O Papel da Mudança

Qual o papel da mudança?

Veja alguns conceitos desenvolvidos por Peter Drucker:

  1. Os problemas devem ser entendidos como oportunidades de liberar a energia criativa.
  2. O novo deve ser entendido como oportunidade – se não de prosperar, ao menos de sobreviver.
  3. Uma época de turbulência é uma grande oportunidade para quem compreende, aceita e aproveita a nova realidade.
  4. Mudança é algo que as pessoas fazem, e moda é algo que as pessoas falam. Quando se fala demais de alguma coisa, não é mudança.
  5. A organização não sobreviverá se não entender que é sua tarefa colocar-se à frente da mudança.
  6. Para que uma organização se torne líder da mudança, deve estar em condições de: abandonar o passado; procurar a melhoria sistemática e contínua de tudo o que faz, interna e externamente e se concentrar em alimentar as oportunidades, aproveitando o sucesso que teve.
  7. Em períodos turbulentos, as mudanças são a regra, por mais que doam e exijam esforço.
  8. As organizações devem ter como finalidade a mudança constante e a inovação, e estas precisam ser “gerenciadas” por alguém responsável por definir metas e o modo de alcançá-las.
  9. Sem abandonar o foco em objetivos específicos, as empresas devem assumir sua responsabilidade social, sabendo transformar um problema social em uma oportunidade.
  10. Só se identifica oportunidade se há estratégia.

Qual a fórmula da mudança segundo Peter Drucker?

Quando há necessidade de uma mudança organizacional, sempre existe reatividade; o principal motivo é o medo das pessoas em perderem posições cômodas, de não ter mais o controle individual e intelectual das informações, de ter que “zerar” todo o conhecimento adquirido, e de um dia para o outro, se deparar com uma nova realidade e uma nova forma de fazer as coisas.

Para tentar lidar com este desafio, podemos utilizar uma formula de administração, mais precisamente de Peter Drucker:

M = D + M + P > R

Onde podemos interpretar:

  • M=> Mudança (a necessidade de mudar)
  • D=> Desconforto (eventos adversos, insatisfação dos Clientes, etc)
  • M=> Modelo (o modelo proposto, por ex: BPM, ITIL®, CobiT, etc)
  • P=> Plano/Projeto (qual o plano para implementar este modelo)
  • R=> Resistência (o grau de resistência das pessoas envolvidas na mudança)

Note que a soma de D + M + P deve sempre ser maior que R.

Se em um determinado momento você notar que a resistência é maior, está na hora de elevar o grau dos itens precedentes, de preferência da direita para a esquerda. Por exemplo:

  • Ajustar  Plano – revise o seu plano/projeto, pode ser que algo não foi bem definido, o plano de comunicação não está sendo eficiente.
  • Ajustar  Modelo – reveja o modelo proposto. Será que o modelo resolve tudo? É necessário utilizar  outras práticas?
  • Ajustar Desconforto – esta deve ser a última opção, se nenhuma das opções anteriores funcionar, gere desconforto; se necessário, é preciso entender que as reclamações do cliente podem aumentar no primeiro momento (como na implementação de um Service Desk), mas o compromisso gerencial deve ser mantido.

Saiba mais. 

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