressa cada ideia em linhas e regras gramaticais (sujeito, verbo, predicado, …); as palavras chave ficam escondidas no meio de outras informações de menor significado e isso atrapalha o cérebro de fazer associações de conceitos;
  • O mapas mental segue uma forma mais natural do cérebro organizar e processar ideias; provê uma noção espacial melhor, imagens, cores e visão do todo e hierarquia; dá mais prazer;
  • As anotações padrão são lineares e cansam, nos fazem entrar no modo zumbi (sonhar acordado), nos distraem e pensamos em outras coisas; exigem muito esforço para pouco resultado, usam muitas palavras;
  • Métodos baseados em transcrição e sintetização são mais fáceis, não necessitam de compreensão; é um processo ineficiente;
  • Os mapas mentais exigem concentração para conversão de uma mídia totalmente diferente do mapas mental; exige concentração e atenção; exige criar um maior potencial criativo do nosso cérebro; ensinar primeiro para nós mesmos; e antes disso aprender; e depois facilita repasse do conhecimentos, mesmo que seja para nós mesmos; as anotações são produzidas com outro tipo de mentalidade; outra vantagem do mapas mental é o uso de palavras chaves, que necessitam de concentração e compreensão.

A técnica de ler e logo depois relembrar o que foi lido, seja escrevendo um parágrafo ou criando um mapa mental, absorve melhor a informação do que só estudar o texto, sem apelar para técnicas mais ativas. Ter de escrever sobre o que você quer aprender dá sentido ao aprendizado, motiva, gera autoconsciência e alavanca o aprendizado.


Como gerenciar o seu tempo de aprendizado?

A “Técnica Pomodoro” ensina você a trabalhar com o tempo, em vez de lutar contra ele – é um sistema de gerenciamento de tempo; usa um “timer” para dividir o trabalho em intervalos, tradicionalmente de 25 minutos de duração, separados por intervalos curtos (por exemplo de 5 minutos); cada intervalo é conhecido como um pomodoro  (tomate em italiano). Ver figura.

Existem seis etapas na técnica original

  1. Decida a tarefa a ser executada – algo que merece toda a sua atenção.
  2. Defina o temporizador pomodoro por  25 minutos sem interrupção.
  3. Trabalhe na tarefa. Se perceber wqque precisa fazer outra coisa, anote numa numa folha de papel.
  4. Interrompa o trabalho quando o temporizador tocar e anote a realização da tarefa.
  5. Faça um intervalo de 3 a 5 minutos nos 3 primeiros blocos de tarefas – respire, medite, pegue uma xícara de café, faça uma curta caminhada ou faça outra coisa relaxante (ou seja, não relacionada ao trabalho). Seu cérebro vai agradecer mais tarde.
  6. Depois de quatro pomodoros, faça uma pausa mais longa (15 a 30 minutos) – Depois de completar quatro pomodoros, você pode fazer uma pausa mais longa. 20 minutos é bom. Ou 30. Seu cérebro usará esse tempo para assimilar novas informações e descansar antes da próxima rodada de Pomodoros.

Quais os benefícios da técnica Pomodoro?

  1. Descobrir quanto esforço uma atividade requer – sua folha de tarefas do Pomodoro é uma visão geral do tempo que você gastou em várias tarefas.
  2. Reduza as interrupções – você aprenderá a lidar com a inevitável interrupção enquanto permanece concentrado na tarefa.
  3. Estimar o esforço para atividades – uma vez que você tenha aprendido a técnica, você poderá prever com precisão quantos Pomodoros serão necessários para realizar as próximas tarefas.
  4. Torne o Pomodoro mais eficaz – uma vez que os contornos do Pomodoro são definidos, o que você faz dentro deles pode ser ajustado para maximizar a eficiência; uma maneira de tornar um Pomodoro mais eficaz é usar os primeiros minutos para revisar o que você fez antes. 
  5. Configurar um horário estabelece um limite, motivando você a concluir uma tarefa dentro do período de tempo definido. Ele também delineia seu tempo de trabalho a partir do seu tempo livre;
  6. Definir seus próprios objetivos – a ferramenta pode ser usada para você avaliar o tempo gasto nas suas várias atividades e ajustá-los para alcançar seus objetivos.

 Porque o sono é um grande aliado do aprendizado?

Entendendo melhor porque o sono é um fator chave de aprendizado.
Quando estamos acordados criamos produtos tóxicos no nosso cérebro, que funcionam como veneno; o cérebro se livra desse tipo de veneno através do sono, que lava as toxinas, ou seja, osono que muitas vezes parece uma perda de tempo, é na realidade uma forma do cérebro se manter limpo e saudável; a falta de um bom sono pode desencadear uma série de problemas e doenças, como dores de cabeça, depressão e assim por diante.

Dormir faz mais do que limpar toxinas no cérebro, é uma parte importante da nossa memória

Estudos apontam que durante o sono o cérebro arruma as ideias e conceitos do seu pensamento, descarta coisas não importantes e fortalece as áreas que você necessita ou quer lembrar; ajuda a resolver problemas difíceis e compreender o que você está tentando aprender; desativa o seu “eu consciente” e facilita o intercâmbio entre áreas cerebrais para encontrar soluções neurais para a tarefa de aprendizagem, enquanto você dorme.

Se você revisar o que quer aprender antes de uma sesta ou  dormir à noite, aumentará a probabilidade de você sonhar sobre o assunto; se você pode decidir querer sonhar sobre o assunto para aumentar a probabilidade de realmente sonhar sobre ele e aumentar substancialmente sua capacidade para compreender – o seu sub-consciente trabalhará para você!


 

Check list – Técnicas para aprender a aprender

  1. Aprender a aprender exige que você  entenda como o seu cérebro funciona, qual o papel da memória de curto prazo é de longo prazo, como retemos o conhecimento na memória de longo prazo, como acessamos as informações lá contidas; como podemos usar os modos de pensar focado e difuso para aumentar a nossa criatividade e capacidade de resolver problemas; como explorar o seu conhecimento já adquirido ou o seu expertise para aprender coisas novas,  como relaxar a sua mente, como usar técnicas e ferramentas mentais (ou cognitivas) que ajudem a pensar.
  2. Trabalhe com os dois modos de pensar: focado e difuso; use o modo focado para acessar padrões de pensamentos ou resolução de problemas familiares e o difuso para acessar novos modelos mentais e pensamentos que não conhecemos; transite de um modo para outro continuamente e fortaleça essa musculatura.
  3. Combine várias técnicas para acessar o modo de pensar difuso; relaxe e deixe a mente ficar livre para descobrir novos caminhos mentais e depois redirecione a sua mente para o modo focado; use a técnica pomodoro para gerenciar o seu tempo de aprendizado, faça pausas programadas, programe o seu subconsciente para atuar durante o sono, faça caminhadas,  medite, pratique o aprendizado, use o seu expertise, faça anotações via mapas mentais (e mapas conceituais), dentre outras técnicas.
  4. Use o seu expertise com informações e conexões na sua memória de longo prazo para: transferir conhecimento de um contexto para outro contexto, separar o essencial do marginal  e usar melhor a sua capacidade de abstração para resolver problemas de forma mais rápida e efetiva.
  5. Distribua os estudos ao longo de vários dias; recupere a informação cada retorno do estudo e tenha em mente que quanto maior for o seu esforço para lembrar, melhor será a fixação do aprendizado na memória de longo prazo.
  6. Foque em adquirir horas de prática de forma deliberada; ou seja pratique com consciência, planeje o seu aprendizado para executar, avaliar e ajustar  continuamente o que você faz e aprende; defina objetivos de aprendizado; não se satisfaça com o atingimento de um nível mediano de conhecimento das coisas e ampliar os seus limites.
  7. Use  mapas mentais  e mapas conceituais para expandir o seu conhecimento e aprender mais rápido, já que exigem mais concentração e entendimento do assunto para poder fazê-los e facilitam o repasse do conhecimento.
  8. Use a “técnica pomodoro” que ensina você gerenciar o seu tempo; use um “timer” para dividir o trabalho em intervalos, tradicionalmente de 25 minutos de duração, separados por intervalos curtos de 5 minutos.
  9. Durma bem para se livrar das toxinas que se acumular no seu cérebro quando você está acordado; não encare o sono como uma perda de tempo.
  10. Revise o que quer aprender antes de uma sesta ou  antes de dormir à noite  para  aumentar a probabilidade de você sonhar sobre o assunto; você pode ir além e  decidir sonhar sobre o assunto para aumentar a probabilidade de realmente sonhar e aumentar substancialmente sua capacidade para compreender; faça o seu sub-consciente trabalhar por você.

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